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PL 5829 O Futuro da Energia Solar Fotovoltaica

PL 5829: o Futuro da Energia Solar Fotovoltaica

PL 5829: o futuro da Energia Solar Fotovoltaica 27/07/2020 Como você já deve saber, hoje é possível produzir a própria energia elétrica a partir de fontes renováveis. Entre as fontes renováveis estão as hídricas, biomassa, eólica e a energia solar fotovoltaica. E a possibilidade de gerar a própria energia teve início lá em 2012 com a chegada da Resolução Normativa 482. Obs.: Que nostalgia, em 2012 eu tinha acabado de entrar no setor de geração de energia. Bom voltando ao assunto, a resolução normativa em 2012 trouxe os princípios das regras vigentes até a data atual. Trouxe a nomenclatura de geração distribuída, microgeração, minigeração e a compensação de energia elétrica. De forma bem resumida a geração distribuída é a geração de energia elétrica realizada próxima do local que vai ser consumida a energia. A microgeração são usinas de geração de energia menores que 75 kW de potência instalada. A minigeração são usinas de 75 kW até 5.000 kW de potência instalada. E a compensação de energia é a possibilidade de você diminuir a sua conta de luz com o quanto você gera de energia elétrica na sua usina. Se tiver mais interesse em conhecer sobre a Resolução Normativa 482, vou deixar esse link para um blog anterior. E hoje, com uma incrível marca de 0,5% de uso da energia elétrica através da fonte fotovoltaica para a população o governo planeja alterar as regras. E o novo marco legal para a geração distribuída é um projeto de lei de número 5829 de 2019. Mas antes de começar a despejar informação para vocês eu preciso contextualizar para quem é novo por aqui. Quais são as regras atuais? Hoje, como eu disse no começo do texto, somos regulados por uma resolução normativa 482. Basicamente ela diz que todos temos a possibilidade de gerar a nossa própria energia elétrica. E toda energia elétrica que geramos nós “cedemos” de forma gratuita para as distribuidoras de energia. E hoje a cada 1 kWh gerado elas devolvem 1 kWh para consumirmos. Isso sem contar os impostos. Em alguns estados, como Minas Gerais, Rio de Janeiro e daqui a pouco Espírito Santo é 1 para 1. Já os demais são obrigados a pagar uma parcelo do ICMS. Não vou entrar em detalhes sobre o ICMS, pois aqui é um outro debate que podemos fazer mais para frente. Agora que você já entendeu o panorama atual. Veículos Elétricos Posso Instalar Energia Solar para o meu Ar-Condicionad Conheça os Impactos Ambientais da Energia Solar Vamos para o que a ANEEL apresentou no final do ano passado. A Agência Nacional de Energia Elétrica apresentou 5 propostas para a mudança da Resolução normativa. A alternativa 0 é não alterar a resolução vigente e continuar da mesma forma até a próxima revisão da resolução. Antes de explicar as alternativas eu preciso explicar rapidamente quais são os componentes que pagamos da energia elétrica. Podemos dividir a energia elétrica em 6 componentes: TUSD Fio B – Representa o custo da distribuidora de energia TUSD Fio A – Representa o custo da transmissora de energia TUSD Encargos – Representa os encargos para a distribuição da energia TUSD Perdas – Representa as perdas da energia durante a transmissão e distribuição TE Encargos – São os Encargos referentes a geração de energia TE Energia – Representa o custo para a geração de energia elétrica. Agora vamos para as alternativas da ANEEL. Alternativa 1 Nós temos que pagar os custos da distribuidora de energia, fio B. Essa componente representa cerca de 28% do valor do kWh utilizado Ou seja, agora a compensação não é mais de 1 para 1, vai ser de 1 para 0,72. Alternativa 2 A proposta é pagarmos o fio B e o fio A o que equivale a cerca de 34% do valor total do kWh. Então a compensação agora é de 1 para 0,66. Alternativa 3 Agora vamos pagar o fio B, o fio A mais os encargos para o transporte dessa energia que nós geramos. E essa conta vai para 41% do kWh consumido, então se você doa 1 kWh para a distribuidora você recebe 0,59 kWh. Está piorando não é? Alternativa 4 Bom você já entendeu o ritmo, agora pagamos o fio B, fio A, TUSD Encargos e mais TUSD Perdas. Totalizando um total de 49% de custo, o que representa uma compensação de 51% da energia. Já a alternativa 5 É a que a única componente que você compensa é a TE Energia. Então, no final das contas você gera 1 kWh e recebe 0,37 kWh. Agora me fala, qual alternativa você acha que a ANEEL achou mais coerente para o futuro do Brasil? Parabéns, você acertou, é a Alternativa 5 a escolha da ANEEL. Para esse absurdo não acontecer todo o setor de geração distribuída está ansioso com o projeto de lei de n 5829 de 2019. PL 5829 A PL 5829 tem como autor o Deputado Silar Câmara e como relator o Deputado Lafayette Andrada. O relatório tem mais de 30 páginas e eu vou trazer 6 pontos que achei importantes apresentar para vocês. Se quiser ler na íntegra, esse é o link. Este projeto de lei traz uma garantia para todos os consumidores que aderirem ao sistema de compensação de energia atual. É considerado direito adquirido de todas as usinas existentes que continuem por mais 26 anos com as regras existentes. É o período de transição, que é considerado por 12 meses após o projeto de lei estar vigente. Ou seja, todos que entrarem até 12 meses depois do projeto de lei, serão enquadrados dentro da resolução normativa 482. Vai sim ser cobrado a TUSD Fio B dos novos integrantes, mas ela vai ser gradual. Vou explicar através de um quadro para facilitar o processo, e aqui as modalidades junto a carga, compartilhada e EMUC. O Autoconsumo remoto é até 500 kW de potência instalada. Lembrando que a parcelo do fio B representa cerca de 28% da tarifa de energia. E quando for autoconsumo remoto com uma

