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Cooperativa Solar

Descubra a Cooperativa Solar

Descubra a Cooperativa A Energia Solar Fotovoltaica é uma das fontes de geração de energia elétrica mais acessíveis a toda população. Ela é acessível, pois em todo lugar do planeta Terra temos sol em abundância. Ela é acessível, pois a cada dia que passa os custos para acesso ao sistema solar fotovoltaico está mais baixo. Ela é acessível, pois existem infinitas aplicações, como em aviões, carros, casas, móveis, relógios e muitos outros. E como você já sabe a Energia Solar Fotovoltaica é a energia elétrica gerada através dos raios solares. A energia do sol chega nos módulos fotovoltaicos que convertem a radiação solar em energia elétrica. Esta energia elétrica gerada passa por um inversor e depois vai para o nosso quadro de distribuição. Ai neste ponto podem seguir dois caminhos, um é a do consumo imediato e a outra é para enviar essa energia para a rede elétrica. Quando enviamos essa energia para a rede elétrica ela é considerada como crédito para consumirmos nos próximos 60 meses. No Brasil nós temos a resolução normativa 482 que deu início a possibilidade de instalar um sistema solar fotovoltaico para qualquer pessoa. A resolução normativa veio em 2012 e tivemos outras 2 atualizações até hoje. Destas resoluções nós temos 4 modalidades para utilizar a energia solar fotovoltaica. Geração junto a carga que é quando se instala um sistema solar fotovoltaico próximo do consumo de energia elétrica EMUC que é o acrônimo para empreendimento com múltiplas unidades consumidoras. Neste caso é a geração junto a carga para diversas pessoas. Autoconsumo Remoto é a geração de energia elétrica para um único consumidor em um local e consumido em diversos locais Geração compartilhada é a possibilidade de gerar energia em um local e consumir por diversas pessoas em diversos locais Que é basicamente o autoconsumo remoto para diversas pessoas. E é este ponto que eu quero trazer no blog de hoje, sobre o uso da geração compartilhada. Como dito logo acima, a geração compartilhada é a possibilidade de ter um ou mais centrais geradoras de energia elétrica. E toda essa energia é compartilhada entre diversas pessoas ou empresas. E para poder fazer o compartilhamento desta energia é necessário a criação de um consórcio ou de uma cooperativa. Um consórcio é composto por pelo menos 2 empresas e ela é criada específico para empresas. Já a cooperativa é específica para pessoas físicas e uma cooperativa precisa de pelo menos 20 pessoas. Porém em uma cooperativa é possível abrir uma exceção e adicionar uma empresa na cooperativa, mas só em caso de exceção mesmo. Mas o que é uma cooperativa? Por definição cooperativa é a união de pessoas com um propósito bem definido que é melhorar a vida por meios econômicos. No caso da cooperativa solar todo os consumidores devem ter em comum o interesse em produzir a própria energia elétrica. Lembrando que a conta de luz não pode ser zerada, no caso para consumidores do grupo B, existe o custo de disponibilidade. Já para os consumidores do grupo A, que são as indústrias, existe o custo da demanda contratada. Com a criação de cooperativas solar é possível facilitar o acesso da própria geração de energia por diversas pessoas. E consequentemente aumenta o número de pessoas se beneficiando de uma energia limpa e renovável. Para desenvolver uma cooperativa solar a usina solar fotovoltaica e os cooperados devem estar conectados na mesma distribuidora de energia. Isso quer dizer que se a usina solar fotovoltaica está conectada na Enel SP, todos os cooperados devem estar ligados a Enel SP. Historia da Energia Solar Fotovoltaica Inversor Fotovoltaico Conta COVID, a Pandemia da Energia Elétrica. Exemplos de Cooperativas Uma cooperativa composta por 20 pessoas físicas com diversos consumos diferentes. Por exemplo 15 pessoas com consumo de 150 kWh/mês, 4 com 300 kWh/mês e uma com 1.000kWh/mês Neste caso vamos analisar o custo de disponibilidade, tamanho do sistema necessário e a área necessária. Depois disso, já vamos ter a geração média mensal de energia e o custo de material, projeto e instalação do sistema solar fotovoltaico. Calculamos o custo de investimento de cada um e o quanto cada um consegue obter de economia. Outro caso possível é 50 consumidores de 150 kWh/mês, 20 com 300 kWh/mês e uma pessoa jurídica, por exemplo um supermercado, com 5.000 kWh/mês. Porém neste caso a cooperativa formada não tem capital para investimento, portanto pode ter uma outra parte apenas para realizar o investimento. Assim, os cooperados pagam um custo mensal para esse investidor, porém já conseguem uma redução imediata na conta de luz. Como você pode ver, existem muitas possibilidades. E você já chegou a pensar de onde vem a sua energia? Bom se você mora em SP, grande parte da nossa energia vem de usinas de outras regiões. E quando a energia elétrica é gerada longe de onde vai ser consumida, existem diversas perdas neste percurso. E quando tem perdas, temos custos envolvidos, portanto, nossa conta de energia vem mais cara. Então quando nós geramos a energia próxima do local que vai ser consumido ajudamos também a estabilidade da rede elétrica. Com a energia solar fotovoltaica você fica livre de alterações da tarifa, livre da bandeira tarifária e não se preocupa com a fonte da sua energia elétrica. Ainda mais vivendo em um país como o Brasil, cheio de instabilidade e risco. Investir em algo que vai te trazer um retorno garantido é algo muito benéfico. E muito mais do que isso, investir em energia solar ajuda a economizar sem agredir o meio ambiente e beneficiando a sociedade. Não deixe para depois, invista agora e comece a economizar! Entre em contato AGORA Guia Prático Sobre Energia Solar Fotovoltaica Conheça as principais características sobre a geração de energia solar fotovoltaica, como o posicionamento do sol, as características dos equipamentos e a legislação brasileira. Baixe Agora

