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Energia Solar Fotovoltaica

Bateria Tesla

Descubra a Bateria e o seu Impacto

Descubra a Bateria e o seu Impacto 3/02/2021 Com toda essa tecnologia em nossas mãos estamos cada vez mais dependentes das baterias dos nossos equipamentos eletrônicos.E você já reparou quantas vezes você falou estou sem bateria? Mas você, obviamente, não estava se referindo a você, mas sim ao seu celular?Além disso, quantas vezes você já trocou de celular e quantas vezes você deu o descarte correto das baterias do seu celular?Isso mostra nossa dependência de um equipamento eletrônico que depende de uma bateria para funcionar.E as baterias também estão chegando ao mercado de energia solar fotovoltaica.Como a energia solar fotovoltaica é uma energia intermitente, ou seja, não é constante a bateria faz um ótimo casamento com esta tecnologia.Então como podemos perceber o alcance dos equipamentos eletrônicos está cada vez maior e com isso geramos cada vez mais lixo eletrônico.Você já chegou a pensar nisso?Pensando nisso resolvi escrever sobre as baterias e o seu processo de reciclagem. Mas o que são pilhas e baterias? De forma bem resumida, a pilha é um dispositivo que gera energia elétrica a partir da energia química.E a bateria é um conjunto de pilhas ligadas em série e/ou paralelo entre si.E hoje existem dois tipos básicos de pilha, as não recarregáveis e as recarregáveis, ou também conhecidas como primárias e secundárias, respectivamente.E as pilhas podem conter diversos tipos de componentes químicos, como Cádmio-Níquel, Prata-Níquel, Manganês-Cobre-Zinco, Íon-lítio e de chumbo ácido.As baterias de Níquel-Cadmio são as baterias que tem memória. Lembram dessa história? Aqui já entrega a minha idade né…*** Que era necessário acabar com a bateria antes de recarregar novamente, senão ela iria gravar que teria que carregar antes da hora e assim diminuiria sua vida útil.Outro ponto é que a vida útil desta bateria era bem curta além de ser extremamente poluidora e de difícil descarte.As baterias de Íon-Lítio são aquelas em formato de moeda que são comumente utilizadas em relógios.E essas baterias de Íon-Lítio evoluíram para as baterias dos nossos celulares.As baterias de Íon-Lítio possuem uma capacidade de armazenamento de energia 3x maior que as de Níquel-Cádmio e não contam com o efeito memória.O grande perigo desta bateria é o calor, pois elas são bem sensíveis a ele.Como você já deve ter visto, tivemos alguns eventos trágicos relacionados a explosões de celulares.Também temos a bateria de Íon-Polímero ou Lítio-Polímeros que também são baterias de Lítio.A vantagem é que são menores e mais flexíveis, porém são mais caras que a de Ion-Lítio.Outra bateria bem comum de encontrar é a bateria de Chumbo-Ácido que são aquelas utilizadas em automóveis e indústrias.No mercado de Energia Solar Fotovoltaico as baterias mais utilizadas são as baterias de Chumbo-Ácido e as de Íon-Lítio.Hoje existem diversas empresas e universidades pesquisando novas formas de armazenamento de energia.O intuito é sempre diminuir o custo, aumentar a capacidade de armazenamento e utilizar materiais mais abundantes na natureza.Para se ter uma ideia foi instalado na Austrália, pela TESLA, o maior banco de baterias de Íon-Lítio do mundo.É um banco de baterias com a capacidade de 100 MW de potência, ela pode alimentar 30 mil casas por uma hora sem nenhum tipo de ajuda de geração de energia. Você sabe de onde vem a energia elétrica? Você sabe de onde vem a energia elétrica? Hoje vamos… 100% de Energias Renováveis 100 % de Energias Renováveis Agora que já sabemos como… Por que investir em energia solar fotovoltaica? Por que investir em energia solar fotovoltaica? 08/11/2020 Um tempo… E o que esperar do futuro das baterias? Hoje existem diversos estudos sobre baterias acontecendo pelo mundo todo e aqui vou trazer algumas que são bem promissoras.A Bateria Lítio-Enxofre é a próxima que está por vir, e promete ser até 4x melhor que a de Íon-Lítio e muito menos poluidora.Outra bateria que está sendo desenvolvida são baterias de nano cabos de ouro cobertos por um gel de eletrólitos.Esta bateria foi testada e já passou por mais de 200 mil ciclos e só perdeu 5% da sua carga total.Porém ela está bem longe de chegar a virar popular, pois como a bateria é feita de ouro ela é extremamente cara. Mas o que acontece depois do uso destas baterias? Provavelmente você já deve ter escutado que o descarte incorreto de pilhas e baterias é extremamente prejudicial para o meio ambiente. O descarte incorreto é tão prejudicial, pois contém diversos materiais que se associam de forma fácil a compostos orgânicos. Os materiais contidos em pilhas como chumbo, cádmio, mercúrio, lítio, zinco, prata e diversos outros metais são extremamente tóxicos. Quando esses componentes são descartados de forma incorreta leva a poluição do solo, rios, lagos, lençóis freáticos e até a poluição atmosférica. E se estes metais estão na água, eles podem chegar até nós e causar danos ao nosso cérebro, pulmões, fígado, rins e até no sangue. E optando pelo descarte correto nós encontramos muitas vantagens no reaproveitamento destes materiais. Primeiro que nós deixamos de extrair recursos não renováveis da natureza. Segundo, quando descartado de forma correta não tem impacto negativo no meio ambiente Terceiro, impactamos de forma positiva a sociedade gerando mão de obra para uma infinidade de trabalhadores. Além disso, gera interesse financeiro para desenvolver novas pesquisas e libera “espaço” nos aterros sanitários. O Brasil foi o primeiro país da América Latina a definir regras para o descarte correto das pilhas através da Resolução CONAMA n 257 de 1999. Na verdade, a CONAMA 257 traz limites de metais pesados contidas nas pilhas e baterias. Em 2008 tivemos a atualização da resolução com a CONAMA 401 e essa atualização ocorreu devido a evolução de técnicas e processos mais limpos. Ainda é uma Resolução muito ampla que não especifica todos os tipos de pilhas e baterias e isso traz muita desinformação sobre o tema. Em 2010 tivemos a Política Nacional de Resíduos Sólidos que é a Lei n 12.305, de 2 de Agosto de 2010. Nesta lei a grande diferença é que ela traz o conceito de responsabilidade compartilhada e não apenas de uma parte ou de outra. Um dos grandes

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Módulos fotovoltaicos instalados em um telhado