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Tarifa Branca

Tarifa branca: Conheça os 3 horários e os 3 valores

Tarifa branca: 3 horários 3 valores 18/04/2021 Você sabia que dependendo do horário que você consumir sua energia elétrica o valor pode ser diferente? Essa é a Tarifa Branca. Hoje nossa conta de luz parece uma sopa de letrinhas e ainda mais com todas as siglas que não estamos acostumados. Pior que isso é entender o quanto a gente paga por cada unidade de energia consumida no nosso dia a dia. Para nós, clientes de baixa tensão, estamos acostumados a pagar a tarifa convencional. A tarifa convencional é aquela que o custo da energia é igual independente do horário que utilizamos a eletricidade. Já imaginou pagar a conta de luz baseado no horário que você consome sua energia elétrica? Essa é a Tarifa Branca, mas o que é exatamente a tarifa branca? A tarifa Branca é uma forma diferente de consumir energia elétrica. É um modo diferente de pagarmos nossa conta de luz. Hoje nossa conta de luz é indiferente do horário que consumimos a energia elétrica. Na Tarifa Branca ela é separada em 3 tipos, horário Fora da Ponta, Horário Intermediário e Horário Ponta. Fora Ponta é o horário que o consumo de energia elétrica é menos consumido. Intermediário é o horário que o consumo está começando a aumentar ou diminuir. E o horário na Ponta é o horário com maior consumo de energia elétrica. Complicado né? Vou facilitar um pouco para vocês. É como o horário de Rush do trânsito. As ruas representam a rede elétrica e os carros a eletricidade. No horário da Fora Ponta é quando temos poucos carros na rua, ou seja, pouco uso da eletricidade. No horário Intermediário é o horário que os carros começaram a ir para a rua, e no caso da eletricidade, é quando começa o maior uso da energia elétrica. E o horário da Ponta é quando tem a maior quantidade de carros na rua, horário de rush, e isso quer dizer que é o momento que mais pessoas estão utilizando energia elétrica. Descubra a Cooperativa Solar 100% de Energias Renováveis Economizar com Energia Solar Fotovoltaica E quais são estes horários? O Horário de Ponta são 3 horas consecutivas durante os dias da semana. Portanto se o horário de Ponta inicia as 17:00 ele termina as 20:00. O Horário Intermediário é referente a 1 hora antes e depois do horário de Ponta. Como no exemplo anterior, se o horário de Ponta começa as 17:00 e termina as 20:00. O Horário Intermediário começa às 16:00 e vai até as 17:00 e o segundo horário intermediário começa as 20:00 e termina as 21:00. E o horário Fora Ponta é o restante do horário, ou seja, são os horários das 21:00 até as 16:00 do dia seguinte. Lembrando que nos finais de semana e nos feriados nacionais o custo é sempre do valor da tarifa Fora Ponta. Os feriados nacionais contemplados são estes: Quem define o horário de ponta são as próprias distribuidoras de energia, mas no Brasil sempre existem aquelas exceções. No caso da ENEL-SP o horário da ponta começa as 17:30 e termina as 20:30. Se quiser conhecer o horário de ponta para a sua distribuidora, segue o link para o site da ANEEL. E vale a pena? Essa é uma pergunta um pouco complexa para responder em apenas um sim ou não. Como você já percebeu, o custo da energia elétrica vai variar de acordo com o horário. Portanto você deve analisar o quanto de energia você está consumindo no horário de ponta e nos restantes dos horários. Uma maneira de fazer isso é acompanhar o seu medidor de energia nestes horários. Como assim? No caso da Enel, onde o horário começa as 17:30, você anota os dados apresentados no medidor de energia. E ao final do horário de ponta, as 20:30, anota novamente este valor. Se possível também anotar o valor dos horários intermediários. Após algumas semanas fazendo este tipo de análise você vai conseguir determinar se vale ou não a pena fazer a alteração. Vamos a um exemplo prático? Como estou usando o exemplo da ENEL-SP vou continuar com este mesmo dado. A ENEL-SP determinou que o horário de ponto tem início as 17:30 com fim para as 20:30. Hoje o valor da tarifa de energia convencional da distribuidora é de R$ 0,534 por kWh (quilowatt-hora). Agora para a Tarifa Branca nós temos os seguintes valores. Horário Fora Ponta: R$ 0,448 por kWh (-16%) Horário Intermediário: R$ 0,653 por kWh (+22%) Horário Ponta: R$ 1,004 por kWh (+88%) Todos estes valores estão sem impostos, portanto o valor real pode ter uma pequena diferença. Mas como você pode ver a porcentagem de economia máxima é de 16%, neste caso. E caso a mudança seja realizada e for calculado de forma errada, a conta de luz pode subir até 88%. Para facilitar ainda mais que tal um exemplo? Se considerarmos um ar-condicionado ligado por 8 horas por dia durante 20 dias no mês. E a cada hora este ar-condicionado consome 3 kWh. Tarifa Branca (3 horários) Horário Ponta = 3 horas * 20 dias = 60 horas Horário Intermediário = 2 horas * 20 dias = 40 horas Horário Fora Ponta = 3 horas * 20 dias = 60 horas Horário Ponta = 60 horas * 3 kWh = 180 kWh/mês Horário Intermediário = 40 horas * 3 kWh = 120 kWh/mês Horário Fora Ponta = 60 horas * 3 kWh = 180 kWh/mês Horário Ponta = 180 kWh/mês * R$ 1,004 = R$ 180,72 Horário Intermediário = 120 kWh/mês * R$ 0,653 = R$ 78,36 Horário Fora Ponta = 180 kWh/mês * R$ 0,448 = R$ 80,64 Total no mês = R$ 339,72 Tarifa Branca (Fora Ponta) 8 horas * 20 dias = 160 horas por mês 160 horas * 3 kWh = 480 kWh / mês 480 kWh/mês * R$ 0,448 = R$ 215,04 Tarifa Convencional 8 horas * 20 dias = 160 horas por mês 160 horas * 3 kWh = 480 kWh / mês 480

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Bandeira Tarifária - Barragem de usina

Desmitificando as 3 cores da Bandeira Tarifária

Desmitificando as 3 cores da Bandeira Tarifária 11/04/2021 Ninguém entende direito como funciona a bandeira tarifária, mas sabemos que temos que pagar, certo? Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL , as bandeiras tarifárias servem para te ajudar a economizar. Você acredita nisso? Então não é pra gente pagar mais, eles sobem o custo da nossa energia para nos ajudar a economizar. Piada né? A bandeira tarifária teve início no ano de 2015. E foram escolhidas as cores iguais as cores dos semáforos para facilitar a nossa vida. Então as cores verde, amarela e vermelha são as cores que indicam o quanto de acréscimo vamos ter no valor da energia elétrica. É parece algo muito complicado, mas fica tranquilo, nós vamos te ajudar a entender a bandeira tarifária E por qual motivo as bandeiras tarifárias foram criadas? Bom como você já sabe, nossa matriz energética é relativamente renovável, ou seja, grande parte da geração de eletricidade é de fonte renovável. E a principal fonte de geração de energia elétrica vêm das grandes hidroelétricas, ou seja, a nossa energia elétrica vem de fontes hídricas. Teoricamente essa é uma das fontes de energia com menor custo de produção, porém isso não quer dizer que o custo da eletricidade que pagamos seja baixo. Essa fonte de geração hídrica corresponde a cerca de 63% de toda nossa matriz energética. Depois das hídricas, temos as térmicas são responsáveis por 22%, seguida pelas eólicas 11%. As outras fontes como solar (2%), Nuclear (1%) e outras fontes completam o restante dos tipos de geração de energia. E como grande parte da nossa eletricidade vem da fonte hídrica, nós ficamos reféns deste tipo de geração de energia. Por causa desta dependência estamos totalmente vulneráveis ao clima, ficamos dependentes do São Pedro. Se chove muito, podemos ficar mais tranquilos, porém se tem pouca chuva os reservatórios das hidrelétricas ficam com pouca água. Isso quer dizer que o nível de água dos reservatórios fica baixo.   E o nível das usinas podem ser classificados em estados mais ou menos críticos. Então quando o nível está baixo o nível é considerado crítico. E quando o nível de água está baixo para gerar a quantidade de energia elétrica necessária, precisamos acionar as usinas térmicas. As usinas térmicas servem de apoio para todo o sistema de geração de energia elétrica. Essas usinas só funcionam quando todas os outros tipos de energia não conseguem gerar energia elétrica suficiente. O grande problema é que estas usinas térmicas são extremamente poluentes e a energia elétrica gerada é caríssima. Para isso é realizado um cálculo com base em históricos meteorológicos para determinar a previsão de chuva e de água nos reservatórios. Quem realiza esse cálculo é a ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico e através dele é indicado a cor da bandeira tarifária. Então a ANEEL usa as bandeiras tarifárias para sinalizar para nós consumidores que a nossa matriz energética está vulnerável ao clima. Basicamente a bandeira serve para sinalizar para nós que eles precisam ligar usinas térmicas para suprir toda necessidade de eletricidade da população. Desmitificando as 3 cores da Bandeira Tarifária Posso Instalar Energia Solar para o meu Ar-Condicionad Energia Solar Como Estratégia de Negócio E como estão as condições dos reservatórios de água no Brasil nos dias de hoje? Hoje estamos passando por 4 meses de bandeira amarela (03/2021) e os nossos reservatórios estão desta forma Subsistema Sudeste/ Centro-Oeste – 35,16% Subsistema Sul – 62,84% Subsistema Nordeste – 67,95% Subsistema Norte – 78,37% E a nossa capacidade máxima de armazenamento de água é predominantemente maior na região Sudeste/Centro-Oeste. Subsistema Sudeste/ Centro-Oeste – 203.567,08 MW mês Subsistema Sul – 19.897,05 MW mês Subsistema Nordeste – 51.602,07 MW mês Subsistema Norte – 15.164,89 MW mês De acordo com estes dados vemos a grande diferença de potência entre os subsistemas. E o subsistema com maior capacidade de geração de energia está com o menor volume de água nos reservatórios. Além disso, estamos entrando no período de secas, portanto a ONS já está se precavendo para futuras necessidades. Hoje na bandeira amarela estamos no período de atenção, devemos tomar cuidado e ficarmos atentos com os níveis de água nos reservatórios. Eu sei que temos que pagar as bandeiras tarifárias, mas existe um valor pré-definido? Sim, existe e eu já vou explicar isso para você. A bandeira Verde é o melhor dos casos, temos reservatórios cheios ou com grande previsão de chuva nos reservatórios. Ah isso mesmo, a chuva precisa acontecer nos reservatórios e não na cidade. Com a bandeira verde nós não precisamos pagar nenhum acréscimo na nossa conta de luz. Quando nos é sinalizado a bandeira amarela nossa tarifa de energia sofre um acréscimo de R$ 0,01343 a cada quilowatt-hora (kWh). A bandeira vermelha é dividida em dois patamares, isso quer dizer que a situação está crítica ou muito crítica em nossos reservatórios. A bandeira Vermelha – Patamar 1 temos um acréscimo de R$ 0,04169 por quilowatt-hora (kWh). Para a bandeira Vermelha – Patamar 2 temos um acréscimo de R$ 0,06243 por quilowatt-hora (kWh). Esses valores não consideram os tributos, ou seja, sem ICMS e PIS/COFINS. E dependendo do estado o acréscimo com tributo pode chegar até R$ 0,10 por kWh. Acredito que você está se perguntando, posso fazer algo para fugir disso? Sim, existem duas possibilidades para fugir desse acréscimo tarifário. Fazer a dança da chuva. Gerar a própria energia elétrica. Já está dançando? Hehhe Nós que geramos a nossa própria energia além de economizar com o custo da nossa conta de luz, temos também esse benefício adicional. E uma das formas de gerar a nossa própria energia é com a energia solar fotovoltaica ou outras fontes de energia renovável. E isso só é possível por causa da Resolução Normativa 482. Se você ainda não conhece a energia solar fotovoltaica ou a resolução 482 vou deixar aqui 2 links para você se familiarizar mais com elas. E quem gera a própria energia não precisa pagar a bandeira tarifária sobre todo o consumo