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China

China: a Tendência da Energia Renovável Hoje estamos no meio de uma Pandemia que está assolando todo o Mundo. E uma das causas é a destruição de florestas nativas e a proximidade com animais selvagens. Cada dia mais estamos invadindo o meio natural e isso tem causado a maioria dos nossos últimos problemas de saúde. Segundo a Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) 70% das doenças modernas são causadas pelos animais. Além do poder destrutivo em massa das áreas verdes do mundo, nós também estamos cometendo um lento suicídio. Que é a grande quantidade de gases do efeito estufa que emitimos, diariamente, em nossa atmosfera. Como é de conhecimento geral, as mudanças climáticas são um dos graves problemas mundiais que enfrentamos nos dias de hoje. Ou você ainda acredita que a mudança climática é invenção e que a terra é plana? Rsss De acordo com World Resources Institute, as principais atividades geradoras de gases de efeito estufa no mundo são: Geração de Eletricidade e Calor (24,9%); Indústria (14,7%); Transporte (14,3%); Agricultura (13,8%); Mudanças no uso do solo (12,2%); Outros combustíveis (8,6%); Processos industriais (4,3%); Lixo (3,2%) A emissão de gases do Efeito Estufa da China continua a subir Hoje um dos maiores responsáveis pela emissão dos gases do efeito estufa do mundo é a China. Para se ter uma ideia, a China gera mais gases do efeito estufa que toda a Europa. Hoje a China emite cerca de 9.825,8 Milhões de Toneladas de CO2 e é responsável por 28,8% de todo gás carbônico emitido no mundo. Como podemos observar a tendência de emissão global dos países desenvolvidos está caindo. Porém a China, indo contra esta tendência pelo fato de mais pessoas terem acesso aos benefícios do mundo globalizado. Benefícios como acesso a energia elétrica, a tecnologias eletrônicas, automóveis e diversas outras tecnologias modernas. Já o índice no Brasil, continua em um patamar relativamente estável, indicando uma estagnação em níveis de emissão de CO2. E essa curva se explica quando analisarmos o volume do consumo de energia em nível local e mundial. Podemos verificar que o consumo de energia da China cresce drasticamente, enquanto a Europa e o EUA continuam no mesmo nível. No caso do Brasil, vemos um leve aumento no consumo energético do país, mas de baixa representatividade a nível mundial. A china é responsável por consumir 24,3% de toda energia gerada mundialmente, e a principal fonte de geração de energia é o Carvão. Porém quando analisamos o consumo per capita o cenário muda. Neste caso temos o EUA em primeiro lugar, depois a Europa, China e por último o Brasil. O EUA teve um consumo per capita de 287,9 GJ (GigaJoule), a Europa com 123,6 GJ, China de 98,8 GJ e o Brasil 58,8GJ. Como dito anteriormente, ainda na China temos diversas áreas com baixos índices socioeconômicos. Além disso, a China conta com uma população de 1,393 bilhão de pessoas, o que faz muita diferença na quantidade de energia necessária. Descubra a Bateria e o seu Impacto Inversor Fotovoltaico 12 vilões da energia elétrica E a geração de energia global está em declínio. Em 2019 tivemos um declínio no consumo energético mundial. E este declínio energético é principalmente por causa dos EUA, Rússia e Índia. Porém a China seguiu o ritmo oposto, aumentando o consumo de energia. Além do crescimento da China, o uso de carvão no mundo caiu pela 4 vez em 6 anos. E quando se trata de investimento em energia, a energia renovável representa 41% de toda energia nova no ano de 2019. E com este enorme crescimento, a energia renovável supera pela primeira vez a energia nuclear no mundo. No mundo o consumo de carvão teve uma queda de 0,6% e sendo a 4° vez que cai o consumo nos últimos 6 anos. E como resultado desta queda, o uso do carvão para geração de energia elétrica no mundo caiu para 27%, que é a menor taxa dos últimos 16 anos. Essa queda representa claramente o futuro da energia mundial. Porém na contramão do mundo a China, teve um aumento na demanda por energia, teve um crescimento de 1,8 EJ. E quando se trata de energia renovável, temos um crescimento enorme. Se considerarmos a energia solar, eólica e biomassa o investimento em energia renovável foi de 40% do ano de 2018 para 2019. Esse aumento representa um aumento de 0,5% no mix da matriz energética mundial. Parece muito pouco, mas representa 3,2EJ no mundo, sendo 1,4EJ de eólica e 1,2 EJ de solar. E a China também lidera neste ponto, com o maior aumento de energia renovável no mundo. Representando cerca de 0,8 EJ e tendo como a energia solar fotovoltaica responsável por 50% deste crescimento. A matriz Energética da China é uma das mais poluidoras do mundo. Em 2003, a matriz energética da China era dividida entre 3 grandes grupos, usinas térmicas, hidroelétricas e nucleares. E as usinas térmicas representavam 82,7% de toda matriz energética e 14,8% era de hidrelétricas. E em menos de 20 anos vemos uma grande evolução da energia renovável dentro da China. Ainda muito lenta, porém uma diferença enorme comparada com 2003. A china representa 23% do consumo mundial de energia renovável. De 2008 até 2018 a China teve um crescimento de energia renovável numa taxa de 36,6% Como podemos analisar pelo gráfico, a China está com um crescimento enorme no uso de energia renovável. Ainda está longe de ter uma matriz energética renovável, porém está migrando para este caminho. E em poucos anos vai ultrapassar toda geração de energia renovável da Europa. Hoje a China já é responsável por 26% de toda energia renovável do mundo. Além disso, o EUA, o segundo país com maior quantidade de energia renovável do planeta, tem 33% menos geração de energia. E se compararmos apenas da energia solar, a China tem mais que o dobro da geração de energia do que o segundo colocado, EUA. Além disso, a energia solar na China em 2019 teve um crescimento de