Ganhe dinheiro alugando o seu telhado

Ganhe dinheiro alugando o seu telhado 29/10/2020 A energia solar fotovoltaica é uma energia realmente única. Ela é uma das únicas fontes de geração de energia que é possível gerar em quase todos os locais do planeta. Além disso, com ela é possível diversificar e trabalhar com vários modelos de negócios diferentes. Você sabia que a energia solar fotovoltaica é a energia que mais tem crescido nos últimos anos? Só para se ter uma ideia, de todo investimento realizado em energia elétrica no ano de 2019, 41% foi feito em energia renovável. No Brasil, no ano de 2018 tivemos cerca de 35.483 usinas instaladas e em 2019 chegamos a 120.504. Grande crescimento, não é mesmo? Hoje no Brasil nós temos mais de 3.800.000,00 kW de potência instalada só de energia solar fotovoltaica na geração distribuída. Mas todo esse montante não representa nem 1% de toda energia elétrica gerada no Brasil. Então, como podemos perceber, ainda temos um longo caminho para percorrer e transformar nossa matriz energética. Algo que poucos sabem, é a possibilidade de você conseguir alugar o seu telhado para outras pessoas. Mas antes de mais nada você precisa entender como funciona a energia solar fotovoltaica. De forma bem simples, a energia solar fotovoltaica funciona por causa do efeito fotovoltaico. A radiação solar chega nos módulos fotovoltaicos que transforma a energia da radiação do sol em energia elétrica. Essa energia elétrica gerada vai para um inversor que converte a energia de corrente contínua para corrente alternada. E neste momento nós consumimos a energia ou ela é cedida de forma gratuita para a distribuidora. Neste último caso, essa eletricidade cedida entra como crédito para você consumir nos próximos 60 meses. Se quiser conhecer tudo que você precisa saber sobre energia solar fotovoltaica, clique aqui. E esse setor é regulado pela resolução normativa 482, com outras duas atualizações. Nestas resoluções normativas traz 2 categorias microgeração distribuída e minigeração distribuída. A grande diferença é que na microgeração a potência máxima instalada é até 75 kWp e na minigeração são as usinas acima dos 75 kWp. Depois disso ele traz 4 modalidades para instalar o seu sistema solar fotovoltaico. Geração Junto a carga Como o próprio nome diz, é você ter o seu próprio sistema de geração no local que vai consumir essa energia gerada. Empreendimentos com Múltiplas Unidades Consumidoras Esta modalidade é gerar energia no próprio local que vai consumir a energia gerada, porém por diversas pessoas. Geração Remota É a possibilidade de você gerar energia em um local e consumir em diversos local, porém todos as unidades consumidoras devem ser do mesmo CPF ou CNPJ. Geração Compartilhada Aqui é onde uma usina pode fornecer energia elétrica para diversas CPFs ou CNPJs em diversos locais. Porém todos devem estar conectados na mesma distribuidora. O modelo de negócio trabalhado com aluguel de telhado é o da modalidade de geração compartilhada. Inversor Fotovoltaico Eficiência Energética Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Como funciona? Nesta modalidade podemos considerar 3 grandes nomes. O investidor, o locatário e o consumidor final. O investidor é aquele que vai fazer o aporte financeiro, ou seja, é ele que vai investir no sistema solar fotovoltaico. Lembrando que não é o investidor, pode ser a investidora, as investidoras ou os investidores. E esse pode ser até mesmo o dono do local que está alugando o terreno, que no caso para ele é um benefício em dobro. Que também pode ser o próprio Consumidor, que não tem espaço para instalar e usufruir da energia solar fotovoltaica. O locatário é o indivíduo que tem uma área disponível para fazer a instalação do sistema solar fotovoltaico. Neste caso pode ser uma grande área no chão, laje, telhado, galpões e diversos outras grandes áreas disponíveis. E por último, mas o mais importante, o Consumidor final. É ele que vai alugar o sistema solar fotovoltaico do investidor. Quando tratamos de geração compartilhada é preciso criar uma cooperativa ou um consórcio. Se quiser saber a grande diferença e como funciona, temos uma matéria escrita apenas sobre cooperativa solar. Mas como realmente funciona? Vai ser desenvolvido uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), é uma empresa com um objetivo bem específico. Que neste caso vai ser a geração de energia e a distribuição desta energia elétrica gerada. O próximo passo é instalar o sistema solar fotovoltaico na área concedida ou alugada. Após o comissionamento da distribuidora a usina solar fotovoltaica entra em operação. E agora toda a energia gerada vai ser distribuída entre todos os cooperados ou consorciados. E é possível distribuir este montante de energia em qualquer proporção. Como assim? Vamos imaginar que temos 20 cooperados e a distribuição não precisa ser de 5% para cada integrante. Pode ser 10% pra um 2% pra outro, 30% para outro e assim por diante. E como eu posso alugar o meu telhado? Como dito no começo desta matéria a energia solar fotovoltaica funciona através do efeito fotovoltaico. E este efeito acontece no contato com a radiação solar. Portanto o local ideia são aqueles que não possuem nenhum tipo de sombra. E eu digo nenhum mesmo, pois uma antena pode diminuir toda geração de energia. Existe também outra possibilidade de aluguel de telhado, quando o investidor é o próprio Consumidor. Que é a geração remota, pois o Consumidor vai buscar um local para instalar o próprio sistema solar fotovoltaico. Então neste caso a consumidora de energia elétrica que mora em um apartamento e não tem área para instalar o seu próprio sistema solar fotovoltaico. Ela pode alugar o telhado de outra pessoa e gerar a própria energia elétrica. Isso não é muito demais? Além de toda essa mobilidade energética ela traz enormes benefícios ambientais e sociais. Se você tem um telhado e quer alugá-lo, clique no botão abaixo. Quero alugar meu telhado Se você quer gerar a própria energia, mas não tem espaço, clique no botão abaixo. Preciso de um telhado Guia Prático Sobre Energia Solar Fotovoltaica Conheça as principais características sobre a geração de energia solar fotovoltaica, como

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Destaque da classificação de eficiência energética de A a E. com uma casa ao fundo.

Eficiência Energética

Eficiência Energética 20/10/2020 Aqui no Brasil pouco é feito e falado em relação a eficiência energética. Em uma declaração dada pela ABESCO – Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia – temos uma perda de 12% em energia. Essa perda está diretamente ligada a processos, equipamentos, hábitos de consumo ineficiente e diversos outros fatores. E esse desperdício de energia resulta em um prejuízo de aproximadamente R$ 30 bilhões por ano. Esses R$ 30 bilhões estão influenciando diretamente nós consumidores e o governo.  Hoje no Brasil nosso consumo de energia pode ser dividido em 6 áreas: transporte, indústria, energia, residencial, comercial e agropecuário. O setor de transportes é responsável por 34,8% e o da industrial de 33,8% já o 31,4% estão distribuídos entre as outras áreas. Por curiosidade o consumo de energia no setor energético é de 11,2%, residencial de 10,6%, comercial de 5,2% e agropecuário com o restante de 4,4%. Além disso, eficiência energética está diretamente ligado a ações de sustentabilidade. Principalmente quando analisamos todos impactos causados por todos recursos do nosso dia a dia. Mas para começar, o que é Eficiência Energética? De forma bem resumida e clara é fazer mais com menos energia. São ações que visam melhorar todo nosso uso das fontes de energia e água, ou seja, buscar o mesmo resultado gastando menos energia. E neste ponto, cada um de nós pode fazer grande diferença, como buscar equipamentos mais eficientes. E se pensarmos cada dia mais tudo que utilizamos é ligado a alguma fonte de energia.   Ações como a troca de lâmpadas por Led são ações relacionadas a eficiência energética. E por que é melhor trocar para LED? Uma lâmpada tipo LED de 7W tem o mesmo nível de luminosidade que uma lâmpada incandescente de 60 W. Ou seja, economia de 53 Watts por hora ou quase 90% de economia apenas com a troca dessa lâmpada. Além disto, a vida útil do LED é 50 vezes maior e o calor que é transferido para o ambiente também é menor. Com isso também gastaremos menos energia com a climatização do ambiente e consequentemente obtém uma economia financeira ainda maior. Outro fator importante são os motores que utilizamos, é estimado que cerca de 70% da energia elétrica da indústria é consumida no motor. Então rever se ainda existe a necessidade de possuir o motor com essa mesma potência e/ou buscar equipamentos mais eficientes. Hoje já temos motores de alta eficiência que trazem uma economia em torno de 20% a 30% em comparação a um motor tradicional. Outro ponto que está conectado a todos os setores é o setor de climatização. Um retrofit (troca de um equipamento antigo por um novo) pode trazer uma economia de até 50% no custo com energia elétrica. Isso sem considerar custos de manutenção do equipamento. Outro ponto interessante a considerar é a proximidade em que os insumos estão sendo gerados. Se utilizarmos insumos gerados em Manaus e consumirmos em São Paulo temos um grande gasto energético envolvido. Temos o próprio custo energético industrial, transporte, tempo, financeiro e um maior risco embutido em todo o ciclo. Um bom jeito de saber quais equipamentos são mais eficientes que outros é o próprio programa criado pelo governo. Por não termos conhecimento técnico de todos equipamentos que vamos utilizar em nosso dia a dia o Inmetro criou o PBE. Para quem não sabe o PBE é o programa brasileiro de etiquetagem. Esse programa é aquele selo, que encontramos nas geladeiras, que vai de A até E, sendo A mais eficiente e E menos eficiente. Então se optarmos por equipamentos do grupo A de eficiência energética vamos trazer diversos benefícios para nós. Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor 5 Mitos e Verdades da Energia Solar Fotovoltaica Quais os impactos da falta de eficiência energética? Financeiro, o mais óbvio de todos, pois com toda a economia possível citada fica bem claro que impacta diretamente o seu bolso. Recursos naturais com a eficiência energética utilizamos todos os insumos de forma a obter o maior valor deste recurso natural. E desta forma gastamos muito menos recursos naturais. Infraestrutura, pois se não pensarmos de modo eficiente, existe a necessidade de construir mais linhas de transmissão e rodovias. E todo esse custo com certeza vai sair do nosso bolso. Socialmente, se considerarmos o cenário do cumprimento das metas do acordo de Paris para eficiência energética. Existe uma perspectiva de gerar em torno de 1.277.663 novos empregos diretos e indiretos até 2030. Portanto a eficiência energética tem grandes impactos diretos e indiretos em nossa vida. E como posso ser mais eficiente energeticamente? Sempre que esta pergunta me vem à cabeça me surge uma pergunta também “Qual a energia mais cara que utilizamos?” E a resposta que eu sempre encontro é aquela que geramos e não utilizamos. Por isso ter em mente que utilizar toda energia e não gerar desperdício é o princípio da eficiência energética. Agora vou citar 10 ações que podem ser realizadas para reduzir nosso consumo energético. Modernização dos equipamentos e materiais Melhorar e/ou aperfeiçoar um processo produtivo Utilização de técnicas de reuso, captação de água pluviais, instalação de terminais redutores Pesquisa para autoprodução de insumos Substituição de dispositivos de iluminação por outros materiais mais eficientes; Utilização de sistemas de automação, possibilitando maior produtividade, otimização de processo, comunicação entre equipamentos; Maior precisão no controle de dados e aumento da qualidade; Utilização de iluminação natural Reaproveitamento de energia em dissipação, como o uso da energia térmica de motores para aquecimento de água. Substituição da energia elétrica por energia solar fotovoltaica. E de bônus vamos citar uma que acreditamos ser muito importante para todas as outras 10 ações funcionarem. A mudança de comportamento. Este é um item que quase ninguém se preocupa, mas é ele que vai levar todos os outros ao sucesso. É uma simples mudança de processo e mudança no comportamento pode resultar enormes benefícios. E uma das mudanças que gostamos de trabalhar é a ideia de prosumidor. Que é