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energia solar combina com ar-condicionado

Posso Instalar Energia Solar para o meu Ar-Condicionado

Posso Instalar Energia Solar para o meu Ar-Condicionado? 27/07/2020 Uma das perguntas mais comuns que recebemos é: posso montar um Sistema Solar Fotovoltaico para o meu ar-condicionado? O Sistema Solar Fotovoltaico é suficiente para eu deixar o ar-condicionado ligado 24 horas por dia? Outro equipamento que também é muito questionado é o chuveiro elétrico. E perguntas semelhantes são feitas em relação ao chuveiro elétrico. Posso montar um Sistema Solar Fotovoltaico só para o meu chuveiro? Bom hoje se não forem todos, a maioria dos equipamentos que temos na nossa casa são equipamentos elétricos. E com a energia elétrica cada vez mais cara, está ficando cada dia mais complicado continuar pagando a conta de luz. Nos ajude respondendo essa pesquisa sobre a sua percepção da energia elétrica. Você também tem essa dúvida? Então continue lendo e descubra Para começar, você já sabe o que é Sistema Solar Fotovoltaico? O Sistema Solar Fotovoltaico é composto por dois principais equipamentos, os módulos fotovoltaicos e os inversores solar. Os módulos fotovoltaicos, ou também conhecidos como placa solar, é o equipamento que transforma a energia do sol em energia elétrica. Já os inversores são responsáveis por deixar a energia gerada pelos módulos fotovoltaicos prontos para o nosso uso. Quer saber um pouco mais a fundo sobre a energia solar? Clique aqui. Então basicamente com o seu Sistema Solar Fotovoltaico você gera a sua própria energia elétrica e tem a redução no custo da sua energia. E tudo isso é possível por causa da Resolução Normativa 482 de 2012 (REN482), possibilitou que nós consumidores gerássemos a nossa própria energia elétrica. A Resolução Normativa 482 trata sobre a possibilidade de gerar a nossa própria energia elétrica e obter um crédito de energia. Mas enquanto nada muda, continuamos trabalhando com as atualizações que já existem da REN 482. A REN 482 trouxe alguns conceitos interessantes para nós consumidores, que é o conceito da geração distribuída. A geração distribuída traz a possibilidade de construirmos a nossa própria usina de energia. Com isso, hoje nós geramos a nossa energia elétrica e essa energia se transforma em crédito de energia. E nós podemos utilizar esse crédito em até 60 meses, ou seja, pelos próximos 5 anos. Hoje a resolução normativa está em grande debate novamente, pois as regras estão prestes a mudar e isso causa uma grande incerteza para o setor. Mas isso é assunto para outro texto, quer saber mais, deixe nos comentários. Eficiência Energética Investir em Energia Solar Fotovoltaica vs 3 investimentos 12 vilões da energia elétrica Então hoje eu posso construir um sistema solar fotovoltaico para o meu ar-condicionado? Sim, você pode mas não acho viável, pelo fato do consumo do ar condicionado, quando bem dimensionado, ser relativamente baixo. (Segundo o fabricante) Segundo as especificações técnicas dos novos equipamentos de ar-condicionado. O Ar-condicionado que estou considerando é o Split Inverter da Daikin de 9.000 BTUs. Um Ar-condicionado de 9.000 BTUs ligado por 5hrs todos os dias gasta em torno de 351,4 kWh por ano. Ou seja, 30 kWh por mês. Em São Paulo, um módulo fotovoltaico gera aproximadamente o mesmo que o ar-condicionado consome. Bom aqui não vou levar em consideração sobre o ar-condicionado consumir apenas 30 kWh por mês. Neste caso o Payback de um Sistema Solar Fotovoltaico acaba sendo muito longo, tornando o sistema inviável financeiramente. Para melhorar a relação custo-benefício do seu Sistema Solar Fotovoltaico é melhor considerar todos os equipamentos elétricos. E não precisamos dimensionar um Sistema Solar Fotovoltaico específico para cada ar-condicionado instalado. Pois no final do mês o que conta é o consumo total e não de apenas um equipamento elétrico específico, certo? E a mesma explicação serve para o chuveiro elétrico. Só para esclarecer quanto um chuveiro gasta por mês. Considerando um chuveiro com potência de 6.800 W com classe de eficiência E. E uma pessoa tomando um banho de aproximadamente 10min por dia, sem utilizar a potência total do chuveiro. O consumo de energia só para o chuveiro também vai chegar a aproximadamente 30 kWh por mês. Então o chuveiro mais o ar-condicionado para uma pessoa vai gastar aproximadamente 60 kWh por mês. E isso representa aproximadamente 2 módulos fotovoltaicos do seu Sistema Solar Fotovoltaico inteiro. Quer fazer um levantamento para ver o quanto de economia você consegue ter com o seu Sistema Solar Fotovoltaico? Clique no botão e fale com o nosso especialista. Entre em contato Só por curiosidade a LG lançou um ar-condicionado que vem acoplado um módulo fotovoltaico. É o modelo LG f-Q232LASS e ele é considerado um ar-condicionado híbrido, pois pode ser alimentado pelos painéis solares ou pela rede elétrica. Esse ar-condicionado não está a venda aqui no Brasil, porém como você pode ver, as fabricantes já pensam que este é um ótimo casamento. Quer saber o que precisa analisar numa proposta de Energia Solar Fotovoltaica? As propostas de Energia Solar Fotovoltaica são muito complexas, não acha? Elas vem com termos que nunca vimos na vida. Pensando nisso montamos uma sequência de e-mails para te ajudar a analisar estas propostas. Clica no botão e comece a entender agora! Quero Aprender!