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Payback

Payback: Como alcançar a economia

Payback: Como alcançar a economia Neste texto nós vamos trazer o significo de payback e como é feito o cálculo para o retorno financeiro deste investimento. Este é um dos principais indicadores para saber se vale a pena ou não investir em algum projeto. E um dos principais indicadores utilizados para traduzir o valor financeiro do investimento em energia solar fotovoltaica. Já trouxemos um comparativo entre os investimentos mais tradicionais do Brasil em comparação a energia solar fotovoltaica. Então já entendemos que a Energia solar fotovoltaica tem um retorno quase 9x maior que a poupança no cenário atual. Então além de obter este incrível retorno, o investimento é tão seguro quanto a própria caderneta de poupança. Para iniciar este assunto tenho que perguntar, você sabe o que é Payback? Payback é um indicador de tempo de retorno de um investimento em que os rendimentos acumulados se igualam ao valor do investimento.’ Ou seja, de forma simplificada, em quanto tempo você vai recuperar o valor investido e quando vai começar a ter lucro. Outras taxas que estão diretamente ligadas ao Payback são o Retorno sobre o Investimento (ROI) e a Taxa interna de Retorno (TIR). Como já dito, o ROI é o retorno sobre investimento e nele você descobre o quanto ganhou com o investimento. E o TIR é um indicador que nos mostra qual a porcentagem de retorno do investimento e esse valor podemos comparar com outros investimentos. E como posso calcular o Payback? Existem dois tipos de payback, o nominal, simples, e o descontado, valores atualizados. O simples é o resultado do investimento sobre a média dos rendimentos. Já no descontado é necessário trazer todos valores futuros para o presente e depois calcular o payback igual o simples. Meu Sistema Solar Fotovoltaico Então para calcular o valor presente, utilizamos esta fórmula: Senda que a taxa é um valor mínimo de atratividade, ou seja, o quanto você poderia estar ganhando em outro investimento de mesmo risco. E n é o período em questão para trazer a data zero. Depois que fizermos isso, reaplicamos a fórmula do Payback. Um pouco mais complicado né, vou tentar deixar um pouco mais claro mais para frente quando apresentar o exemplo. Essas fórmulas são para você ter um maior entendimento de como tudo está funcionando, porém com o excel é possível calcular de forma automática. Ganhe dinheiro alugando o seu telhado Sustentabilidade e a Energia Solar Você conhece sua conta de luz? Ok, me mostra como aplico isso em energia solar fotovoltaica. Como você já deve saber, toda vez que você pede um orçamento de energia solar fotovoltaica toda empresa te pede a fatura de energia elétrica. Falando nela, você sabe decifrar todos os códigos escritos nela? Descubra aqui. Nós pedimos sua conta de luz por alguns motivos: Saber a média do seu consumo de energia elétrica; Saber o tipo de entrada do seu sistema elétrico; Descobrir o custo da sua energia elétrica; O endereço exato do seu imóvel; Confirmar a distribuidora; Outros valores embutidos. Com estes 6 pontos é possível fazer um levantamento prévio sobre as suas necessidades energéticas, área disponível e possíveis sombras. Agora vou começar com exemplos hipotéticos (qualquer semelhança é mera coincidência). Vamos supor que a Flavia possui um imóvel que tem um consumo no mês de janeiro de 1.150 kWh e este imóvel é ligado em trifásico e está em São Paulo. Para facilitar o cálculo, vou considerar que todos os outros meses são iguais a Janeiro, ou seja, todos os meses com consumo médio de 1.150 kWh. Sabendo que o valor, tirando o cálculo dos encargos, é de R$ 908,00, conseguimos encontrar um valor de R$ 0,7895 por kWh consumido. Com o dado do consumo médio total anual e o seu endereço já é possível calcular uma prévia do seu sistema solar fotovoltaico. Nós utilizamos o software PvSyst para realizar o cálculo prévio e o detalhado, desta forma temos uma previsão mais real da geração de energia elétrica. Utilizando o software, consideramos um consumo anual de 11,7 MWh, 100% do sistema solar fotovoltaico voltado para o norte e sem sombra. Desta forma, o sistema faz o cálculo de geração de energia necessária para suprir esta demanda, assim obtemos um sistema de 9 kWp. Um sistema deste tamanho tem aproximadamente 22 módulos fotovoltaicos que ocupam uma área de aproximadamente 53 m2. Então vamos buscar um sistema com nossos fornecedores e encontramos valores de R$ 28.500,00 até R$ 32.000,00. Par efeito de cálculo vou considerar um custo de R$ 30.400,00 de equipamento fotovoltaico. O restante do valor conta com custo de projeto, custo de instalação, imposto e demais outros custos embutidos. Todo o custo de material, projeto, instalação, imposto e outros custos resulta aproximadamente em R$ 43.000,00.   Bom agora começa o verdadeiro cálculo de Payback para um sistema solar fotovoltaico. A primeira coluna estão os anos de vida de um sistema solar fotovoltaico. Nas próximas 3 colunas representam a geração do sistema solar fotovoltaico, o consumo de energia e a diferença entre eles, tudo em kWh. Da quinta coluna em diante temos o custo do kWh, custo do consumo de energia atual e o custo de energia esperado. Resultando na economia. Então com base na economia vamos subtraindo o valor do investimento inicial até passarmos do negativo para o positivo. Desta forma encontramos que do ano 4 para o ano 5 já obtemos o retorno do investimento e este representa o nosso payback. Como você pode observar a coluna de geração de energia vai caindo e o custo da energia elétrica vai aumentando. A geração vai caindo, pois, as células fotovoltaicas vão se degradando normalmente com o tempo. E ao mesmo tempo que tem o desgaste, também temos a inflação energética. Que normalmente vai aumentando com o tempo. Como podemos observar nesta tabela, o ganho no final do 30 ano é de aproximadamente R$ 673.744,47. Me fala, o que você acha de investir R$ 43.000.00 e em 10 anos ter R$ 78.000,00, em 20 anos ter R$ 293.000, e

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Paineis solares fotvoltaicos espelhando o céu

Você sabe como funciona a energia solar fotovoltaica?

Você sabe como funciona a energia solar fotovoltaica? Aqui nós já explicamos como a energia solar foi descoberta por Edmond Becquerel.. Mas como ela realmente funciona para você? Vamos descrever de forma simples e rápida como ela gera energia elétrica para sua residência ou negócio. Além disso, vou citar alguns benefícios da energia solar para você e para o mundo. Como a energia solar funciona? Bom como já foi explicado, nossa matriz energética, ou seja, o conjunto de tipos de geração de energia elétrica, é majoritariamente limpa. Porém para a construção de grandes usinas hidrelétricas se faz necessário expulsar a população ribeirinha e mudar a trajetória de rios e terras, e isso não é sustentável. Já com o uso da energia solar não se faz necessário inutilizar nenhuma área para a construção de usinas solares. Como você já sabe, um sistema solar fotovoltaico é composto por painéis solares e inversores, como principais equipamentos. É possível instalar o sistema solar fotovoltaico em qualquer telhado de qualquer residência ou comércio. E como ela realmente funciona? A radiação solar é uma energia que provém do sol e esta energia é recebida pelos painéis solares. Neste contato, a energia da radiação solar é transformada em energia elétrica pelos painéis solares. Desta transformação, a energia elétrica passa pelo inversor que vai deixar esta energia elétrica pronta para o uso. Todo este processo é instantâneo e sem nenhum tipo de agressão ao meio inserido, como o meio ambiente. De forma simples e fácil você consegue trazer imensos benefícios para você e para toda sociedade. Quais são os benefícios da energia solar? São inúmeros os benefícios da energia solar, tanto para um indivíduo como para todo o planeta. Podemos começar com o benefício da economia financeira, com a instalação do sistema solar fotovoltaico. Você já sabe que com este sistema você pode economizar muito financeiramente por muitos anos seguidos. Além desta economia financeira, você consegue transformar o sistema elétrico, em um sistema muito mais confiável. Confiável, pois a geração de energia elétrica é perto do seu consumo e além disso, o gasto com a transmissão é menor. Outro ponto, é o benefício ambiental por utilizar uma fonte que não traz nenhum dano ambiente durante a operação. Os descartes dos equipamentos também já são bem conhecidos, tendo empresas especializadas em reciclagem destes materiais. Estudos provam que os ambientes que estão instalados os painéis solares provocam uma queda na temperatura. Como vimos no último relatório do IPCC- Intergovernmental Panel on Climate Change, temos o risco do aumento da temperatura. O aumento de temperatura em 2°C nos próximos anos, o que poderia desencadear uma destruição em massa. São muitos benefícios, mas tem algo que possa impedir a instalação deste sistema? A energia solar possui alguns impedimentos para a instalação do sistema na sua residência ou comércio. O principal problema é a sombra sobre os painéis solares, que diminui drasticamente a eficiência. Outro ponto é a rede elétrica não estar qualificada para receber esta energia ativa. Também temos os problemas legislativos e burocráticos por outras partes. Ainda não está convencido da energia solar? Bom com a Sunset Energia além destes benefícios que a própria tecnologia te proporciona, nós somos uma empresa que pensa em toda uma economia regenerativa. Nós nos dedicamos, pelo menos, uma vez na semana a fazer trabalho voluntário para ajudar algumas causas que acreditamos. Além disso, nos asseguramos de diminuir toda nossa pegada de carbono e, além disso, plantamos árvores para compensar o CO2 que liberamos durante nosso processo de visita, vistoria, instalação e acompanhamento de nossos sistemas solares fotovoltaicos. Também garantimos que após a instalação de 250 kWp nós doamos um sistema de até 3kWp para alguma ONG, Fundação ou qualquer entidade. Também não cobramos fazer projetos para nenhuma entidade, ONG ou fundação que nos procure. Ainda em dúvida? Entre em contato e vamos bater um papo para você conhecer mais sobre esta incrível tecnologia. Vamos Mudar o Mundo

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Painel solar transformando a casa em 100% de energia renovável.