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Cooperativa Solar

Descubra a Cooperativa Solar

Descubra a Cooperativa A Energia Solar Fotovoltaica é uma das fontes de geração de energia elétrica mais acessíveis a toda população. Ela é acessível, pois em todo lugar do planeta Terra temos sol em abundância. Ela é acessível, pois a cada dia que passa os custos para acesso ao sistema solar fotovoltaico está mais baixo. Ela é acessível, pois existem infinitas aplicações, como em aviões, carros, casas, móveis, relógios e muitos outros. E como você já sabe a Energia Solar Fotovoltaica é a energia elétrica gerada através dos raios solares. A energia do sol chega nos módulos fotovoltaicos que convertem a radiação solar em energia elétrica. Esta energia elétrica gerada passa por um inversor e depois vai para o nosso quadro de distribuição. Ai neste ponto podem seguir dois caminhos, um é a do consumo imediato e a outra é para enviar essa energia para a rede elétrica. Quando enviamos essa energia para a rede elétrica ela é considerada como crédito para consumirmos nos próximos 60 meses. No Brasil nós temos a resolução normativa 482 que deu início a possibilidade de instalar um sistema solar fotovoltaico para qualquer pessoa. A resolução normativa veio em 2012 e tivemos outras 2 atualizações até hoje. Destas resoluções nós temos 4 modalidades para utilizar a energia solar fotovoltaica. Geração junto a carga que é quando se instala um sistema solar fotovoltaico próximo do consumo de energia elétrica EMUC que é o acrônimo para empreendimento com múltiplas unidades consumidoras. Neste caso é a geração junto a carga para diversas pessoas. Autoconsumo Remoto é a geração de energia elétrica para um único consumidor em um local e consumido em diversos locais Geração compartilhada é a possibilidade de gerar energia em um local e consumir por diversas pessoas em diversos locais Que é basicamente o autoconsumo remoto para diversas pessoas. E é este ponto que eu quero trazer no blog de hoje, sobre o uso da geração compartilhada. Como dito logo acima, a geração compartilhada é a possibilidade de ter um ou mais centrais geradoras de energia elétrica. E toda essa energia é compartilhada entre diversas pessoas ou empresas. E para poder fazer o compartilhamento desta energia é necessário a criação de um consórcio ou de uma cooperativa. Um consórcio é composto por pelo menos 2 empresas e ela é criada específico para empresas. Já a cooperativa é específica para pessoas físicas e uma cooperativa precisa de pelo menos 20 pessoas. Porém em uma cooperativa é possível abrir uma exceção e adicionar uma empresa na cooperativa, mas só em caso de exceção mesmo. Mas o que é uma cooperativa? Por definição cooperativa é a união de pessoas com um propósito bem definido que é melhorar a vida por meios econômicos. No caso da cooperativa solar todo os consumidores devem ter em comum o interesse em produzir a própria energia elétrica. Lembrando que a conta de luz não pode ser zerada, no caso para consumidores do grupo B, existe o custo de disponibilidade. Já para os consumidores do grupo A, que são as indústrias, existe o custo da demanda contratada. Com a criação de cooperativas solar é possível facilitar o acesso da própria geração de energia por diversas pessoas. E consequentemente aumenta o número de pessoas se beneficiando de uma energia limpa e renovável. Para desenvolver uma cooperativa solar a usina solar fotovoltaica e os cooperados devem estar conectados na mesma distribuidora de energia. Isso quer dizer que se a usina solar fotovoltaica está conectada na Enel SP, todos os cooperados devem estar ligados a Enel SP. Historia da Energia Solar Fotovoltaica Inversor Fotovoltaico Conta COVID, a Pandemia da Energia Elétrica. Exemplos de Cooperativas Uma cooperativa composta por 20 pessoas físicas com diversos consumos diferentes. Por exemplo 15 pessoas com consumo de 150 kWh/mês, 4 com 300 kWh/mês e uma com 1.000kWh/mês Neste caso vamos analisar o custo de disponibilidade, tamanho do sistema necessário e a área necessária. Depois disso, já vamos ter a geração média mensal de energia e o custo de material, projeto e instalação do sistema solar fotovoltaico. Calculamos o custo de investimento de cada um e o quanto cada um consegue obter de economia. Outro caso possível é 50 consumidores de 150 kWh/mês, 20 com 300 kWh/mês e uma pessoa jurídica, por exemplo um supermercado, com 5.000 kWh/mês. Porém neste caso a cooperativa formada não tem capital para investimento, portanto pode ter uma outra parte apenas para realizar o investimento. Assim, os cooperados pagam um custo mensal para esse investidor, porém já conseguem uma redução imediata na conta de luz. Como você pode ver, existem muitas possibilidades. E você já chegou a pensar de onde vem a sua energia? Bom se você mora em SP, grande parte da nossa energia vem de usinas de outras regiões. E quando a energia elétrica é gerada longe de onde vai ser consumida, existem diversas perdas neste percurso. E quando tem perdas, temos custos envolvidos, portanto, nossa conta de energia vem mais cara. Então quando nós geramos a energia próxima do local que vai ser consumido ajudamos também a estabilidade da rede elétrica. Com a energia solar fotovoltaica você fica livre de alterações da tarifa, livre da bandeira tarifária e não se preocupa com a fonte da sua energia elétrica. Ainda mais vivendo em um país como o Brasil, cheio de instabilidade e risco. Investir em algo que vai te trazer um retorno garantido é algo muito benéfico. E muito mais do que isso, investir em energia solar ajuda a economizar sem agredir o meio ambiente e beneficiando a sociedade. Não deixe para depois, invista agora e comece a economizar! Entre em contato AGORA Guia Prático Sobre Energia Solar Fotovoltaica Conheça as principais características sobre a geração de energia solar fotovoltaica, como o posicionamento do sol, as características dos equipamentos e a legislação brasileira. Baixe Agora