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Estratégia de Negócio

Energia Solar Como Estratégia de Negócio

Energia Solar Fotovoltaica como Estratégia de Negócio 08/03/2021 A energia Solar fotovoltaica está crescendo em ritmo acelerado, mesmo durante toda a pandemia. Hoje, só no Brasil já temos mais de 500 mil unidades gerando a sua própria energia elétrica. Melhor dizendo, são mais de 522 mil unidades gerando sua própria energia através de fontes renováveis. E em potência instalada temos mais de 5 GW, ou seja, muita energia gerando na modalidade de geração distribuída A própria Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL separa as unidades geradoras da própria energia elétrica em 7 categorias. As categorias são comerciais, iluminação pública, industrial, poder público, residencial, rural e serviço público. As 3 categorias que possuem a maior quantidade de unidades consumidoras são as categorias residenciais, comerciais e rurais. Em questão de unidades consumidoras existem 4 vezes mais instalações em imóveis residenciais que a segunda colocada que são os prédios comerciais. Porém se levarmos em consideração a potência instalada temos um empate técnico. As unidades comerciais totalizam uma potência de 1.911 MW e as Residenciais 1.913 MW. Então por mais que existam mais de 4x mais instalações em imóveis residenciais os comércios são os que instalam grandes sistemas de geração de energia. Hoje as unidades residenciais instalam, em média, um sistema de 6,31 kW e as unidades comerciais instalam sistemas de 28,5 kW de potência instalada. Posso Instalar Energia Solar para o meu Ar-Condicionad Energia Solar Como Estratégia de Negócio Descubra a Bateria e o seu Impacto E você já ouviu falar em ESG? A sigla ESG vem do inglês Environment, Social e Governance que representa Meio Ambiente, social e governança corporativa. É o novo temo para Sustentabilidade, que a meu ver deixa mais claro o conceito e os temas relevantes. E hoje os novos consumidores estão cada dia mais preocupados com toda essa sopa de letrinhas. A IBM divulga estudos relativos a tendências globais de consumo e no último estudo revela que empresas sustentáveis estão saindo na frente. São ações estratégicas para criar valor e para entrega para os clientes. Hoje em média 70% dos compradores pagam 35% a mais para produtos ou serviços sustentáveis E 57% deles estão dispostos a mudar seus hábitos para adquirir os produtos com menor impacto negativo. E o grande público são os públicos com faixa entre 18 e 35 anos, ou seja, o público que vai liderar o consumo por um longo tempo. E ao mesmo tempo que são os mais conectados que optam por esse tipo de produto, são eles também que possuem mais informações. Por este motivo, 79% do público que participou da pesquisa afirma que selos ou certificações que autentiquem o produto/serviço faz diferença. Começa a fazer sentido que todas essas ações são movimentos estratégicos da empresa? Porém cuidado para não cair no famoso GreenWashing, seja o mais transparente possível. Ah e greenwashing é um termo relacionado a falar que está fazendo algo para diminuir seu impacto, mas só fica marketing mesmo. E o que a energia solar fotovoltaica tem a ver com isso? A Energia Solar Fotovoltaica tem tudo a ver com ESG e com impacto positivo no meio ambiente e na sociedade. Hoje, como você já deve saber, estamos vivendo na pele os efeitos das mudanças climáticas todos os dias. Só para se ter uma ideia hoje emitimos o equivalente a 500.000 bombas nucleares de energia todos os dias na nossa atmosfera. E grande parte de toda essa energia que liberamos está relacionado a geração de energia elétrica. Para ser mais exato a geração de energia elétrica é responsável por 25% de toda emissão de gases do efeito estufa. E muito porque grande parte da geração de energia no mundo é através das termoelétricas. No Brasil a energia elétrica é responsável por cerca de 17% de toda nossa emissão de gases do efeito estufa. Sim, por mais que nossa matriz energética pareça ser limpa, ainda emitimos boa parte do total de emissões através da geração de energia elétrica. Para ajudar a diminuir toda essa pegada de carbono a energia solar fotovoltaica é uma ótima aliada. A Energia Solar Fotovoltaica é uma das fontes de geração de energia com menor impacto ambiental. Lembrando que todas as fontes de energia, de alguma forma causam algum impacto ambiental negativo. A grande diferença é que durante a geração o impacto negativo é quase zero e o pós uso, cerca de 90% de todo sistema pode ser reciclado. Outra grande característica importante é que a cada R$ 1,00 investido em energia elétrica R$ 3,00 retornam para a sociedade. E aqui vou listar como esse retorno acontece. Arrecadação do governo Geração de novos empregos e renda Investimento em negócios e projetos Investimento em pesquisa e desenvolvimento E muitos outros retornos indiretos relacionados a energia solar fotovoltaica. Tudo isso sem contar todo retorno financeiro que a geração própria de energia traz para proprietário da usina. Você congela o custo de energia elétrica pelos próximos 25 anos e não sofre com bandeira tarifária. Longa vida útil, baixa manutenção e não sofre mais com reajustes tarifários. A energia Solar Fotovoltaica é incrível, não é mesmo? E uma ótima estratégia, concorda? E você viu como pode trazer enormes diferenciais para você e para o seu negócio? Gostou, compartilhe esse blog e deixe que mais pessoas conheçam sobre os grandes diferenciais da Energia Solar Fotovoltaica. Quer saber o que precisa analisar numa proposta de Energia Solar Fotovoltaica? As propostas de Energia Solar Fotovoltaica são muito complexas, não acha? Elas vem com termos que nunca vimos na vida. Pensando nisso montamos uma sequência de e-mails para te ajudar a analisar estas propostas. Clica no botão e comece a entender agora! Quero Aprender!

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Bateria Tesla

Descubra a Bateria e o seu Impacto

Descubra a Bateria e o seu Impacto 3/02/2021 Com toda essa tecnologia em nossas mãos estamos cada vez mais dependentes das baterias dos nossos equipamentos eletrônicos.E você já reparou quantas vezes você falou estou sem bateria? Mas você, obviamente, não estava se referindo a você, mas sim ao seu celular?Além disso, quantas vezes você já trocou de celular e quantas vezes você deu o descarte correto das baterias do seu celular?Isso mostra nossa dependência de um equipamento eletrônico que depende de uma bateria para funcionar.E as baterias também estão chegando ao mercado de energia solar fotovoltaica.Como a energia solar fotovoltaica é uma energia intermitente, ou seja, não é constante a bateria faz um ótimo casamento com esta tecnologia.Então como podemos perceber o alcance dos equipamentos eletrônicos está cada vez maior e com isso geramos cada vez mais lixo eletrônico.Você já chegou a pensar nisso?Pensando nisso resolvi escrever sobre as baterias e o seu processo de reciclagem. Mas o que são pilhas e baterias? De forma bem resumida, a pilha é um dispositivo que gera energia elétrica a partir da energia química.E a bateria é um conjunto de pilhas ligadas em série e/ou paralelo entre si.E hoje existem dois tipos básicos de pilha, as não recarregáveis e as recarregáveis, ou também conhecidas como primárias e secundárias, respectivamente.E as pilhas podem conter diversos tipos de componentes químicos, como Cádmio-Níquel, Prata-Níquel, Manganês-Cobre-Zinco, Íon-lítio e de chumbo ácido.As baterias de Níquel-Cadmio são as baterias que tem memória. Lembram dessa história? Aqui já entrega a minha idade né…*** Que era necessário acabar com a bateria antes de recarregar novamente, senão ela iria gravar que teria que carregar antes da hora e assim diminuiria sua vida útil.Outro ponto é que a vida útil desta bateria era bem curta além de ser extremamente poluidora e de difícil descarte.As baterias de Íon-Lítio são aquelas em formato de moeda que são comumente utilizadas em relógios.E essas baterias de Íon-Lítio evoluíram para as baterias dos nossos celulares.As baterias de Íon-Lítio possuem uma capacidade de armazenamento de energia 3x maior que as de Níquel-Cádmio e não contam com o efeito memória.O grande perigo desta bateria é o calor, pois elas são bem sensíveis a ele.Como você já deve ter visto, tivemos alguns eventos trágicos relacionados a explosões de celulares.Também temos a bateria de Íon-Polímero ou Lítio-Polímeros que também são baterias de Lítio.A vantagem é que são menores e mais flexíveis, porém são mais caras que a de Ion-Lítio.Outra bateria bem comum de encontrar é a bateria de Chumbo-Ácido que são aquelas utilizadas em automóveis e indústrias.No mercado de Energia Solar Fotovoltaico as baterias mais utilizadas são as baterias de Chumbo-Ácido e as de Íon-Lítio.Hoje existem diversas empresas e universidades pesquisando novas formas de armazenamento de energia.O intuito é sempre diminuir o custo, aumentar a capacidade de armazenamento e utilizar materiais mais abundantes na natureza.Para se ter uma ideia foi instalado na Austrália, pela TESLA, o maior banco de baterias de Íon-Lítio do mundo.É um banco de baterias com a capacidade de 100 MW de potência, ela pode alimentar 30 mil casas por uma hora sem nenhum tipo de ajuda de geração de energia. Você sabe de onde vem a energia elétrica? Você sabe de onde vem a energia elétrica? Hoje vamos… 100% de Energias Renováveis 100 % de Energias Renováveis Agora que já sabemos como… Por que investir em energia solar fotovoltaica? Por que investir em energia solar fotovoltaica? 08/11/2020 Um tempo… E o que esperar do futuro das baterias? Hoje existem diversos estudos sobre baterias acontecendo pelo mundo todo e aqui vou trazer algumas que são bem promissoras.A Bateria Lítio-Enxofre é a próxima que está por vir, e promete ser até 4x melhor que a de Íon-Lítio e muito menos poluidora.Outra bateria que está sendo desenvolvida são baterias de nano cabos de ouro cobertos por um gel de eletrólitos.Esta bateria foi testada e já passou por mais de 200 mil ciclos e só perdeu 5% da sua carga total.Porém ela está bem longe de chegar a virar popular, pois como a bateria é feita de ouro ela é extremamente cara. Mas o que acontece depois do uso destas baterias? Provavelmente você já deve ter escutado que o descarte incorreto de pilhas e baterias é extremamente prejudicial para o meio ambiente. O descarte incorreto é tão prejudicial, pois contém diversos materiais que se associam de forma fácil a compostos orgânicos. Os materiais contidos em pilhas como chumbo, cádmio, mercúrio, lítio, zinco, prata e diversos outros metais são extremamente tóxicos. Quando esses componentes são descartados de forma incorreta leva a poluição do solo, rios, lagos, lençóis freáticos e até a poluição atmosférica. E se estes metais estão na água, eles podem chegar até nós e causar danos ao nosso cérebro, pulmões, fígado, rins e até no sangue. E optando pelo descarte correto nós encontramos muitas vantagens no reaproveitamento destes materiais. Primeiro que nós deixamos de extrair recursos não renováveis da natureza. Segundo, quando descartado de forma correta não tem impacto negativo no meio ambiente Terceiro, impactamos de forma positiva a sociedade gerando mão de obra para uma infinidade de trabalhadores. Além disso, gera interesse financeiro para desenvolver novas pesquisas e libera “espaço” nos aterros sanitários. O Brasil foi o primeiro país da América Latina a definir regras para o descarte correto das pilhas através da Resolução CONAMA n 257 de 1999. Na verdade, a CONAMA 257 traz limites de metais pesados contidas nas pilhas e baterias. Em 2008 tivemos a atualização da resolução com a CONAMA 401 e essa atualização ocorreu devido a evolução de técnicas e processos mais limpos. Ainda é uma Resolução muito ampla que não especifica todos os tipos de pilhas e baterias e isso traz muita desinformação sobre o tema. Em 2010 tivemos a Política Nacional de Resíduos Sólidos que é a Lei n 12.305, de 2 de Agosto de 2010. Nesta lei a grande diferença é que ela traz o conceito de responsabilidade compartilhada e não apenas de uma parte ou de outra. Um dos grandes