100% de Energias Renováveis

100 % de Energias Renováveis Agora que já sabemos como a energia é gerada, tanto no Brasil como no resto do mundo. Também conhecemos todos os gases do efeito estufa que a geração de energia elétrica tem soltado em nosso ambiente. Com todo este conhecimento, vemos a necessidade de mudar nossas fontes de energia elétrica e nossos hábitos de consumo. Sabendo disso, cidades inteiras estão mudando para energias renováveis e criando hábitos mais colaborativos. Temos diversas fontes de energia renováveis, tais como as hidroelétricas, solares, eólicas, geotérmicas e outros. Locais 100% de energias renováveis Pelo mundo todo vemos iniciativas buscando mudar toda a matriz energética (distribuição, transmissão e geração), ou pelo menos, em algumas cidades. Nos EUA, temos 6 cidades que já são abastecidas utilizando apenas energia renovável. As cidades americanas são essas: Aspen, Burlington, Georgetown, Greensburg, Kodiak Island e Rock Port. Além destas cidades temos diversos condados, 9 condados. E mais 84 cidades comprometidas a 100% energias renováveis até 2050. Mais que isso, os estados, Havaí e Califórnia, se comprometeram em usar 100% de energia renovável até 2045. Além dos EUA, temos Porto Rico, que após a catástrofe natural que o Furacão Maria causou, o país inteiro está mudando para 100% de energia renovável. Pelo mundo também temos outros exemplos, como a Ilha da Madeira e Porto Santo em Portugal. E diversos países como a Alemanha, Suécia, Costa Rica, Escócia, Uruguai e Dinamarca se comprometeram em mudar sua matriz energética. A Costa Rica já consegue por alguns meses ser sustentada apenas por energias renováveis. A Islândia, Paraguai e Albânia já utilizam energia elétrica a partir de fontes renováveis. Como esses país estão mudando? Para se obter esta mudança, é necessário um esforço de todos os envolvidos. Incentivos dos governos, investimentos das pessoas físicas e jurídicas, conscientização da população e diversos recursos tecnológicos. Aqui não vou discutir quais incentivos ou não o governo pode fazer, vou tratar apenas o que nós podemos fazer. A primeira mudança é a conscientização do uso da energia elétrica e o seu padrão de consumo. A energia elétrica é um bem onde na maior parte do tempo não nos preocupamos em como utilizar. Ainda mais por não saber como ela chega em nossas residências. Você que nos acompanha já tem mais consciência de como a energia elétrica é gerada no Brasil e no mundo. Com esta consciência, é possível saber as consequências de cada tipo de geração e ainda saber os benefícios. Utilizar de forma consciente e uma forma de ajudar o mundo a utilizar apenas energia elétrica de fontes 100% energias renováveis. Outra mudança necessária é a internet dos aparelhos eletrônicos, deixar tudo conectado e inteligente. Cidades inteligentes são capazes de solucionar problemas elétricos a distância, de forma ágil e imediata. Também torna a possibilidade de limitar menores áreas com o corte de luz, para manutenção ou problemas na rede. Além disso, o uso de dispositivos inteligentes e conectados, transforma a distribuição de energia elétrica mais equilibrada, diminuindo a perda e o uso irregular. Também possibilita a entrada de pequenos geradores com maior facilidade, sem muita burocracia. Com os geradores distribuídos pelas cidades a rede se torna descentralizada, dando uma maior confiabilidade ao sistema. A rede ficando inteligente, todo o sistema se torna rápido, instantâneo e muito mais dinâmico. E geração de energia elétrica sendo 100% de energias renováveis é confiável? Sim, como qualquer outra fonte de geração de energia ela tem seus benefícios e defeitos. Benefícios como, a não geração de gases poluentes e uso de combustíveis renováveis. Além disso, já temos exemplos como os países acima citados que já operam 100% de energias renováveis. E com um planejamento adequado e a descentralização da matriz energética, se torna ainda mais confiável. Assim, não ficamos totalmente dependentes de grandes geradores de energia elétrica. Mais que isso, eu acredito que podemos ter geração de energia elétrica 100% de energia renováveis como solar e eólica. E utilizando a energia das hidroelétricas em emergências, quando não existe sol e nem vento suficiente para todos. Esta mudança exige um esforço de toda população e não apenas do governo, como é realizado em sua maior parte. Para isso se tornar uma realidade, todas os estabelecimentos devem, quando possível, gerar sua própria energia elétrica. E ainda mais, produzir mais do que consome e vender o excedente para os estabelecimentos próximos. Também se faz necessário o uso de baterias para todos, assim cada um se tornando uma bateria. Também com o uso de veículos elétricos, transforma-los em grandes baterias ambulantes. Então com o conjunto de redes inteligentes, geração descentralizada, baterias e veículos elétricos é possível ter esta mudança. Não é simples e muito menos fácil, por isso eu acredito que a conscientização é o primeiro passo. Por este motivo escrevo neste blog, para tentar transmitir um pouco do meu conhecimento para o máximo de gente possível. Vamos fazer a nossa parte e mudar para um mundo mais energeticamente sustentável? Mude Agora

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Veículos elétricos sendo abastecidos