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Energia Solar Fotovoltaica

Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor

Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Hoje escutamos muito sobre as mudanças climáticas serem o grande bicho papão e todo mal que estamos causando no mundo. Será que isso é verdade? Bom para início de conversa temos que entender o que é o efeito estufa para falar sobre o aquecimento global. O efeito estufa é um efeito natural da Terra e que sem ela nós, provavelmente, não estaríamos por aqui. O efeito estufa é responsável por manter nosso planeta aquecido e com isso atingirmos temperaturas para nossa sobrevivência. Esse calor vem da radiação solar, onde uma parte é refletida e outra parte entra em nossa atmosfera. A parte que entra é absorvida e outra é refletiva pela superfície terrestre. E a camada de efeito estufa retém uma parte da refletida pela superfície terrestre para manter o planeta aquecido. Então qual o problema do efeito estufa? O grande problema é que nós estamos emitindo muito mais gases causadores do efeito estufa que o planeta comporta. Para se ter uma ideia nós estamos emitindo cerca de 152 milhões de tonelada destes gases a cada 24 horas. E essa emissão vem de diversas fontes como transporte, queimadas, processos industriais, geração de energia e muitas outras fontes. Porém a principal fonte é a queima de combustíveis fósseis, que tem como principal uso a geração de energia elétrica. Cerca de 25% de todo gás do efeito estufa que emitimos está relacionado a geração de energia. Segundo James Hansen, ex diretor da Nasa, a energia que emitimos na atmosfera é equivalente a 500.000 bombas nucleares por dia. Bom se você não acha esse dado um absurdo, eu não sei o que você vai achar…. Continuando, uma curiosidade, nos 19 dos 20 anos mais quentes desde o ano de 1850 aconteceram de 2001 para cá. E os mais quentes, em ordem decrescente, são os anos de 2016, 2019, 2017, 2015 e 2018. Em 2019 a temperatura mais alta chegou a 52C. No ano de 2018 em Omã teve a temperatura mais quente no período noturno, 42C. Você imagina passar a noite com 42C? Outro ponto importante é que a maior parte do calor emitido pelos gases que nós geramos é armazenado nos oceanos. E com o aquecimento dos oceanos, temos mais evaporação e com isso aumenta o número de chuvas torrenciais. Além disso, com o aquecimento da superfície terrestre também mudamos as correntes de ar, que afetam diretamente todo clima mundial. Aumenta o número de desastres naturais como furacões, tsunamis, excesso de chuva, ventos e muitos outros. Já se perguntou quantos desastres naturais temos vivido nos últimos anos? E quantos você ouviu falar na sua infância? Não sei se você lembra, no começo desse ano tivemos uma enorme quantidade de chuvas em Belo Horizonte que causou mais de 30 mortes. Também tivemos as fortes ventanias no sul do Brasil. Esses desastres naturais custaram aproximadamente 2.5 trilhões de dólares nos últimos 10 anos. Quem não lembra no último ano que São Paulo as 3 horas da tarde ficou escuro por causa das queimadas na região central do País. Ou da grande queimada na Austrália, essas são mais alguns dos efeitos do aquecimento global. As mudanças climáticas afetam diretamente os setores de alimentação, água e da saúde. A pouco tempo atrás no Brasil vivemos uma grande estiagem de água, e isso afetou a toda a população. A falta de água afetou diretamente toda nossa indústria, agricultura, energia e nosso uso doméstico. Com o aumento da temperatura nós consumimos mais água, as plantações exigem mais água, usamos mais energia e assim por diante. Economizar com Energia Solar Fotovoltaica Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Veículos Elétricos Segundo a Pesquisa Nacional por amostra de Domicílios (PNAD) de 2019, um em cada dez domicílios falta água uma vez na semana. O abastecimento de água ajuda na higiene e na prevenção de doenças. Lavar as mãos com água e sabão está entre as recomendações para impedir o contágio pelo novo coronavírus. Então como devemos fazer se falta água em 10% das casas dos brasileiros? Outro ponto crítico são as mortes causadas pela poluição do ar. Para se ter uma ideia, no Brasil tivemos mais de 44.000 mortes só em 2016 causadas pela poluição atmosférica. Você se lembra da Olimpíadas da China, onde a poluição foi visível para todo o mundo? Outro grande ponto importante é o aumento no número de pessoas com doenças respiratórias como rinite, asma e muitas outras. Quem não conhece alguém com alguns destes problemas? No brasil também temos o grande problema da Dengue, que afeta diretamente a saúde da população. E como eu disse anteriormente, grande parte dos gases do efeito estufa estão “presos” nos oceanos. E estes gases fazem com que os oceanos fiquem acidificados, e essa acidificação afeta todo bioma marítimo. E o segundo maior causador dos gases do efeito estufa estão a mudança de solo que grande parte é para uso de plantação de monoculturas. No último ano fomos responsáveis por perder mais de 1 milhão de hectares de florestas no brasil. Mais do que perder 1 milhão de hectares de florestas, todo o bioma foi afetado de forma avassaladora. E uma das soluções para contornarmos esses problemas é o uso de energias renováveis. Energias como a eólica e a solar estão em crescimentos exponenciais nos últimos anos. Em 2002 a Bloomberg fez uma projeção de que o mercado de energia solar iria crescer cerca de 1GW por ano. À realidade foi 17 vezes maior que essa projeção e em 2019 foi 121 vezes maior, ou seja, o mundo está mudando para solar. E um dos grandes motivos é porque o custo da energia solar caiu drasticamente. Hoje o custo do módulo fotovoltaico por watt está em torno de 0,20 centavos de dólar. As energias renováveis também emitem uma quantidade significativa menor de CO2 em comparação a outras fontes. Outro ponto é que muitas das energias renováveis são possíveis de gerar a energia próxima do local do consumo da carga. E faz com que

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China

China: a Tendência da Energia Renovável Hoje estamos no meio de uma Pandemia que está assolando todo o Mundo. E uma das causas é a destruição de florestas nativas e a proximidade com animais selvagens. Cada dia mais estamos invadindo o meio natural e isso tem causado a maioria dos nossos últimos problemas de saúde. Segundo a Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) 70% das doenças modernas são causadas pelos animais. Além do poder destrutivo em massa das áreas verdes do mundo, nós também estamos cometendo um lento suicídio. Que é a grande quantidade de gases do efeito estufa que emitimos, diariamente, em nossa atmosfera. Como é de conhecimento geral, as mudanças climáticas são um dos graves problemas mundiais que enfrentamos nos dias de hoje. Ou você ainda acredita que a mudança climática é invenção e que a terra é plana? Rsss De acordo com World Resources Institute, as principais atividades geradoras de gases de efeito estufa no mundo são: Geração de Eletricidade e Calor (24,9%); Indústria (14,7%); Transporte (14,3%); Agricultura (13,8%); Mudanças no uso do solo (12,2%); Outros combustíveis (8,6%); Processos industriais (4,3%); Lixo (3,2%) A emissão de gases do Efeito Estufa da China continua a subir Hoje um dos maiores responsáveis pela emissão dos gases do efeito estufa do mundo é a China. Para se ter uma ideia, a China gera mais gases do efeito estufa que toda a Europa. Hoje a China emite cerca de 9.825,8 Milhões de Toneladas de CO2 e é responsável por 28,8% de todo gás carbônico emitido no mundo. Como podemos observar a tendência de emissão global dos países desenvolvidos está caindo. Porém a China, indo contra esta tendência pelo fato de mais pessoas terem acesso aos benefícios do mundo globalizado. Benefícios como acesso a energia elétrica, a tecnologias eletrônicas, automóveis e diversas outras tecnologias modernas. Já o índice no Brasil, continua em um patamar relativamente estável, indicando uma estagnação em níveis de emissão de CO2. E essa curva se explica quando analisarmos o volume do consumo de energia em nível local e mundial. Podemos verificar que o consumo de energia da China cresce drasticamente, enquanto a Europa e o EUA continuam no mesmo nível. No caso do Brasil, vemos um leve aumento no consumo energético do país, mas de baixa representatividade a nível mundial. A china é responsável por consumir 24,3% de toda energia gerada mundialmente, e a principal fonte de geração de energia é o Carvão. Porém quando analisamos o consumo per capita o cenário muda. Neste caso temos o EUA em primeiro lugar, depois a Europa, China e por último o Brasil. O EUA teve um consumo per capita de 287,9 GJ (GigaJoule), a Europa com 123,6 GJ, China de 98,8 GJ e o Brasil 58,8GJ. Como dito anteriormente, ainda na China temos diversas áreas com baixos índices socioeconômicos. Além disso, a China conta com uma população de 1,393 bilhão de pessoas, o que faz muita diferença na quantidade de energia necessária. Descubra a Bateria e o seu Impacto Inversor Fotovoltaico 12 vilões da energia elétrica E a geração de energia global está em declínio. Em 2019 tivemos um declínio no consumo energético mundial. E este declínio energético é principalmente por causa dos EUA, Rússia e Índia. Porém a China seguiu o ritmo oposto, aumentando o consumo de energia. Além do crescimento da China, o uso de carvão no mundo caiu pela 4 vez em 6 anos. E quando se trata de investimento em energia, a energia renovável representa 41% de toda energia nova no ano de 2019. E com este enorme crescimento, a energia renovável supera pela primeira vez a energia nuclear no mundo. No mundo o consumo de carvão teve uma queda de 0,6% e sendo a 4° vez que cai o consumo nos últimos 6 anos. E como resultado desta queda, o uso do carvão para geração de energia elétrica no mundo caiu para 27%, que é a menor taxa dos últimos 16 anos. Essa queda representa claramente o futuro da energia mundial. Porém na contramão do mundo a China, teve um aumento na demanda por energia, teve um crescimento de 1,8 EJ. E quando se trata de energia renovável, temos um crescimento enorme. Se considerarmos a energia solar, eólica e biomassa o investimento em energia renovável foi de 40% do ano de 2018 para 2019. Esse aumento representa um aumento de 0,5% no mix da matriz energética mundial. Parece muito pouco, mas representa 3,2EJ no mundo, sendo 1,4EJ de eólica e 1,2 EJ de solar. E a China também lidera neste ponto, com o maior aumento de energia renovável no mundo. Representando cerca de 0,8 EJ e tendo como a energia solar fotovoltaica responsável por 50% deste crescimento. A matriz Energética da China é uma das mais poluidoras do mundo. Em 2003, a matriz energética da China era dividida entre 3 grandes grupos, usinas térmicas, hidroelétricas e nucleares. E as usinas térmicas representavam 82,7% de toda matriz energética e 14,8% era de hidrelétricas. E em menos de 20 anos vemos uma grande evolução da energia renovável dentro da China. Ainda muito lenta, porém uma diferença enorme comparada com 2003. A china representa 23% do consumo mundial de energia renovável. De 2008 até 2018 a China teve um crescimento de energia renovável numa taxa de 36,6% Como podemos analisar pelo gráfico, a China está com um crescimento enorme no uso de energia renovável. Ainda está longe de ter uma matriz energética renovável, porém está migrando para este caminho. E em poucos anos vai ultrapassar toda geração de energia renovável da Europa. Hoje a China já é responsável por 26% de toda energia renovável do mundo. Além disso, o EUA, o segundo país com maior quantidade de energia renovável do planeta, tem 33% menos geração de energia. E se compararmos apenas da energia solar, a China tem mais que o dobro da geração de energia do que o segundo colocado, EUA. Além disso, a energia solar na China em 2019 teve um crescimento de