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Inversor Fotovoltaico

Inversor Fotovoltaico

Conheça as diferenças entre os Inversores Fotovoltaicos 02/02/2021 Todo sistema solar fotovoltaico é composto pelos mesmos componentes. Módulos fotovoltaicos, inversor, estrutura de fixação. string box, cabos elétricos, sistemas de proteção e diversos outros equipamentos. E os sistemas podem ser On-Grid, Off-Grid ou híbrido, mas independentemente do tipo de conexão, todos contam os mesmos equipamentos. O Off-Grid e o híbrido possuem um equipamento a mais, um banco de baterias. E o que significa On-Grid, Off-Grid ou Híbrido? On-Grid é quando o sistema está conectado na rede, Off-Grid é quando você tem um sistema isolada da rede de distribuição de energia. E o híbrido é quando você está conectado na rede elétrica e mesmo assim possui um banco de bateria. E uma coisa que todos sabemos é o quanto a energia solar fotovoltaica nos ajuda a economizar na nossa conta de luz.  Mais do que isso, sabemos o quanto a energia solar é socialmente justa e uma das fontes de energia menos poluentes do mundo. E um dos principais equipamentos que temos no sistema solar fotovoltaico é o inversor e pouco é falado sobre ele. A maior quantidade de informação que encontramos são sobre os módulos fotovoltaicos. E os inversores, são responsáveis pelo que? O inversor solar é responsável por converter a energia elétrica gerada pelos módulos fotovoltaicos. Ela converte a energia elétrica de corrente contínua (CC) para corrente alternada (CA), que é a energia que chega na nossa tomada. E todos os inversores possui essa mesma função, de deixar a energia elétrica gerada nos módulos fotovoltaicos própria para consumo. Hoje vou falar dos inversores que estão conectados na rede elétrica, por ser o mais utilizado nos dias de hoje. Os inversores conectados na rede elétrica possuem algumas funções a mais. Eles são responsáveis por garantir a segurança de todo sistema e o monitoramento da rede elétrica. Esse tipo de inversor faz a leitura da rede elétrica e a geração de energia dos módulos fotovoltaicos ficam na mesma frequência que a energia da rede elétrica. Veículos Elétricos Historia da Energia Solar Fotovoltaica Tudo que precisa saber sobre Energia Solar Fotovoltaica​ Mas você sabia que existem 3 categorias de inversores? ` Sim, existem 3 tipos de inversores: inversores string ou tradicionais, os micros inversores e inversores com otimizadores de potência. Agora vamos para as características de cada um. Inversor String ou tradicional Um inversor String é o inversor mais comuns instalado nos dias de hoje e foi a tecnologia que iniciou no mercado de inversores. Estes inversores funcionam com uma quantidade definida de módulos fotovoltaicos ligados em série. Isso quer dizer, uma sequência de módulos ligadas entre si, que também é conhecido como String. Por isso se chama inversor string.   E para alcançar a máxima geração existe uma tecnologia chamada MPPT – Maximum Power Point Tracking. O MPPT serve para maximizar o máximo de geração de energia que, nesse caso, a string pode gerar. Para simplificar é como se cada MPPT fosse um inversor diferente, desta forma aumenta as possibilidades de projetos. Os inversores de String podem possuir mais de um MPPT que trabalham de forma independentes. Micro Inversor A evolução dos inversores tradicionais são os micros inversores. Hoje, são os mais instalados no mercado americano. Este tipo de inversor não precisa de uma série de módulos fotovoltaicos conectados em série. É como se tivesse um inversor para cada módulo. A princípio era um micro inversor para cada módulo fotovoltaico, porém esse alto custo inviabilizava os projetos fotovoltaicos Hoje o mais comum e com melhor custo-benefício são os micros inversores para cada 4 módulos fotovoltaicos. E cada micro inversor pode possuir de 2 ou 4 MPPTs e isso torna os módulos muito mais independentes. E como os módulos fotovoltaicos são independentes, o sistema solar fotovoltaico apresenta melhor resultado. E isso acontece porque os efeitos negativos nos módulos acontecem de forma individual e não de uma string inteira. Inversores com otimizadores de potência Que são várias unidades consumidoras de mesma titularidade compartilham as centrais geradoras. E como no caso anterior as unidades consumidoras devem estar na área da mesma distribuidora de energia elétrica. No caso da EMUC e da geração compartilhada é necessário um termo jurídico para garantir a legalidade do compromisso entre os integrantes. E onde entra o sistema de compensação de energia? E esta também é a melhoria dos inversores tradicionais. Os inversores tradicionais possuem todo o seu sistema elétrico embutido em um único local, no inversor. Esse tipo de tecnologia dividiu o inversor tradicional em 2 partes e isso tornou o sistema muito mais inteligente. Essa tecnologia uniu o melhor dos dois anteriores, separou em otimizadores de potência e inversor. Vamos começar pelo inversor, que continua sendo responsável por transformar a corrente contínua em corrente alternada. E faz a leitura da rede de distribuição de energia, ou seja, coloca a energia na mesma frequência da rede elétrica. Já os otimizadores de potência são os MPPTs e toda segurança do sistema solar fotovoltaico. Os otimizadores conseguem tornar os módulos fotovoltaicos independentes mesmo utilizando um grande inversor. E quais as vantagens entre eles? Onde eu realmente vejo as maiores vantagens dos micros inversores e dos inversores com otimizadores em relação aos inversores tradicionais são: Segurança Controle Qualidade Longo prazo Vida útil E a maior vantagem do inversor tradicional é o preço e possuem uma leve eficiência maior que os outros dois. Para facilitar o entendimento, nós criamos esse infográfico abaixo comparando os 3 tipos de inversores. Quer o seu infográfico, preencha o formulário abaixo e receba por e-mail. Nome completo* E-mail* Telefone* Enviar Marketing por E o que é mais importante na escolha de um inversor fotovoltaico? Aqui não tem resposta certa, pois vai depender de diversos fatores para definir qual o melhor tipo de inversor. Deve ser levado em consideração o custo, facilidade de manutenção, garantia, sombreamento, possibilidade de ampliação e a eficiência. Na minha casa eu instalei um sistema com microinversores, e aqui vou listar os motivos da minha escolha. Maior garantia Versatilidade A longo prazo, o custo compensa