Veículos Elétricos

Veículos Elétricos Hoje nosso transporte é feito em quase sua totalidade por veículos baseados na combustão de derivados do petróleo. E temos visto o quanto o transporte afeta o mundo por causa da liberação dos gases de efeito estufa. Hoje ainda existe um longo caminho para percorrer, mas as mudanças já estão surgindo. Empresas como a TESLA, VOLVO, HONDA, FIAT, SUBARU, TOYOTA e PORCHE estão parando a produção de carros movidos a Diesel. A Subaru e FCA (Fiat, Chrysler Automobiles) vão parar de fabricar carros a Diesel até 2020. Já a Volvo já suspendeu todo desenvolvimento de motores a diesel. E estão totalmente comprometidos nos veículos elétricos. Mercado de veículos elétricos Como sabemos, ainda é um mercado novo, porém com um potencial enorme de crescimento. Tanto que as maiores empresas do ramo automobilístico, já estão mudando para produção total de veículos elétricos. Nos EUA o quinto carro mais vendido do mês de agosto foi um carro elétrico, TESLA Model 3. No mês de setembro foi o quarto carro mais vendido e o primeiro colocado em receita dos últimos três meses. De acordo com a The Eletric Vehicles World Sales DataBase (www.ev-volumes.com), o volume de carros tem crescido exponencialmente. Também podemos verificar um aumento significativo entre os países mais desenvolvido, tendo como principal a China. É esperado que seja vendido 500.000 a 1.100.000 unidades de veículos elétricos só na China. E mais 130.000 modelos da Tesla só nos EUA e no Canadá. Nos 6 primeiros meses de 2018 a China teve um aumento de 105% comparado ao mesmo período do ano passado. Outros países com alta taxa de crescimento são o Canadá, Holanda, Coréia do Sul, Espanha, Finlândia, Dinamarca, Portugal e Austrália. Alguns países com números realmente expressivos, como o crescimento da Dinamarca de 691%. A taxa de crescimento do Canadá é de 168%, Holanda 126%, Coréia do Sul (169%), Espanha (99%), Finlândia (148%), Portugal (119%) e Austrália (98%). Os benefícios dos carros elétricos Como dito, ainda é um mercado novo e em extrema ascensão. Porém o que já é bem conhecido é a eficiência do motor, ou seja, o motor elétrico é cerca de 90% mais eficiente que o regular. Os motores de combustão possuem uma eficiência média de 38%, pois boa parte é perdida com calor. Já os motores elétricos podem chegar até 95% de eficiência. Também sabemos que os carros elétricos reduzem extremamente a poluição sonora por possuírem motores muito silenciosos. Muito mais que isso, a condução e a aceleração têm se mostrado cada vez mais agradável e potente. Nem é preciso falar que a emissão de gases do efeito estufa é zero durante a operação. Outro ponto é o custo por quilometro rodado, que é bem mais baixo que dos motores a combustão. Com o uso de baterias cada vez menores e melhores, os próprios veículos elétricos se tornam baterias ambulantes. Ou melhor dizendo, os automóveis elétricos servem como geradores de energia elétrica para serem utilizados em lugares remotos. Além disso, se a geração da energia elétrica for por fontes renováveis, como a solar e eólica, este se torna ainda mais sustentável. Porém nem tudo é perfeito, então quais são os lados negativos? Um dos grandes pontos negativos é o valor de compra destes carros. Por este motivo, muitos governos oferecem isenção de alguns impostos. No Brasil os carros elétricos possuem pequenos incentivos, apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo e no Rio de Janeiro tem desconto no valor do IPVA, sendo até 40% e 1,5% respectivamente. E quem está em São Paulo também fica de fora do rodizio municipal. Para se conseguir obter um melhor valor de venda, é necessário aumentar a produção do mesmo para se ter escala. Com o aumento da escala é possível reduzir o custo e assim os veículos elétricos ficarem com preços mais acessíveis.  Outro ponto negativo é para a produção e descarte da grande quantidade de bateria que vai ser utilizada nestes carros. As baterias mais comuns utilizam o lítio e outros minerais raros, que sua extração não é benéfica ao meio ambiente. Temos que levar em consideração que estes materiais são bens finitos e que devem ser repensados em como devem ser utilizados e até reaproveitados. Mais que isso, os veículos elétricos possuem uma autonomia relativamente pequena, pela falta de lugares para recarga das baterias. Os veículos novos como o Nissan Leaf promete até 378 km de autonomia, o Chevrolet Bolt 383 km e o Tesla X promete 613 km por carga. Estes valores são semelhantes aos valores abastecidos com combustíveis comuns, porém não é possível encontrar um posto de abastecimento de energia elétrica no Brasil. Mais do que as vantagens e desvantagens, temos o avanço da tecnologia que segue junto com os veículos elétricos. Avanços tecnológicos. Hoje podemos ver o grande avanço e investimento que tem sido feito nas baterias. As baterias têm ficado cada vez menores, mais eficientes e muito tem se estudado para troca de materiais. Ainda não existem materiais para substituir o lítio com tamanha eficiência e custo viável. Mas as crescentes pesquisam se mostram positivas em relação as novas tecnologias e descobertas no mundo das baterias. Outra tecnologia que tem melhorado muito são os GPS – Global Position System, além de sensores de movimento. Tudo isso para tornar estes veículos elétricos em veículos autônomos, ou seja, que não necessitem de motoristas. Além dos avanços em localização e baterias junto com isso a fonte do combustível, energia elétrica, tem sofrido grandes avanços e mudanças. A eletrificação é um futuro próximo, ou distante, mas é um futuro que podemos já viver. Um dos modos de estar neste futuro é iniciar com a escolha da sua energia elétrica, você quer que seja infinita ou finita? Cidades inteiras têm mudado para utilizar apenas energias renováveis. E você, vai ficar fora dessa? Escolha a energia solar fotovoltaica com a Sunset Energia. Mude Agora