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Resolução Normativa 482 e 687

Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica

Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica 27/07/2020 Hoje a maior fonte de energia do mundo é o carvão, uma fonte extremamente poluidora e maléfica para o mundo. E é muito compreensível o uso desta tecnologia nos anos que se passaram. Porém com o avanço das tecnologias da energia renovável, o uso do carvão já está obsoleto. Além de ser péssima para o meio ambiente, financeiramente já está no mesmo patamar das tecnologias renováveis. De energia renovável é possível utilizar a biomassa, água, vento e o sol. Parece aquele desenho Capitão Planeta, que era a união da força da terra, fogo, água, vento e coração. Já entrega a minha idade né (rsssss), mas pra mim tem tudo a ver com energia renovável e com as mudanças climáticas. Voltando ao assunto, hoje não existe mais necessidade de gerarmos energia elétrica a partir de fontes poluidoras. Ainda mais no Brasil, onde temos todas as renováveis em excesso. Como você já deve ter percebido, a energia solar fotovoltaica veio para ficar e mudar o seu relacionamento com a energia elétrica. Porém como a tecnologia ainda é “nova” no Brasil e para facilitar a entrada desta tecnologia para toda população. A ANEEL estabeleceu algumas regras para o uso destas energias renováveis em pequenos consumidores. E foi daqui que surgiu a Resolução Normativa 482 em 17 de abril de 2012. Até hoje eu lembro deste dia, foi uma comemoração no ambiente que eu trabalhava com um dos primeiros leilões para energia solar. Na época eu trabalhava com energia solar heliotérmica, que é a geração de energia elétrica por aquecimento de um fluido com o sol. Querem saber mais sobre esta tecnologia? Deixe um comentário que crio um outro post sobre o assunto. Então a Resolução Normativa veio para descrever todas regras para você conseguir gerar sua própria energia. A Resolução Normativa 482 foi uma mudança de paradigma no setor elétrico, porém em 2012 tudo ainda era muito novo. Portanto a tecnologia ainda era muito cara e era pouco acessível e muito desconhecida. Além disso, por ter sido uma regulamentação nova, as próprias distribuidoras de energia ainda não a conheciam completamente. Esta resolução trouxe pela primeira vez o conceito de microgeração e minigeração distribuída. Mas antes, o que é geração distribuída? De forma simples, geração distribuída é quando a energia elétrica é gerada próxima de onde ela vai ser utilizada.  E inserido na geração distribuída estão as duas modalidades citadas anteriormente, a microgeração e a minigeração distribuída. Sendo que a microgeração distribuída eram centrais geradoras abaixo de 100 kW instalados. Já a minigeração distribuída eram centrais geradoras de 100 kW até 1MW de potência instalada. Além deste conceito também inaugurava o sistema de compensação de energia elétrica. Sistema de Compensação de Energia Elétrica, também conhecido pelo termo em inglês net metering, é um incentivo para o uso de energia renovável. É um procedimento no qual um consumidor de energia elétrica instala pequenas centrais geradoras em sua unidade consumidora. E toda energia elétrica gerada é usada para abater o consumo de energia elétrica consumida da unidade. Mais a frente vou detalhar mais sobre este sistema de compensação de energia. No final deste mesmo ano, veio a Resolução Normativa 517 que alterou e adicionou alguns pontos da RESOLUÇÃO NORMATIVA 482. Um dos principais pontos adicionados nesta nova resolução foi o prazo limite de 36 meses para consumir a energia produzida. E muitas mudanças na redação da RESOLUÇÃO NORMATIVA 482, deixando-as mais claras e específicas.   Empregos Verdes Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica Historia da Energia Solar Fotovoltaica Este é um exemplo de mudança de texto. “ III – sistema de compensação de energia elétrica: sistema no qual a energia ativa gerada por unidade consumidora com microgeração distribuída ou minigeração distribuída compense o consumo de energia elétrica ativa. III – sistema de compensação de energia elétrica: sistema no qual a energia ativa injetada por unidade consumidora com microgeração distribuída ou minigeração distribuída é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa dessa mesma unidade consumidora ou de outra unidade consumidora de mesma titularidade da unidade consumidora onde os créditos foram gerados, desde que possua o mesmo Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto ao Ministério da Fazenda. “ E 3 anos depois veio a grande mudança, a Resolução Normativa 687 de 24 de novembro de 2015 e logo depois a 786 em 17 de Outubro de 2017. Esta sim trouxe diversos adendos que trouxeram outros muitos novos modelos de negócio para este setor de energia renovável. Nesta nova resolução a microgeração é considerada até 75kW e não mais 100kW de potência instalada para as centrais geradoras. Já para minigeração distribuída aumentou de 1 MW para 5 MW de potência máxima instalada nas centrais geradoras. Como dito anteriormente o prazo limite era de 36 meses agora com esta nova resolução normativa foi alterado para 60 meses.  Agora vou citar 4 pontos importantes adicionados na Resolução Normativa 687 e 786 1. Melhoria e Reforço Na resolução normativa está citada em dois pontos separados, porém os dois tratam sobre o mesmo ponto. Trazendo a necessidade de se manter a qualidade na distribuição da energia elétrica. Neste caso, quando se trata de microgeração, a responsável é a distribuidora de energia. Porém quando se trata de minigeração o responsável pela adequação da rede de distribuição é o consumidor. 2. Empreendimento com Múltiplas Unidades Consumidoras também conhecida como EMUC É a possibilidade de instalar centrais geradoras que a energia elétrica pode ser compartilhada entre diversos consumidores. Um ótimo exemplo é a possibilidade de construir centrais geradoras em um condomínio e compartilhar entre os moradores e as áreas comuns. Único ponto é que todas as unidades consumidoras devem estar localizadas na mesma área. 3. Geração compartilhada Nesta se enquadra onde as centrais geradoras distribuem energia para diversas unidades consumidoras. E todas as unidades consumidoras devem estar na mesma área da distribuidora de energia elétrica. 4. Autoconsumo remoto

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Energia Solar fotovoltaica

Energia Solar Fotovoltaica: 5 motivos para não investir

5 motivos para não investir em energia solar fotovoltaica Cada vez mais as pessoas estão buscando meios de economizar energia. Mais do que isso a sensação de gerar a própria energia elétrica chama muita atenção. E ainda gerando a própria energia através de uma fonte infinita e renovável. Se você caiu aqui é porque você está buscando uma forma de economizar e a energia solar fotovoltaica é uma das soluções. Então vai parecer meio estranho escrever um post falando por que não ter o próprio sistema solar fotovoltaico. Mas é isso mesmo, vou tentar te convencer a não instalar um sistema solar fotovoltaico Então espero que até o final deste blog você já tenha decidido sobre ter ou não a sua própria geração de energia. Para facilitar vou dividir este post em tópicos sobre os principais motivos para correr do seu sistema solar fotovoltaico. E todo esse texto vai estar baseado em um exemplo de um sistema solar fotovoltaico de 3,28 kWp com valor aproximado de R$ 16.600,00. R$ 16.600,00, 16 mil reais, é muito caro!!! Com este sistema solar fotovoltaico eu vou ter uma economia R$ 3.300,00 por ano, mesmo assim não vale a pena. Por mais que eu pague esse sistema de 4 a 5 anos apenas com a economia que vou fazer, ainda assim, é muito dinheiro. Além disso, hoje eu pago só R$ 0,80/ kWh é muito barato comparado aos 16 mil reais. Por mais que mude de R$ 0,80/kWh para R$0,20/kWh, ainda assim, não vale a pena. Por mais que eu tenha mais 20 anos pagando apenas o a pagando o mínimo não vale a pena. Eu prefiro gastar esse dinheiro dando de entrada em um carro que só vai me gerar mais gastos todo mês, mas vai me levar para todo lado. E é garantido mesmo o retorno financeiro? Porque eu não sei se é verdade isso, talvez eu nunca mais veja o retorno deste investimento. Acho que é melhor investir em algo seguro e confiável, como a poupança. Não dá para confiar no sol, vai que ele não aparece e não gere a minha energia. Já a poupança eu sei que vai me dar 2% todo ano e não corro risco nenhum, pois o governo é muito estável e confiável. A poupança existe a tanto tempo que não sei, mas usar o sol como energia, isso é novo e eu não gosto muito de novo. Mas para falar a verdade, estou pensando em comprar o novo Iphone, você viu? Está bem barato, apenas R$ 8.000,00. Bem mais barato que o sistema solar fotovoltaico que apenas gera minha energia elétrica que posso carregar meu iphone. Já o meu Iphone ele tira foto e eu posso ver rede social, ligar para meus amigos e…. Sustentabilidade e a Energia Solar Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica Conheça os Impactos Ambientais da Energia Solar Mas voltando, eu realmente não sei se realmente vai valer a pena. Bom e sobre a inflação energética que vocês utilizam, 7% de inflação energética, não acredito nisso. No máximo o reajuste é a inflação e hoje está super baixa, então a conta não vai subir tanto assim. Quem sabe ela também não deixa de subir, pode até baixar. Pois eu ouvi falar que o governo está investindo em energia solar fotovoltaica. Ai a conta do governo vai diminuir então eu não preciso me preocupar com isso. Eu sei que as distribuidoras de energia vão ser justas e vão diminuir nossa conta de energia elétrica. Encontrei isso no site da Enel e viu, não é 7% que vai subir a energia, é apenas 4,23% então, não tente me enganar. Só por que tivemos aumentos de 19%, 32%,15% e 16% nos últimos 6 anos, não quer dizer que vai continuar assim. E olha só, tivemos uma queda de 8%, então não é de todo mal, está vendo. E outra coisa, por que devo me preocupar em gerar minha própria energia? Posso deixar essa preocupação para outra pessoa e com isso eu não tenho que pensar sobre isso, só vou lá e pago. Não tem problema eu não ter escolha, eu só pago por algo que não sei o que está me afetando mesmo, mas só quero que carregue meu celular. E se for meu eu vou ter que me preocupar com manutenção do sistema solar fotovoltaico. Dá muito trabalho ter que limpar os módulos fotovoltaicos, vou ter que jogar água neles e passar um pano macio por cima. Não tenho tempo para isso, ainda prefiro pagar para utilizar a energia elétrica da rede elétrica. Ah e eu tenho certeza de que essa fonte não é limpa como todo mundo fala. Realmente a extração dos materiais continua extraindo material da natureza e utilizando combustíveis fósseis para essa extração. Pois ainda não existe muitos tratores, ou equipamentos de grande porte que não são movidos com combustível fóssil. Então, por que eu vou mudar para a fotovoltaica que comete toda essas extrações se eu ainda posso utilizar a hídrica. A Energia gerada nas usinas hidroelétricas também são de fontes renováveis, e então não preciso me preocupar com isso. A energia hidroelétrica só tira algumas pessoas da sua casa e deixa elas fora de onde elas nasceram. E meu são apenas alguns peixes e animais silvestres que perdem seu habitat natural. Nós somos os donos do mundo né, podemos fazer o que a gente quiser com esses animais indefesos. E as poucas pessoas que foram expulsas das casas tiveram alguma ajuda financeira e são poucas pessoas Não dá para comparar com a quantidade de pessoas que vão utilizar essa energia das hidroelétricas. E a baixa emissão de gases carbônicos que essas hidroelétricas produzem é muito insignificante. É apenas 10 a 196 miligramas de metano e 170 a 8.457,45 miligramas de gás carbônico a cada metro quadrado por dia. A usina de Itaipu que ainda não foi paga, tem uma área de 1.350 metros quadrados que da 87.885g por mês de gases poluentes Já a energia