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12 vilões da energia elétrica

12 vilões da energia elétrica

Os 12 vilões da energia elétrica 24/01/2021 A cada dia que passa a tecnologia tem evoluído muito e está cada dia mais acessível para toda população. E a tecnologia está cada vez mais conectada, tanto na forma digital quanto na forma elétrica e novos vilões da energia elétrica surgem no nosso dia a dia. Se começarmos a pensar, muitas coisas que nossos avós, mesmo nossos pais faziam de forma manual, hoje está sendo feito por alguma máquina. E com esse aumento de aparelhos ligados na tomada, de forma automática a nossa conta de luz está aumentando. Mas não temos como negar que toda essa tecnologia nos ajuda muito a ter uma vida melhor. Toda essa tecnologia nos ajuda a gastar mais tempo com coisas que realmente importa para nós. Ou até mesmo proporcionar uma qualidade de vida melhor para todos nós. Outro ponto que não temos como negar é que toda vez que chega à conta de luz temos um receio em abri-la. Ainda mais nos dias que estamos vivendo, com aumentos constantes, bandeiras tarifárias que pioram ainda mais a situação. A conta Covid que está para chegar e  os vilões da energia elétrica sempre vão estar presentes na nossa vida. A melhor forma de controlarmos a conta de luz é saber de onde está o nosso maior gasto com energia elétrica. Existe uma forma bem simples de calcular o nosso consumo de energia elétrica. A fórmula é saber a potência do aparelho eletrônico e multiplicar pelo número de horas que é utilizado o equipamento. Com este cálculo simples nos descobrimos os vilões de energia elétrica e também entendemos como reduzir nossa conta de luz. E tudo isso está diretamente relacionado a eficiência energética de todos equipamentos que possuímos. Vou mostrar numa lista os 12 vilões de energia elétrica. Chuveiro elétrico Hoje os chuveiros mais comuns que encontramos a venda possuem uma potência entre 5.500 Watts (W) até 7.800 W. Se considerarmos o uso do chuveiro em médio por 1h30 por dia, ou seja, 45 horas por mês. Com este uso nós obtemos um consumo aproximado de 300 kWh por mês. Para diminuir o consumo de energia deste aparelho nós temos duas recomendações. Evitar utilizar o aparelho em potência máxima e outro é diminuir o tempo durante o banho. Essas duas ações podem ajudar muito a diminuir o gasto com energia elétrica do nosso maior vilão de energia elétrica. Ar Condicionado Como é bom trabalhar ou morar em um ambiente com a temperatura amena. Porém para conseguirmos isso de forma artificial temos que utilizar o ar condicionado. Se considerarmos um espaço de 9 metros quadrados é recomendado o uso de um ar condicionado de 9.000 BTUs. BTU significa British Thermal Unit e representa a capacidade térmica do aparelho. Os 9.000 BTU equivale a 2.637 W. Então se considerarmos o uso de aproximadamente 6 horas por dia, nosso consumo é de 450 kWh todo mês. Fogão elétrico (Cooktop) O fogão elétrico de 4 bocas tem uma potência máxima de 6.000 W, isso quer dizer que se ligado as 4 bocas vamos utilizar toda a potência. Estes fogões contam com 2 queimadores de 1.800 W outros 2 de 1.600 W. Para efeito de cálculo vou considerar que utilizamos o fogão com sua potência máximo por aproximadamente 2 horas pode dia. Com estas premissas temos um consumo aproximado de 360 kWh todos os meses Forno elétrico Fornos elétricos vão ser cada vez mais comuns nas casas nos próximos anos por vários motivos. Hoje estamos vivendo uma época em que o gás está cada dia mais caro então podemos começar a pensar nessa troca. Além disso, os fogões elétricos possuem um controle muito maior na temperatura interna e isso influencia muito na hora do preparo. E a potência média de um forno com 2 prateleiras é de 1860 W. E o mesmo cálculo utilizado para o fogão elétrico, podemos utilizar aqui, considerando um uso de 2 horas por dia. Parece muito, mas lembre-se é uma média, pois tem dia que usamos por muito mais tempo e outros quase não usamos. Então considerando esses valores temos um consumo aproximado de 111 kWh por mês. Aquecedores de ambiente Hoje existem diversos tamanhos de aquecedores de ambiente e com isso também diversas potências. Considerando um aquecedor de ambiente médio de 1.500 W. E utilizando este aquecedor por 6 horas por dia alcançamos um consumo médio de 2270 kWh por mês. Sustentabilidade e a Energia Solar Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica Economizar com Energia Solar Fotovoltaica Cafeteira As cafeteiras estão cada dia mais comuns em nossas residências e elas fazem parte do nosso cotidiano. Uma cafeteira tradicional possui uma potência média de 500 W. Então se utilizarmos por 1 hora todos os dias, para manter o café aquecido, temos um consumo de 15 kWh por mês. Geladeira A geladeira é um utensílio quase essencial nos dias de hoje, e possui um consumo relativamente baixo. Digo relativamente baixo, pois ela fica 100% do tempo ligado na tomada e o gasto é baixo comparado a outros aparelhos. O grande problema da geladeira é ficarmos abrindo e fechando a porta o tempo todo. Mas se considerarmos um uso padrão da geladeira ela é responsável rro aproximadamente 60 kWh todo mês. Ferro de passar O mesmo que o secador de cabelo, podemos falar sobre o ferro de passar. Por isso uma dica importante para o ferro de passar é junte o máximo de roupas que for possível e passe tudo de uma vez. E na última peça, tire o ferro da tomada e passe com o ferro desligado. Essas pequenas dicas podem ajudar na conta de luz no final do mês. Hoje um ferro tradicional tem uma potência de 1.200 W e se utilizado por 15h por mês equivale a um consumo de 18 kWh por mês. Secador de cabelo Não se deixe enganar, o secador de cabelo pode ser um grande vilão na nossa conta de luz. O secador de cabelo tem uma potência de 2.000 W.

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Empregos Verdes - Uma mão segurando o Mundo