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Usinas termoelétricas

Mudança climática: Efeito estufa no Brasil e no Mundo

Mudança climática: Efeito estufa no Brasil e no Mundo Aqui você vai descobrir o que é o efeito estufa e quais são os principais gases do efeito estufa. Além disso, vai entender o que está sendo feito e quais medidas estão sendo tomadas para diminuir este efeito. Você sabe o que é o efeito estufa? O efeito estufa é um processo natural da terra, ou seja, é um processo que não foi criado pelo homem. Este efeito estufa é responsável por filtrar a quantidade de radiação que entra na superfície terrestre. Os raios solares entram na atmosfera terrestre e chegam em todas as superfícies. Algumas retém mais e outras menos radiação. Esta radiação é refletida, ou seja, ela retorna para o espaço. Assim o efeito estufa também é responsável por impedir a saída da radiação que deixaria nosso planeta Terra. Esta radiação fica retida nesta camada do efeito estufa, que é composta pelos gases do efeito estufa. Estes gases do efeito estufa absorvem esta radiação que retornaria para o espaço. Quando estes gases absorvem a radiação, tem se o efeito da geração de calor. E é este calor que mantém o planeta aquecido durante a noite para não congelarmos. O problema é que a quantidade de gases do efeito estufa estão aumentando, fazendo com que fique retido mais calor, criando assim um desequilíbrio ambiental. Como consequência disso existe a mudança climática. E quais são os gases do efeito estufa? Os principais gases são o gás carbônico (CO2), metano (CH4), óxidos nitrosos (NOx), Ozônio (O3) e Clorofluor-carbonetos (CFCs). Como podemos ver no gráfico o CO2 possui uma representatividade muito maior comparada aos outros gases. Porém, em comparação com os outros gases ele não é tão danoso, na questão de absorção do calor. Por exemplo, o metano produz 21 vezes mais calor que o gás carbônico. Já os óxidos nitrosos são 310 vezes mais absorventes que o CO2. Outro ponto que temos que levar em consideração é o tempo que cada um fica retido em nossa atmosfera. Temos o CO2, como o que permanece por mais tempo em nossa atmosfera, com uma permanência de até 200 anos. Logo depois o NOx, seguindo pelos CFCs e depois pelo metano com até 150, 100 e 10 anos, respectivamente. Como podemos observar, o CO2 possui um tempo de vida mais longo e uma quantidade muito maior que os outros gases. Tornando o gás carbônico como o principal gás do efeito estufa desequilibrado. E quais os principais emissores destes poluentes no Brasil? Recentes estudos mostram que grande parte das emissões destes gases se dá através da mudança de terra no país. O restante das emissões está dividido entre agropecuária, energia, processos industriais e resíduos. A mudança de uso da terra é o desmatamento para uso agropecuário, ou seja, toda área destruída para plantação ou criação de animais. Desta forma a agropecuária fica responsável por 75% de toda emissão de gases do efeito estufa realizado no Brasil. E este número vem crescendo com o aumento do desmatamento e a falta da preservação de nossas florestas nativas. Este aumento vem acontecendo após o Brasil assinar o acordo de Paris que prevê uma diminuição da temperatura mundial. O acordo de Paris foi assinado por 195 países se comprometendo a diminuir a emissão dos gases do efeito estufa. Com esta diminuição se espera manter a temperatura 2° C abaixo do que se comparado a temperatura da época pré-industrial. Junto com o acordo de Quioto, estes dois tratados são os mais enfáticos nas relações com o efeito estufa. Porém, o Brasil, em desacordo com estes pactos, vem aumentando o envio destes gases nos últimos 4 anos. E no resto do mundo? Segundo o último relatório desenvolvido pelo IPCC – Intergovernmental Panel on Climate Change, as emissões estão divididas da seguinte forma: Como podemos ver no gráfico, a maior parte das emissões dos gases do efeito estufa provém de fontes de energia. A energia elétrica é gerada através da queima de algum combustível fóssil, como o carvão, gás natural e óleo. Parte da emissão realizada pela indústria e pelos edifícios ocorre devido a queima dos combustíveis fosseis, tanto para geração de energia quanto para aquecimento. Outro aspecto crítico é o da agropecuária, pois além de gerar estes gases do efeito estufa, é responsável pelo desmatamento de grandes áreas verdes. Os maiores responsáveis pela emissão destes gases é a China, representando 30% de toda a emissão mundial. Isso devido a grande dependência da energia elétrica gerada por termoelétricas a carvão. Logo depois vem os EUA com 15%, em seguida da União Europeia com 9%, Índia, Rússia, Japão com 7%, 5% e 4%, respectivamente. O Acordo de Paris assinado no ano de 2015 marcou a retomada para a diminuição destas emissões. Lembrando que, o acordo de Paris, tem como meta manter a temperatura 2°C abaixo do que se comparado com a época pré-industrial, até o ano de 2030. Entretanto, de 2015 a 2018 obtemos um aumento nestas emissões, chegando a um nível recorde de concentração de CO2. Do ano de 2017 para agora a concentração do nível de CO2 do mundo aumentou em 2,2 partes por milhão (ppm), ou seja, foi de 403 ppm para 405 ppm. Devido a este aumento, a temperatura média do planeta também vem aumentando, de acordo com o aumento do CO2. Da época pré-industrial até agora a temperatura teve um aumento de 0,8°C. Além disso, em 2017 os EUA declararam sua saída do acordo de Paris. Determinando um marco negativo na luta contra o efeito estufa. E como combater o efeito estufa? Temos que lembrar que o efeito estufa não é ruim, é algo necessário para a existência de vida aqui na Terra. Porém, o desequilíbrio é algo que agride o meio ambiente e temos visto, a cada dia que passa, mais catástrofes naturais. Sabendo que o CO2 possui uma vida útil longa, precisamos de algo que retire ele de nossa atmosfera. Hoje está sendo estudado diversas tecnologias com este fim, porém nenhum ainda é viável para implantação

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Sustentabilidade pelas mãos cuidando da natureza

Sustentabilidade e a Energia Solar

Sustentabilidade e a Energia Solar Fotovoltaica Hoje vou falar um pouco sobre o termo tão conhecido: sustentabilidade e onde a energia solar se encaixa. Sustentabilidade é uma palavra que vem sendo quase obrigatória nas empresas nos dias de hoje. Empresas que não dizem ser sustentáveis, hoje não sobrevivem no mundo da informação. Mas você sabe se a empresa que você trabalha é sustentável? E sobre as empresas que prestam serviço para você ou as empresas que você compra seus produtos? Realmente são sustentáveis? Essas empresas são sustentáveis pontuais ou é algo contínuo? Bom é extremamente difícil saber se é ou não é e muitas vezes acreditamos no que vemos em propagandas. Eu acredito, e temos muitos exemplos de verdadeiras empresas sustentáveis, como a Apple, Natura, Honda e outras. Mas o que realmente significa sustentabilidade? Sustentabilidade é um conjunto de esforços e estratégias para que, neste caso, as empresas promovam um desenvolvimento sustentável. Para o desenvolvimento sustentável as empresas devem ser ecologicamente corretas, economicamente viáveis, socialmente justas e que promovam a diversidade. Para uma empresa ser ecologicamente sustentável ela deve conservar o meio ambiente, mantendo todo ecossistema em harmonia. No lado social, estas empresas devem promover o equilíbrio da sociedade, promovendo a diminuição da desigualdade e da violência. Já no âmbito econômico, as empresas devem ser lucrativas, respeitando todo lado humano e natural da empresa. Ou seja, para uma empresa realmente ser considerada sustentável ela deve atingir, no mínimo, estas três características. E onde surgiu este termo sustentabilidade? Este conceito teve início no século passado, na Confederação das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente em 1972. Conhecida como Conferência de Estocolmo, teve como principal discussão a degradação do meio ambiente e a poluição. 20 anos depois, na conhecida como ECO-92 ou RIO-92, foi de vez aceito o termo desenvolvimento sustentável. Desenvolvimento sustentável basicamente trata de um desenvolvimento a longo prazo sem esgotar todos os recursos naturais da humanidade. Nesta mesma conferência, foi criado a Agenda 21, onde estabelece a cooperação mundial para solucionar problemas socioambientais. As principais ações brasileiras eram para a inclusão social, preservação do meio ambiente, sustentabilidade urbana e rural e ética política. Em 2002 tivemos a Cúpula da Terra sobre o Desenvolvimento Sustentável que aconteceu em Joanesburgo, África do Sul. Neste encontro foi enfatizado estes comprometimentos e incluindo um maior envolvimento entre as três esferas: ambiental, social e econômica. Em 2012, o Rio+20, onde foi discutido o comprometimento político com o desenvolvimento sustentável. Neste ano a Dilma Roussef, presidente do Brasil, abriu com as seguintes palavras: “É possível fazer um país crescer respeitando o meio ambiente. Hoje, 20 anos depois da Rio-92, vamos dar um recomeço a este processo.” E toda vez que cita o respeito ao meio ambiente temos que lembrar sobre o protocolo de Quioto, 1997. Este protocolo é um compromisso entre 55 países que tem, por obrigação, diminuir os gases do efeito estufa em comparação aos níveis de 1990.  Em 2015 tivemos o Acordo de Paris que também tem por objetivo a diminuição dos gases do efeito estufa. Este também trata de manter a temperatura média global abaixo dos 2°C comparado aos níveis pré-industriais. Além da economia sustentável, surgiram diversos outros pensamentos como a economia solidárias, circular, criativa, regenerativa, colaborativa e outras. Talvez você ache interessante Por que investir em energia solar fotovoltaica? Read More Eficiência Energética Read More Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Read More Economia solidária É a economia que apoia o desenvolvimento local e que a atividade econômica é conduzida pela autogestão. Ou seja, todas as pessoas que trabalham são donos e são os trabalhadores ao mesmo tempo. Economia circular É a economia que olha toda a cadeia de produção. Do momento da extração até a reciclagem do produto. Toda vez que eu penso em economia circular eu me recordo dos tempos da faculdade, onde aprendi que nada se perde, tudo se transforma. Podemos dizer que é baseado no ciclo natural da vida, onde não existe nada que não possa ser reaproveitado. Economia criativa É a geração de valor baseado na experiência do cliente. Neste tipo de economia, além do produto ou serviço adquirido, é proporcionado um valor que não pode ser medido. Economia regenerativa Esta economia se baseia nos oito princípios: relacionamento, riqueza holística, inovação, participação, comunidade, diversidade, ciclo e equilíbrio. Além disso, é o sistema onde reconhece o valor que o sol e a Terra possuem como valores iniciais de toda cadeia produtiva. Economia colaborativa É fundamentado na divisão de bens e não no acumulo destes. É sobre o compartilhamento e a troca de bens e serviços. Para facilitar o entendimento, empresas como o Uber e Airbnb são empresas com este conceito. Além destas economias sustentáveis, cada qual com sua característica, temos os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. Objetivos de desenvolvimento sustentável, o que é isso? A ONU – Ogranização das Nações Unidas junto com mais 150 líderes determinaram 17 objetivos no ano de 2015. Estes 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), servem como um guia para estes países se tornarem mais igualitários. E como todo objetivo bom, o prazo estipulado para adotar todas estas medidas é até 2030. Os 17 ODS são: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares; Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável; Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades; Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas; Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos; Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos; Promover o crescimento econômico sustentado, incluso e sustentável, emprego pleno e trabalho decente para todos; Construir infraestrutura resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação; Reduzir a desigualdade dentro do país e entre eles; Tornar as cidades e os assentamentos