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Payback

Payback: Como alcançar a economia

Payback: Como alcançar a economia Neste texto nós vamos trazer o significo de payback e como é feito o cálculo para o retorno financeiro deste investimento. Este é um dos principais indicadores para saber se vale a pena ou não investir em algum projeto. E um dos principais indicadores utilizados para traduzir o valor financeiro do investimento em energia solar fotovoltaica. Já trouxemos um comparativo entre os investimentos mais tradicionais do Brasil em comparação a energia solar fotovoltaica. Então já entendemos que a Energia solar fotovoltaica tem um retorno quase 9x maior que a poupança no cenário atual. Então além de obter este incrível retorno, o investimento é tão seguro quanto a própria caderneta de poupança. Para iniciar este assunto tenho que perguntar, você sabe o que é Payback? Payback é um indicador de tempo de retorno de um investimento em que os rendimentos acumulados se igualam ao valor do investimento.’ Ou seja, de forma simplificada, em quanto tempo você vai recuperar o valor investido e quando vai começar a ter lucro. Outras taxas que estão diretamente ligadas ao Payback são o Retorno sobre o Investimento (ROI) e a Taxa interna de Retorno (TIR). Como já dito, o ROI é o retorno sobre investimento e nele você descobre o quanto ganhou com o investimento. E o TIR é um indicador que nos mostra qual a porcentagem de retorno do investimento e esse valor podemos comparar com outros investimentos. E como posso calcular o Payback? Existem dois tipos de payback, o nominal, simples, e o descontado, valores atualizados. O simples é o resultado do investimento sobre a média dos rendimentos. Já no descontado é necessário trazer todos valores futuros para o presente e depois calcular o payback igual o simples. Meu Sistema Solar Fotovoltaico Então para calcular o valor presente, utilizamos esta fórmula: Senda que a taxa é um valor mínimo de atratividade, ou seja, o quanto você poderia estar ganhando em outro investimento de mesmo risco. E n é o período em questão para trazer a data zero. Depois que fizermos isso, reaplicamos a fórmula do Payback. Um pouco mais complicado né, vou tentar deixar um pouco mais claro mais para frente quando apresentar o exemplo. Essas fórmulas são para você ter um maior entendimento de como tudo está funcionando, porém com o excel é possível calcular de forma automática. Ganhe dinheiro alugando o seu telhado Sustentabilidade e a Energia Solar Você conhece sua conta de luz? Ok, me mostra como aplico isso em energia solar fotovoltaica. Como você já deve saber, toda vez que você pede um orçamento de energia solar fotovoltaica toda empresa te pede a fatura de energia elétrica. Falando nela, você sabe decifrar todos os códigos escritos nela? Descubra aqui. Nós pedimos sua conta de luz por alguns motivos: Saber a média do seu consumo de energia elétrica; Saber o tipo de entrada do seu sistema elétrico; Descobrir o custo da sua energia elétrica; O endereço exato do seu imóvel; Confirmar a distribuidora; Outros valores embutidos. Com estes 6 pontos é possível fazer um levantamento prévio sobre as suas necessidades energéticas, área disponível e possíveis sombras. Agora vou começar com exemplos hipotéticos (qualquer semelhança é mera coincidência). Vamos supor que a Flavia possui um imóvel que tem um consumo no mês de janeiro de 1.150 kWh e este imóvel é ligado em trifásico e está em São Paulo. Para facilitar o cálculo, vou considerar que todos os outros meses são iguais a Janeiro, ou seja, todos os meses com consumo médio de 1.150 kWh. Sabendo que o valor, tirando o cálculo dos encargos, é de R$ 908,00, conseguimos encontrar um valor de R$ 0,7895 por kWh consumido. Com o dado do consumo médio total anual e o seu endereço já é possível calcular uma prévia do seu sistema solar fotovoltaico. Nós utilizamos o software PvSyst para realizar o cálculo prévio e o detalhado, desta forma temos uma previsão mais real da geração de energia elétrica. Utilizando o software, consideramos um consumo anual de 11,7 MWh, 100% do sistema solar fotovoltaico voltado para o norte e sem sombra. Desta forma, o sistema faz o cálculo de geração de energia necessária para suprir esta demanda, assim obtemos um sistema de 9 kWp. Um sistema deste tamanho tem aproximadamente 22 módulos fotovoltaicos que ocupam uma área de aproximadamente 53 m2. Então vamos buscar um sistema com nossos fornecedores e encontramos valores de R$ 28.500,00 até R$ 32.000,00. Par efeito de cálculo vou considerar um custo de R$ 30.400,00 de equipamento fotovoltaico. O restante do valor conta com custo de projeto, custo de instalação, imposto e demais outros custos embutidos. Todo o custo de material, projeto, instalação, imposto e outros custos resulta aproximadamente em R$ 43.000,00.   Bom agora começa o verdadeiro cálculo de Payback para um sistema solar fotovoltaico. A primeira coluna estão os anos de vida de um sistema solar fotovoltaico. Nas próximas 3 colunas representam a geração do sistema solar fotovoltaico, o consumo de energia e a diferença entre eles, tudo em kWh. Da quinta coluna em diante temos o custo do kWh, custo do consumo de energia atual e o custo de energia esperado. Resultando na economia. Então com base na economia vamos subtraindo o valor do investimento inicial até passarmos do negativo para o positivo. Desta forma encontramos que do ano 4 para o ano 5 já obtemos o retorno do investimento e este representa o nosso payback. Como você pode observar a coluna de geração de energia vai caindo e o custo da energia elétrica vai aumentando. A geração vai caindo, pois, as células fotovoltaicas vão se degradando normalmente com o tempo. E ao mesmo tempo que tem o desgaste, também temos a inflação energética. Que normalmente vai aumentando com o tempo. Como podemos observar nesta tabela, o ganho no final do 30 ano é de aproximadamente R$ 673.744,47. Me fala, o que você acha de investir R$ 43.000.00 e em 10 anos ter R$ 78.000,00, em 20 anos ter R$ 293.000, e

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Conta COVID - Calculadora e folha de cálculos atras

Conta COVID, a Pandemia da Energia Elétrica.