Empregos Verdes

A Revolução dos Empregos Verdes 17/01/2020 Você já ouviu falar em empregos verdes? Economia Sustentável? Economia Descarbonizada? A ONU diz que os empregos verdes são fundamentais para construir o novo modelo de negócio. E você já parou para analisar as novas empresas que estão surgindo no mercado? Muitas delas nascem com um propósito além do lucro. Já vou deixar claro logo no começo que o lucro não é ruim, o lucro é ótimo. Sem ele nenhuma empresa sobrevive. Mas muitas dessas empresas existem por um propósito muito maior, além disso essas empresas tentam minimizar todo seu impacto ambiental e social. E temos que concordar, a preservação do meio ambiente traz lucro, diminui o desemprego e garante o bem estar de hoje e das próximas gerações. Mas o que é um emprego verde? Os empregos verdes são empregos relacionados a empresas que ajudam a combater as mudanças climáticas e preservam o meio ambiente. O termo emprego verde surgiu em força conjunta da PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e da OIT – Organização Internacional do Trabalho. A primeira vez que ele veio a público foi em 2009 com o estudo “Empregos Verdes: trabalho decente em um mundo sustentável e com baixa emissões de carbono.”. E os empregos verdes são importantes? Bom a própria ONU estima que mais de 1,2 bilhão de pessoas no mundo dependem de recursos direto da natureza para trabalhar. E daqui 10 anos mais de 72 milhões de empregos serão perdidos por causa das mudanças climáticas. Não consegue ver isso? É tudo parece tão distante, mas vamos dar um exemplo que provavelmente você já viu em algum lugar. Quantas vezes você já viu na TV pessoas fugindo das suas casas para ir para outros lugares? Quantas vezes já viu a Euro ser “Invadida” por pessoas de outros países? Grande parte dessas pessoas saem da própria casa não porque elas querem, mas sim pela escassez da sua região. E essa escassez é causada, em grande parte, pelas mudanças climáticas. E hoje, além dos problemas ambientais, estamos vivendo tempos críticos com a pandemia do COVID-19, mas podemos olhar este cenário como um mar de oportunidades. Setembro de 2020 a própria representante da PNUMA – Programa da ONU para o Meio Ambiente no Brasil – Denise Hamú traz a declaração: Historia da Energia Solar Fotovoltaica Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica Ganhe dinheiro alugando o seu telhado “A recuperação econômica pós-pandemia precisa se basear na economia do futuro, que considera a dimensão ambiental de forma transversal. Para reconstruir melhor, é fundamental envolver todos os setores, ampliar a sustentabilidade nas formas de produção e consumo, investir em soluções baseadas na natureza e impulsionar a ação climática, priorizando a geração de empregos verdes.” Como a Denise falou, os empregos verdes estão distribuídos em todas as áreas, das mais poluidoras, como o setor de energia até nas áreas apenas burocráticas. Segundo a ONU até 2030 mais de 18 milhões de empregos verdes serão criados em todo o planeta. E certa de 15 milhões só na América Latina e Caribe, portanto aqui no Brasil é o grande nome do jogo. É estimado que só no Brasil vão ser criados cerca de 7 milhões de empregos nesta área. Para ficar mais claro vou citar alguns exemplos de como os empregos verdes estão distribuídos em diversas áreas. TRANSPORTE: São aqueles que trabalham com pesquisa ou trabalham com veículos elétricos e híbridos. Incentivo a transporte compartilhado, transporte coletivo com energia limpa ou setores logísticos para diminuir as distâncias.   CONSTRUÇÃO CIVIL: como o uso eficiente da luz solar para diminuir o uso de energia elétrica e a melhoria contínua em busca de edificações com zero emissão de carbono. Também a pesquisa e desenvolvimento de novos materiais com menor impacto ambiental e social.   VAREJO: Busca de produtos com selos verdes. Economia circular aplicada a toda cadeia e produtos de origem conhecida e orgânica.   AGRICULTURA: está é uma área super polêmica, porém que pode ser um grande salto para o Brasil. Existem diversos novos modelos que podem ser aplicados no Brasil para o desenvolvimento sustentável da agricultura Como a integração de lavoura-pecuária-floresta (ILPF) ou melhor ainda os sistemas Agro-Florestais. A implementação destes dois sistemas aumenta e melhora a produção, resgata carbono, protege o solo e a água e diminui o uso de pesticidas e adubos químicos.   PRESERVAÇÃO DIRETA: não posso deixar de citar o óbvio que são as empresas que trabalham com projetos de reflorestamento e gestão sustentável. Além disso também podemos ficar de olho nas empresas com certificações e selos verdes. Outro setor importante, é o setor da reciclagem.   INDÚSTRIA: que atuam com a eficiência energética e do próprio processo, controle dos impactos negativos e muitas outras ações sustentáveis.   SETOR ENERGÉTICO: Todos que trabalham com energias renováveis, como a energia solar fotovoltaica. Principalmente na geração de energia elétrica na forma distribuída, que desta forma evitamos e a destruição de grandes áreas. Como as grandes usinas hidrelétricas, que por mais que utilizem um recurso renovável, existe um desmatamento enorme por trás destas grandes obras.   Estes são alguns dos milhões de exemplos que podemos citar por aqui, e como podemos ver, tem muito espaço para todo mundo. Neste mesmo estudo a ONU diz que 7,5 milhões de empregos vão deixar de existir, principalmente na área da mineração, pecuária e combustíveis fósseis. Porém vão surgir mais de 22 milhões de empregos na agricultura, energia renovável, construção, manufatura e silvicultura. Agora vou dar um exemplo de uma ação que está envolvendo diversas comunidades e gerando um impacto positivo enorme no mundo. A Grande Muralha Verde Um grande exemplo de implementação de empregos verdes é um empreendimento criado pela União Africana, a Grande Muralha Verde. Essa iniciativa está localizada no extremo sul do deserto do Saara cobrindo 11 nações na África: Burkina Faso, Chade, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal e Sudão. Esta grande ação atinge uma área de 8.000 km de comprimento por 15 km de largura, ou

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Por que investir em energia solar fotovoltaica?

Por que investir em energia solar fotovoltaica? 08/11/2020 Um tempo atrás eu escrevi uma matéria sobre por que não investir em energia solar fotovoltaica. Foi uma matéria que eu trouxe os principais motivos que a energia solar fotovoltaica não compensa. Ai eu fiquei pensando, eu já escrevi sobre por que vale a pena investir em energia solar fotovoltaica? E cheguei na resposta que NÃO, eu ainda não escrevi um específico sobre este assunto. E hoje com mais de 321.000 sistemas solares fotovoltaicos instalados em todo o Brasil. Fica até redundante escrever sobre isso, mas se pensar na escala Brasil, ainda sim vale muito a pena compartilhar esta informação. Na região metropolitana de São Paulo nós temos em torno de 2.500 unidades geradoras de energia solar fotovoltaica. Se for pensar ainda é muito pouco em relação ao tamanho de consumidores existentes na cidade de São Paulo. Então ainda é uma tecnologia que tem tudo para continuar crescendo como nos últimos anos. E temos a grande vantagem de morarmos em um dos países com o melhor recurso solar do planeta. Ah e já vou adiantar, aqui você não vai encontrar apenas a parte financeira como outros tantos que só falam disso. Se quiser ver apenas essa pequena parte, rola bem pra baixo que você chega lá. E para falar sobre os motivos de utilizar a energia solar fotovoltaica eu vou separar em 3 aspectos, Ambiental, Social e Financeiro. Quais os benefícios ambientais? Antes de falar do aspecto ambiental eu preciso contextualizar um pouco como a geração de energia impacta em nossa sociedade. Hoje cerca de 25% de todo gás do efeito estufa que emitimos está relacionado a geração de energia. E toda essa emissão é de grande parte da geração através do carvão e das fontes fósseis. A energia Solar fotovoltaica evitou mais de 630 mil toneladas de CO2 e isso equivale ao trabalho de mais de 4.578.000 árvores. E em 2016, só no Brasil, tivemos mais de 44.000 mortes devido a poluição atmosférica, segundo o PNAD. Quer saber um pouco mais sobre esse lado, eu escrevi um artigo específico sobre as mudanças climáticas. Portanto podemos perceber o quanto a geração de energia por fontes não renováveis prejudicam a nossa saúde. Além desta parte os módulos fotovoltaicos tem como componente principal o silício, que não é um bem renovável. Portanto é um bem finito, ou seja, não se renova em um curto espaço de tempo. Com o avanço da tecnologia os módulos fotovoltaicos possuem uma taxa de reciclabilidade de 96%. Outro ponto interessante são os IPTUs verde. Estes são benefícios municipais para imóveis relacionados a redução de recursos naturais. Na cidade de São Paulo o IPTU verde está tramitando faz mais de 2 anos e ainda não foi votado. Em Guarulhos e diversas cidades do ABC já possuem o IPTU verde, por exemplo. E ele pode chegar numa economia de até 50% no valor do IPTU. Você sabe como funciona a energia solar fotovoltaica? Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Você sabe de onde vem a energia elétrica? Qual o ganho social com o investimento em energia solar fotovoltaico? O setor de energia solar fotovoltaica está entre as fontes de geração de energia que mais empregam no mundo. O Brasil está entre os 8 países que mais possuem trabalhadores no setor de energia solar fotovoltaica. Só para se ter uma ideia foram criados mais de 90 empregos por dia relacionados à energia renovável. Outro ponto importante é que a cada 1 dólar investido em energia limpa e renovável existe um retorno positivo na sociedade. Este retorno positivo está dividido entre custos evitados e devolvidos para a sociedade. São aproximados 8 dólares evitados em custo com energia, mudança climática e poluição e 3 dólares devolvidos para a sociedade. E como isso acontece? A geração de emprego gera imposto que retorna para a sociedade e o dinheiro economizado na conta de luz retorna no movimento da economia. Diminuir a quantidade de grandes usinas geradoras de energia reduz um gasto enorme com a construção destas usinas. E como eu já trouxe no ponto anterior, apenas com energia solar foram evitadas mais de 630 mil toneladas de gases do efeito estufa. E também temos o grande benefício de diminuir a perda da energia gerada nas grandes usinas. Pois quando geramos a energia elétrica próximo do local que vai consumir a energia, evitamos todo o transporte dessa energia. E o lado financeiro? A energia solar fotovoltaica é um sistema que vai gerar energia elétrica através da radiação solar. E você vai utilizar a energia elétrica que você mesmo gerou. Ah, mas eu não consumo energia durante o dia, apenas no período noturno. Sem problemas, essa energia gerada vai ser “doada” para a distribuidora de energia. E depois você vai utilizar todo o crédito relacionado a toda energia elétrica que você gerou. Então você que gasta aproximadamente R$ 350,00 por mês vai economizar até R$ 3.720,00 por ano. E como os módulos fotovoltaicos possuem uma garantia de eficiência por pelo menos 25 anos, o total pode ser mais de R$ 93.000. E este valor eu não estou nem considerando os aumentos durante os 25 anos. Quer saber quanto vai economizar se eu considerar o aumento médio dos últimos 20 anos? R$ 409.000,00 é não se assuste. Mas pode chegar a isso mesmo daqui a 25 anos. E se compararmos com outros investimentos de renda fixa, como a poupança, CDB e o Tesouro Direto. Só para você ter uma ideia o rendimento da poupança neste ano de 2020 está aproximadamente 1,58% ao ano. O CDB está com um rendimento de 4,06% e o Tesouro Direto com um rendimento de 7,37% ao ano. Já com a energia solar fotovoltaica você chega a ter um rendimento de 20% por ano. Se quiser conhecer mais sobre essa comparação clique aqui. Outro grande ponto interessante é que você foge dos aumentos de preço do monopólio das distribuidoras de energia elétrica. E fica longe de um aumento por causa das bandeiras tarifárias que