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Usinas térmicas soltando fumaça com um chamado de que é hora de repensar sobre o assunto de geração de energia elétrica. Mudar nossos hábitos de consumo de energia elétrica faz parte da mudança do mundo.

Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica

Aprenda sobre geração de energia elétrica Agora que você já sabe de onde vem a energia elétrica produzida no Brasil, vamos conhecer um pouco mais sobre os tipos de geração de energia elétrica. A geração de energia elétrica pode ser dividida em duas grandes áreas, entre renováveis e não renováveis. Dentro das energias renováveis estão as hidrelétricas, solares, eólicas, biomassa e outras, como a geotérmica e a marítima. Estas últimas duas não vão ser discutidas aqui, por terem poucos estudos dentro do Brasil. As energias não renováveis contam com as usinas termoelétricas e as nucleares, que representam 14% da matriz energética do país.   Se considerar as usinas de biomassa como usina termelétrica, este número sobe para 23%. Vou começar pelas que poluem mais. Fontes Termoelétricas Neste campo eu vou considerar a biomassa por se tratar de um processo similar as outras fontes não renováveis. É definido termoelétrica toda usina que queima algum combustível para gerar energia elétrica. No caso da biomassa, o combustível utilizado são resíduos da cana de açúcar, cascas de arroz, madeira e outros. Por utilizar resíduos renováveis, ela é considerada uma forma de geração de energia elétrica renovável. Já para as não renováveis os combustíveis são os óleos, carvões, gás natural e outros derivados do petróleo. Nos dois casos existe a queima do combustível que é utilizado para transformar a água em vapor. Este vapor passa por uma turbina ligada a um gerador que gera a energia elétrica. Estas usinas são usualmente utilizadas em casos de emergência, ou seja, em períodos que as usinas hidrelétricas estão gerando pouca energia elétrica. Qual as vantagens da biomassa? Ela emite menos poluentes, comparada com as termelétricas tradicionais, e normalmente é construído próximo do local onde vai ser utilizada a energia elétrica. Também é realizado o aproveitamento do que seria descartado em outras indústrias, tornando assim seu combustível muito mais barato. Fonte Nuclear A fonte nuclear pode ser considerada parte das termoelétricas, porém o combustível utilizado é um material radioativo. Dentro de um tanque isolado acontece um processo chamado de fissão, que é basicamente a divisão dos átomos radioativos. Quando o átomo se divide, ela gera uma grande quantidade de energia e esta energia gera calor. Para resfriar este reator, tanque isolado, se utiliza água. E esta é utilizada para transformar outra água em vapor. Então como as termelétricas, este vapor passa por uma turbina onde ocorre a geração de energia elétrica. Existem pessoas que consideram a energia nuclear como uma fonte limpa, por não emitir gases que provoquem o efeito estufa. Contudo, temos diversas catástrofes que aconteceram devido a problemas com este tipo de usina. Temos o desastre de Chernobyl, em 1986, que até hoje, não foi possível recuperar a cidade. Este acidente aconteceu durante um teste de “apagão” na usina. No decorrer do teste, houve uma falha de segurança. Por causa desta falha de segurança, ocorreu uma reação que não foi controlada que levou a água para o gerador, causando uma explosão. E nos últimos anos, o acidente nuclear de Fukushima. Este acidente foi causado por desastres naturais. Tudo começou com um terremoto. Logo após o terremoto, os reatores foram desativados e as fissões foram interrompidas. Porém a mesma usina sofreu com um tsunami que desligou os geradores de emergência, e estes funcionavam para resfriar os reatores. Com esta interrupção, os reatores não foram resfriados e eles derreteram causando as explosões. Fonte hidrelétrica No Brasil cerca de 68% da energia vem de fontes hidroelétricas, conforme visto anteriormente. A fonte hidroelétrica é dividia entre três tipos, usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas e centrais geradoras hidrelétricas. Estas são divididas de acordo com sua capacidade instalada, ou seja, sua potência de geração de energia elétrica. São consideradas Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH) as usinas com potência instalada de até 1 MW. Já as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) possuem uma potência instalada de 1,1 MW até 30 MW. Logo as usinas hidrelétricas (UHE), são as consideradas com a potência instalada maior que os 30 MW. A energia elétrica é produzida quando a água passa por uma turbina, que gera energia mecânica. Lembrando que esta turbina é diferente da turbina para o vapor d e água utilizado nas termelétricas. Esta turbina está ligada em um gerador que vai transformar esta energia mecânica em energia elétrica. Os modelos mais comuns de turbinas são as turbinas Pelton, Kaplan, Francis e Bulbo, sendo a última mais usada em usinas a fio d’água. Estas usinas possuem características semelhantes como a barragem, casa de força, canal de fuga e o vertedouro. A barragem serve para criar o reservatório de água, alterando o curso natural do rio. A casa de força é onde estão localizados as turbinas e os geradores. O canal de fuga é a saída da água da casa de força para voltar ao leito do rio. E o vertedouro serve para liberar o excesso de água do reservatório. Energia Eólica A energia elétrica é produzida a partir da transformação da energia dos ventos em energia elétrica através de aerogeradores. Os aerogeradores são como cata-ventos, as pás destes equipamentos giram e este movimento faz com que se gere energia elétrica. No Brasil esta energia representa 8% de toda nossa matriz energética, isso representa 12.309 MW em potência instalada. E para variar, a China tem a maior capacidade instalada do mundo, com 164.061 MW. Por curiosidade, a China tem mais potência instalada que as Américas, África, Oceania e Oriente médio juntos. E você sabe como surge o vento? O vento é um movimento constante que o ar faz devido a diferença de temperatura. Simplificando, o sol aquece todas as superfícies, porém algumas aquecem mais rápidas que as outras. Sendo assim, a superfície que aqueceu mais rápido obtém um ar mais quente. Este ar aquecido é mais leve que o ar mais frio. Então o ar quente é substituído por um ar mais frio que vem de outra região. E esta troca de ar quente/frio cria a ação que o ar faz que é chamada de vento. No final podemos