Conta COVID, a Pandemia da Energia Elétrica! Estamos no meio de junho de 2020 e continuamos no olho do furacão da pandemia COVID-19. (Pelo menos para alguns) E durante toda essa pandemia o consumo de energia elétrica no Brasil e no mundo teve uma queda significativa. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que é responsável por viabilizar e gerenciar a comercialização de energia elétrica no país, fez uma análise do consumo de energia de alguns países. Países como Itália, Espanha, França, Reino Unido e EUA tiveram uma queda do consumo de energia elétrica. Respectivamente tiveram uma redução de 13%, 12%, 14%, 19% e 7% comparando os meses de maio de 2020 com o de 2019. No Brasil, nós tivemos uma queda de aproximadamente 10,9%, isso porque não passamos por nenhum “lockdown” e adiantamos alguns feriados. Considerando o período da crise no Brasil do dia 21/03 até o dia 05/06 temos uma variação do consumo de 65.549 MW para 58.032 MW. Outro ponto importante de falar é sobre o benefício que o governo está liberando para famílias de baixa renda. E esta variação afeta diretamente as distribuidoras de energia que é responsável por gerenciar nosso sistema de distribuição de energia elétrica. Para resolver estes problemas, um mês atrás, dia 18 de maio, foi publicado o decreto 10.350/2020 que estabelece a criação de uma Conta COVID para o setor elétrico. Se você se lembra, no ano de 2014 passamos por um problema parecido, não a pandemia, mas uma conta auxílio para as distribuidoras. No ano de 2012 a Dilma Rousseff assumia a presidência da República, a primeira mulher a governar nosso país. Uma das promessas dela foi a queda da taxa de energia elétrica do país e realmente aconteceu. A energia elétrica teve uma queda de quase 20% entre 2012-2013, porém esta queda gerou um enorme problema a longo prazo. Na época tivemos uma grave crise hídrica e as distribuidoras, sendo “obrigadas” a diminuir seus preços, tiveram que fazer grandes empréstimos bancários. Esses empréstimos foram obrigatórios pois elas não podem repassar o aumento do custo de compra de energia mais cara a qualquer momento. Mas como assim energia elétrica mais cara? Nossa matriz energética é composta por sua grande maioria de hidroelétricas, ou seja, nossa energia elétrica é gerada através de fontes hídricas. Essa energia, vendida em leilões, é muito mais barata que a energia de termoelétricas. As termoelétricas são contratadas como energia de reserva, elas servem para auxiliar em qualquer necessidade. Isso quer dizer que elas funcionam em mínimo obrigatório e elas só operam 100% quando ocorre problema com as usinas hidroelétricas. E por causa da crise hídrica, as termoelétricas tiveram que se manter ligadas por grandes períodos e essa energia é muito mais cara. Então no final de 2014 já tínhamos voltado ao patamar dos valores de 2012 e a partir dai o valor da energia elétrica só subiu. Fonte: ANEEL Estes valores são os valores médios da tarifa residencial, e elas possuem uma grande variação entre as distribuidoras. Sem contar o valor de bandeira tarifária que entrou em vigor no ano de 2015. O valor total de empréstimo para as distribuidoras foi de R$ 34 bilhões com prazo de pagamento de 54 meses. Destes R$ 34 bilhões, 37,7% eram apenas juros pagos para os bancos que realizaram o empréstimo. Já nos dias de hoje a situação hídrica no Brasil é totalmente contrária a época. Em 2014 nossa reserva hídrica no subsistema Sudeste/Centro-Oeste era de 19,4% hoje estamos em 54,35%. E como dito no início deste post, o consumo durante a pandemia vem caindo. No mês de abril tivemos uma queda de 12% e em maio chegamos a 11% comparado ao mesmo período do ano passado. Estas quedas representam um montante de 14,9% do Sistema Interligado Nacional menor que período pré-pandemia. Os setores que mais diminuíram o uso da energia elétrica forma os automobilísticos, têxteis e de serviços. O setor de veículos chega a uma queda de 55% e o setor têxtil chegando a menos 46% comparado ao mesmo período do ano passado. E a região mais afetada foi a região sudeste/centro-oeste, com uma queda de 12% em comparação a 2019. Sustentabilidade e a Energia Solar Você sabe como funciona a energia solar fotovoltaica? Você sabe de onde vem a energia elétrica? Os 5 estados que tiveram as maiores quedas foram os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. O estado do Rio de Janeiro diminui seu consumo em 17% e o estado de São Paulo em 13%. Porém em termos de energia São Paulo é quase 3 vezes maior que o Rio de Janeiro, tendo o consumo aproximado de 16.000 MWm e 5.500 MWm, respectivamente. Como podemos observar a situação de 2014 e agora de 2020 são bem diferentes. Em 2014 o preço de liquidação da diferença da energia era cara, hoje a energia está mais barata. Em 2014 os juros eram mais altos. Em 2014 tivemos crescimento de consumo energético e agora em 2020 estamos com uma queda do consumo. Então por que foi criada a Conta COVID para ajudar o setor elétrico? Podemos iniciar com a fala do ex-diretor geral da ANEEL Romeu Rufino:  “Quando falta energia, é problema. Mas quando tem energia em abundância, também há consequências.” O que isso quer dizer? As distribuidoras contratam energia a longo prazo, baseado em estudos de crescimento econômico do país. Isso quer dizer que elas já têm um custo de contratação de energia elétrica a longo prazo junto com os geradores. Então todas as distribuidoras estão pagando uma energia que ninguém vai consumir. Além do grande aumento de inadimplência das contas de energia elétrica. E a Conta COVID entra aqui para auxiliar esse custo extra que as distribuidoras devem pagar. Então veio o decreto 10.350/2020 para oficializar este auxílio, e este decreto autoriza a criação da Conta COVID que vai ser gerida pela CCEE. Esta Conta COVID foi criada para cobrir déficits ou antecipar receitas, total ou parcialmente, das

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Construção Civil - Guindaste

Energia Solar Fotovoltaica aplicada na Construção Civil

Energia Solar Fotovoltaica Aplicada na Construção Civil O mundo está mudando e todos nós estamos exigindo por um mundo mais vivo, mais sustentável. Mas o que realmente isso quer dizer e o que isso reflete para o setor da construção civil? Como a informação está livre para todos os consumidores e os clientes estão pedindo por produtos mais sustentáveis. E a construção civil não está longe de ser afetada, pedindo mais condomínios sustentáveis, ou seja, com mais áreas verdes, energia renováveis, captação de água de chuva. Só para se ter uma ideia, em uma pesquisa realizada pela revista Dinheiro, mostra que para 81% das pessoas ouvidas, é muito importante que a estrutura do empreendimento tenha iniciativas voltada à economia de água e de energia. E você quem quer atender, a parte dos 81% ou dos 19%? Então descubra como tornar seu imóvel mais atrativo. Portanto aqui você vai conhecer os usos para a construção civil, os benefícios e tudo que um empreendimento fotovoltaico somado ao da construção civil agrega valor para o condomínio e para a sociedade. Para começar eu vou listar os usos, benefícios e os valores agregados que vou citar neste blog para o setor da Construção Civil. Funcionamento do Sistema Solar Fotovoltaico Locais disponíveis para instalar o Sistema Solar Fotovoltaico As regras que regem o setor de geração distribuída IPTU verde Benefícios para a construção civil Para começar vou falar um pouco sobre o funcionamento do sistema solar fotovoltaica. Como você já sabe o sistema solar fotovoltaico é um sistema composto por 2 principais equipamentos, o módulo fotovoltaico e o inversor. O módulo fotovoltaico recebe a radiação solar e transforma esta radiação em energia elétrica por causa do efeito fotoelétrico. Esta energia é gerada em corrente contínuo. Para o nosso uso, temos que passar para a corrente alternada e essa transformação acontece no inversor. O inversor é responsável por deixar a rede elétrica sincronizada com a energia gerada pelos módulos, e converter a energia elétrica de corrente contínua para corrente alternada e com isso pronta para o nosso consumo. Quer se aprofundar mais em energia Solar Fotovoltaica? Clique Aqui Como sabemos os módulos fotovoltaicos transformam a radiação solar em energia elétrica, portanto precisamos de algum local que tenha acesso direto a essa radiação. Essa radiação solar vem direto dos raios solares, portanto não está ligado ao calor. Então, em quais locais nós podemos instalar o sistema solar fotovoltaico? Bom temos diversas opções, podemos instalar em lajes, coberturas de estacionamento, quadras, jardins, áreas sociais, áreas correlatas e demais locais que tenha sol ao longo do dia. Outro ponto que temos que levar em consideração é a posição que os módulos vão ser instalados. Isso quer dizer que eles devem, idealmente, estar instalados para o norte geográfico, porém nada impede que sejam direcionados a outros ângulos. Locais utilizados na Construção Civil para o Sistema Solar Fotovoltaico E devemos evitar locais que tenham sombreamento durante o dia, mesmo que seja em parte do sistema solar fotovoltaico. Pois a sombra pode afetar significativamente o seu sistema solar fotovoltaico. Ele pode inviabilizar todo o seu projeto por causa de pequenas sombras. Isso acontece quando é utilizado o inversor de String que é o inversor que trabalha com uma série de módulos fotovoltaicos. Neste formato, quando uma folha cai em apenas uma célula de um módulo fotovoltaico, você vai ter uma queda na sua produção de energia elétrica. E essa geração vai ser menor em todos os módulos do sistema solar, pois como estão em série, o máximo que eles podem produzir é o mínimo de cada módulo para não gerar cargas diferentes. Um modo simples de resolver este problema é a utilização de microinversores ou de otimizadores de potência. A instalação na laje e das caixas da água são as áreas mais comuns, pois são as áreas mais altas e as com a menor probabilidade de ter sombra. O fator limitando da laje é a área disponível, no entanto, na maioria dos casos a área disponível é suficiente para cobrir os gastos energéticos das áreas comuns. Então sempre busque um profissional qualificado que faça essa análise que relaciona a área disponível com a sua necessidade energética. Nós da Sunset Energia utilizamos um software chamado PvSyst para realizar todos os cálculos. Nada é feito a olho ou na ponta do lápis. As mesmas considerações devem ser levadas para coberturas de estacionamento, quadras, jardins e áreas sociais. 100% de Energias Renováveis Você sabe de onde vem a energia elétrica? Conheça os Impactos Ambientais da Energia Solar Também é possível, como dito anteriormente, utilizar uma área correlata ao condomínio. O que isso quer dizer? A área correlata é uma área ao lado do condomínio sem nenhuma construção. Com isso podemos desenvolver um sistema solar fotovoltaico no solo. As considerações são as mesmas, só temos que utilizar outro parágrafo dentro da Regulamentação Normativa n. 482. Neste caso podemos criar um empreendimento com múltiplas unidades consumidoras, ou seja, a energia gerada pode ser compartilhada entre todos os moradores e as áreas comuns. “empreendimento com múltiplas unidades consumidoras: caracterizado pela utilização da energia elétrica de forma independente, no qual cada fração com uso individualizado constitua uma unidade consumidora e as instalações para atendimento das áreas de uso comum constituam uma unidade consumidora distinta, de responsabilidade do condomínio, da administração ou do proprietário do empreendimento, com microgeração ou minigeração distribuída, e desde que as unidades consumidoras estejam localizadas em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas, sendo vedada a utilização de vias públicas, de passagem aérea ou subterrânea e de propriedades de terceiros não integrantes do empreendimento.” E para finalizar este tópico, também podemos construir uma usina fotovoltaica longe do edifício, porém neste caso a energia elétrica gerada só pode ser distribuída ou para os condôminos ou para a área comum. Neste último caso, cai na modalidade de geração compartilhada, que neste caso, se faz necessário a criação de uma cooperativa ou consórcio e a usina fotovoltaica estar dentro da área de concessão da distribuidora. Neste caso, as