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Módulos fotovoltaicos instalados em um telhado

Ganhe dinheiro alugando o seu telhado

Ganhe dinheiro alugando o seu telhado 29/10/2020 A energia solar fotovoltaica é uma energia realmente única. Ela é uma das únicas fontes de geração de energia que é possível gerar em quase todos os locais do planeta. Além disso, com ela é possível diversificar e trabalhar com vários modelos de negócios diferentes. Você sabia que a energia solar fotovoltaica é a energia que mais tem crescido nos últimos anos? Só para se ter uma ideia, de todo investimento realizado em energia elétrica no ano de 2019, 41% foi feito em energia renovável. No Brasil, no ano de 2018 tivemos cerca de 35.483 usinas instaladas e em 2019 chegamos a 120.504. Grande crescimento, não é mesmo? Hoje no Brasil nós temos mais de 3.800.000,00 kW de potência instalada só de energia solar fotovoltaica na geração distribuída. Mas todo esse montante não representa nem 1% de toda energia elétrica gerada no Brasil. Então, como podemos perceber, ainda temos um longo caminho para percorrer e transformar nossa matriz energética. Algo que poucos sabem, é a possibilidade de você conseguir alugar o seu telhado para outras pessoas. Mas antes de mais nada você precisa entender como funciona a energia solar fotovoltaica. De forma bem simples, a energia solar fotovoltaica funciona por causa do efeito fotovoltaico. A radiação solar chega nos módulos fotovoltaicos que transforma a energia da radiação do sol em energia elétrica. Essa energia elétrica gerada vai para um inversor que converte a energia de corrente contínua para corrente alternada. E neste momento nós consumimos a energia ou ela é cedida de forma gratuita para a distribuidora. Neste último caso, essa eletricidade cedida entra como crédito para você consumir nos próximos 60 meses. Se quiser conhecer tudo que você precisa saber sobre energia solar fotovoltaica, clique aqui. E esse setor é regulado pela resolução normativa 482, com outras duas atualizações. Nestas resoluções normativas traz 2 categorias microgeração distribuída e minigeração distribuída. A grande diferença é que na microgeração a potência máxima instalada é até 75 kWp e na minigeração são as usinas acima dos 75 kWp. Depois disso ele traz 4 modalidades para instalar o seu sistema solar fotovoltaico. Geração Junto a carga Como o próprio nome diz, é você ter o seu próprio sistema de geração no local que vai consumir essa energia gerada. Empreendimentos com Múltiplas Unidades Consumidoras Esta modalidade é gerar energia no próprio local que vai consumir a energia gerada, porém por diversas pessoas. Geração Remota É a possibilidade de você gerar energia em um local e consumir em diversos local, porém todos as unidades consumidoras devem ser do mesmo CPF ou CNPJ. Geração Compartilhada Aqui é onde uma usina pode fornecer energia elétrica para diversas CPFs ou CNPJs em diversos locais. Porém todos devem estar conectados na mesma distribuidora. O modelo de negócio trabalhado com aluguel de telhado é o da modalidade de geração compartilhada. Inversor Fotovoltaico Eficiência Energética Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Como funciona? Nesta modalidade podemos considerar 3 grandes nomes. O investidor, o locatário e o consumidor final. O investidor é aquele que vai fazer o aporte financeiro, ou seja, é ele que vai investir no sistema solar fotovoltaico. Lembrando que não é o investidor, pode ser a investidora, as investidoras ou os investidores. E esse pode ser até mesmo o dono do local que está alugando o terreno, que no caso para ele é um benefício em dobro. Que também pode ser o próprio Consumidor, que não tem espaço para instalar e usufruir da energia solar fotovoltaica. O locatário é o indivíduo que tem uma área disponível para fazer a instalação do sistema solar fotovoltaico. Neste caso pode ser uma grande área no chão, laje, telhado, galpões e diversos outras grandes áreas disponíveis. E por último, mas o mais importante, o Consumidor final. É ele que vai alugar o sistema solar fotovoltaico do investidor. Quando tratamos de geração compartilhada é preciso criar uma cooperativa ou um consórcio. Se quiser saber a grande diferença e como funciona, temos uma matéria escrita apenas sobre cooperativa solar. Mas como realmente funciona? Vai ser desenvolvido uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), é uma empresa com um objetivo bem específico. Que neste caso vai ser a geração de energia e a distribuição desta energia elétrica gerada. O próximo passo é instalar o sistema solar fotovoltaico na área concedida ou alugada. Após o comissionamento da distribuidora a usina solar fotovoltaica entra em operação. E agora toda a energia gerada vai ser distribuída entre todos os cooperados ou consorciados. E é possível distribuir este montante de energia em qualquer proporção. Como assim? Vamos imaginar que temos 20 cooperados e a distribuição não precisa ser de 5% para cada integrante. Pode ser 10% pra um 2% pra outro, 30% para outro e assim por diante. E como eu posso alugar o meu telhado? Como dito no começo desta matéria a energia solar fotovoltaica funciona através do efeito fotovoltaico. E este efeito acontece no contato com a radiação solar. Portanto o local ideia são aqueles que não possuem nenhum tipo de sombra. E eu digo nenhum mesmo, pois uma antena pode diminuir toda geração de energia. Existe também outra possibilidade de aluguel de telhado, quando o investidor é o próprio Consumidor. Que é a geração remota, pois o Consumidor vai buscar um local para instalar o próprio sistema solar fotovoltaico. Então neste caso a consumidora de energia elétrica que mora em um apartamento e não tem área para instalar o seu próprio sistema solar fotovoltaico. Ela pode alugar o telhado de outra pessoa e gerar a própria energia elétrica. Isso não é muito demais? Além de toda essa mobilidade energética ela traz enormes benefícios ambientais e sociais. Se você tem um telhado e quer alugá-lo, clique no botão abaixo. Quero alugar meu telhado Se você quer gerar a própria energia, mas não tem espaço, clique no botão abaixo. Preciso de um telhado Guia Prático Sobre Energia Solar Fotovoltaica Conheça as principais características sobre a geração de energia solar fotovoltaica, como

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Rolar para cima