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Painéis solares refletindo a luz do por do sol

Historia da Energia Solar Fotovoltaica

História da energia solar fotovoltaica Para começar, a energia solar é utilizada desde a criação da terra como fonte de diversos tipos de energia. Já foi utilizada para aquecimento, cozimento, preparação de químicas e misturas e claro como iluminação. A energia solar também foi utilizada para criar ambientes controlados de temperatura e de umidade. Além disso também foi utilizado como relógio solar, que com a posição do sol indica, através da sombra, o horário. Efeito fotovoltaico. Já para a energia elétrica, a história se inicia com um francês chamado Edmond Becquerel. Que em 1839, este cientista observou o efeito fotovoltaico em eletrodos de platina ou prata sob exposição a luz. Mais tarde, em 1873, o engenheiro eletricista Willoughby Smith, descobriu que o selênio era capaz de produzir energia quando em contato com a luz solar. Logo em 1877, os cientistas William Grylls Adams e Richard Evans Day, desenvolveram o primeiro dispositivo fotovoltaico. Como resultado este dispositivo tinha uma eficiência para transformar energia do sol em energia elétrica por volta de 0,5%. Este dispositivo era feito com o depósito de selênio sobre uma placa de ferro com uma fina camada de ouro. Em 1884 a eficiência da célula dobrou, chegando a 1% com o cientista Charles Fritts, quando construída por camadas de selênio. Albert Einsten, em 1905, pela primeira vez, publicou um artigo sobre o efeito fotoelétrico, explicando o efeito destes materiais expostos a luz solar. E este artigo o presenteou com o primeiro prêmio Nobel. E os painéis solares? Anos depois, em 1954, três cientistas criaram a primeira célula fotovoltaica com base em silício, a mais utilizada até os dias de hoje. Foi desenvolvido devido a necessidade de substituir as baterias que se degradavam rapidamente em lugares úmidos. Foi então que no laboratório Bell, os cientistas Daryl Chapin, Calvin Fuller e Gerald Pearson criaram a célula de silício. Fuller estava produzindo barras de silício com uma pequena concentração de gálio e banhando a mesma em lítio. Esta nova célula encontrou diversos obstáculos, como a dificuldade de soldar contatos elétricos e a migração do lítio para seu interior. Porém, substituindo o gálio por arsênio e o lítio por boro foi possível superar estes obstáculos e como resultado obteve uma surpreendente eficiência de 6%. A primeira utilização de um painel solar foi em outubro de 1955 no estado da Georgia, em uma rede telefônica local. Entretanto, devido ao custo demasiado elevado, se via a viabilidade apenas em aplicações especiais, como na indústria espacial. Corrida espacial Em 1957 se deu início a corrida espacial, e em 1958 a NASA utilizou um painel solar fotovoltaico, como reserva de uma pilha convencional. A pilha não funcionou, mas o painel solar manteve o satélite Vanguard I em funcionamento por 8 anos. Por causa do Vanguard I,hoje todos os veículos espaciais fazem uso desta tecnologia, do Vanguard I até o Mars Rover. O Mars Rover é um robô enviado pela NASA que analisa a geologia de Marte. Este robô foi lançado em 2003 e está em funcionamento até hoje por causa dos painéis solares e das baterias. Devido a corrida espacial, as células solares sofreram grandes melhorias na redução de custos e melhoria na eficiência. Já em 1973, tivemos a primeira crise petrolífera que causou um aumento expressivo no investimento em programas solares. Tendo como resultado destes investimentos, em menos de uma década, a redução de custos foi de 80 $/Wp para 12 $/Wp. Nas décadas de oitenta e noventa tivemos outro salto de investimento devido as alterações climáticas causada por combustíveis fósseis. Nesta época é onde tem início das instalações de centrais geradoras e incentivos para programas de telhados solares. Onde posso utilizar a energia solar? Como dito anteriormente, a energia solar fotovoltaica teve início para sistemas isolados, passando para usos espaciais. Em 1981 foi construído o primeiro avião movido a energia solar, que voou da França até a Inglaterra. Este avião utilizou 1600 células fotovoltaicas e foi construído pelo engenheiro Paul MacCready. Logo depois, foi construído o primeiro carro na Austrália, e em 1986 as primeiras centrais de energia solar. E agora conseguimos acompanhar todo o aumento de escala da energia solar fotovoltaica, reduzindo assim, drasticamente o custo por watts. Com o custo reduzido, podemos ver o uso para residências, comércios, industrias e todos os demais usos que envolvam eletricidade. Além dessa redução, temos também um aumento da eficiência de conversão no decorrer dos anos. E quais são os incentivos solares existentes? Os incentivos solares tiveram inicio com a Alemanha em 1990 e depois com o Japão em 1993. Hoje existem diversos tipos de incentivos, tais como o Feed-In, Net Metering, redução de CO2 e de capital subsidiado. Vou comentar sobre dois destes incentivos, que atingem os consumidores de pequeno porte, tais como residencial e comercial. Feed-in Tarifs (FIT) Este é um incentivo para produção de energia elétrica por meio de fontes renováveis, onde possui três principais benefícios: Pagamento pela energia que você produz, mesmo aquela que você próprio utiliza; Bônus por produzir energia elétrica adicional; Redução do custo mensal da sua conta de energia elétrica, usando a própria energia produzida. Nos países que este incentivo é aplicado é válido para qualquer consumidor, como residenciais, comerciais e donos de terrenos. O Feed-In opera na Austrália, Austria, Irlanda, Alemanha, Canadá, Japão, Estados Unidos, Uruguay, Peru e diversos outros. Net Metering Este é o tipo de incentivo praticado no Brasil, junto com diversos outros países, tais como Bélgica, Espanha, Coréia do Sul, México e outros. O Net Metering é conhecido como sistema de compensação de energia elétrica. Este funciona como o próprio nome diz, por meio de compensação, ou seja, você compensa o que você utilizou com o que produziu. Simplificando, você produz sua própria energia a partir de fontes renováveis e abate da sua conta de luz o que você consumiu. No Brasil este incentivo teve início no ano de 2012 com a resolução normativa 482, publicada pela ANEEL. Alguns anos depois houve uma revisão, a resolução normativa 687 em 2015, que é válida até

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