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Construção civil com sistema solar fotovoltaico

Tudo que precisa saber sobre Energia Solar Fotovoltaica​

Tudo que você precisa saber sobre Energia Solar Fotovoltaica Temos encontrado muitos amigos, clientes, conhecidos e interessados que sempre confundem os tipos de Energia Solar. Portanto aqui você vai entender detalhadamente como funciona a Energia Solar Fotovoltaica. A Energia Solar Fotovoltaica ocorre por causa do efeito fotovoltaico. O efeito fotovoltaico é o responsável por transformar a radiação solar em energia elétrica e este efeito acontece nos módulos solares fotovoltaicos.  Se quiser saber de uma forma resumida, também temos um post.  O que vou aprender? Quais os Principais Equipamentos O Funcionamento da Energia Solar Fotovoltaica na Geração Distribuída Os fatores que influenciam no Sistema de Energia Solar Fotovoltaico  Como você já sabe a Energia Solar Fotovoltaica é um dos tipos de geração de energia através do Sol.  É incrível pensar que a energia da radiação do sol se transforme em uma energia que utilizamos para manter nossa alimentação gelada, lavar nossa roupa, iluminar nossas casas, carregar nosso celular e até ser combustível para um carro.  E tudo isso foi a partir do desenvolvimento de novas tecnologias e equipamentos para este setor que não para de inovar. Desta forma vou tratar de diversos aspectos desta grande área.   1. Quais os Principais Equipamentos Para ter acesso a um sistema solar fotovoltaico são necessários alguns principais equipamentos como o sistema de fixação, cabos elétricos, inversor e módulol solar.  O sistema de fixação é a estrutura que vai suportar os módulos solares e tem duas principais funções.  A primeira é garantir uma fixação segura para manter os módulos solares fixos, independente de qualquer influência externa, como vento, chuva, animais e outros fatores adversos. A segunda é determinar um ângulo ótimo, ou seja, o melhor ângulo para o sistema solar fotovoltaico obter o melhor rendimento.  Já os cabos elétricos, servem para conduzir a energia elétrica gerada nos módulos solares para os devidos lugares.  Para o sistema solar fotovoltaico os cabos levam a energia elétrica dos módulos solares até o seu inversor e do inversor até a caixa de distribuição de energia.  Módulo Solar Os módulos solares, também chamados de painéis solares, são os grandes responsáveis por transformar a radiação solar em energia elétrica de corrente contínua. É o coração de um Sistema Solar Fotovoltaico. Os painéis solares são os grandes responsáveis por transformar a radiação solar em energia elétrica de corrente contínua. É o coração de um Sistema Solar Fotovoltaico. A estrutura do módulo solar é composta por uma moldura de alumínio, vidro de proteção, película encapsulante, as células fotovoltaicas, mais uma película encapsulante, a proteção traseira com uma caixa de junção. A moldura serve para manter todos os componentes mecanicamente estáveis, ou seja, não ter nenhum tipo de movimento nas partes internas do módulol solar. Isso evita qualquer danificação ou sombreamento nas células fotovoltaicas. O vidro especial de proteção serve para proteger as células fotovoltaicas de qualquer dano mecânico. Além disso, o vidro recebe um tratamento antiaderente para reter a menor quantidade possível de acumulo de sujeira. As películas encapsulantes servem para isolar eletricamente e mecanicamente as células fotovoltaicas caso entre qualquer tipo de contaminantes. O fundo protetor que é um polímero para proteger e suportar a caixa de junção que é onde saem os cabos dos painéis solares. E por último e mais importante, as células fotovoltaicas. É onde acontece toda “mágica” do sistema solar fotovoltaico. São nelas que ocorrem o efeito fotovoltaico que você já conhece. As células fotovoltaicas são feitas de diversos materiais, podendo ser puras ou misturadas. Hoje o componente mais comum é um dos materiais mais abundantes na natureza, o Silício. O silício é encontrado comumente na forma de Quartzo. Este material passa por uma purificação para se transformar no silício monocristalino ou policristalino.  E deste material purificado é que são construídos os painéis solares. Inversor Os inversores são os responsáveis por transformar a energia gerada em corrente contínua pelos módulos solares em um energia em corrente alternada, isso quer dizer que ela deixa a energia elétrica gerada pronta para o nosso consumo. Além disso, ela tem a função de sincronizar a energia gerada com a rede elétrica, para não deixar a rede elétrica instável gerando alguns problemas técnicos, como a diferença de frequência. Como podemos ver este equipamento é o ser pensante do sistema solar fotovoltaico, portanto é considerado o cérebro de todo o sistema.  Os inversores podem ser separados em dois grandes grupos, os de String e os microinversores e cada um tem a sua particularidade. Existem diversas diferenças entre eles e vou citar apenas algumas destas grandes diferenças.  Os microinversores são inicialmente mais caros que os inversores de string, porém eles conseguem monitorar individualmente os painéis, tem uma vida útil mais longa e eles não influencia na estética da residência Mas não existe melhor ou pior, cada um tem sua aplicação e por isso devem ser estudados todos os casos de forma única. Ainda temos os sistemas de proteção, caixas de junção, sistema de aterramento, eletrodutos e outros equipamentos que são de suma importância porém não são os principais. Energia Solar Fotovoltaica: 5 motivos para não investir Energia Solar Fotovoltaica aplicada na Construção Civil 5 Mitos e Verdades da Energia Solar Fotovoltaica 2. O funcionamento da Energia Solar Fotovoltaica na Geração Distribuída Agora que você já conhece todos os principais componentes de um sistema solar fotovoltaico, vamos trazer como a energia solar fotovoltaica funciona. Como todos sabem a energia solar fotovoltaica é um tipo de geração de energia elétrica renovável, ou seja, que o combustível para a geração de energia elétrica se renova em um curto espaço de tempo, que no caso é o sol. O sol emite a radiação solar que chega a nosso planeta, e é esta radiação solar que chega nos painéis solares que se transforma em energia elétrica através do efeito fotovoltaico.  Essa energia elétrica gerada pelos módulos fotovoltaicos é direcionada para o inversor, no caso da imagem, inversor de String, que deixa própria para o nosso consumo. Depois disso é encaminhada para o quadro de distribuição de energia, no caso

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