Sunset Energia

Energia Solar Fotovoltaica

Paineis solares fotvoltaicos espelhando o céu

Você sabe como funciona a energia solar fotovoltaica?

Você sabe como funciona a energia solar fotovoltaica? Aqui nós já explicamos como a energia solar foi descoberta por Edmond Becquerel.. Mas como ela realmente funciona para você? Vamos descrever de forma simples e rápida como ela gera energia elétrica para sua residência ou negócio. Além disso, vou citar alguns benefícios da energia solar para você e para o mundo. Como a energia solar funciona? Bom como já foi explicado, nossa matriz energética, ou seja, o conjunto de tipos de geração de energia elétrica, é majoritariamente limpa. Porém para a construção de grandes usinas hidrelétricas se faz necessário expulsar a população ribeirinha e mudar a trajetória de rios e terras, e isso não é sustentável. Já com o uso da energia solar não se faz necessário inutilizar nenhuma área para a construção de usinas solares. Como você já sabe, um sistema solar fotovoltaico é composto por painéis solares e inversores, como principais equipamentos. É possível instalar o sistema solar fotovoltaico em qualquer telhado de qualquer residência ou comércio. E como ela realmente funciona? A radiação solar é uma energia que provém do sol e esta energia é recebida pelos painéis solares. Neste contato, a energia da radiação solar é transformada em energia elétrica pelos painéis solares. Desta transformação, a energia elétrica passa pelo inversor que vai deixar esta energia elétrica pronta para o uso. Todo este processo é instantâneo e sem nenhum tipo de agressão ao meio inserido, como o meio ambiente. De forma simples e fácil você consegue trazer imensos benefícios para você e para toda sociedade. Quais são os benefícios da energia solar? São inúmeros os benefícios da energia solar, tanto para um indivíduo como para todo o planeta. Podemos começar com o benefício da economia financeira, com a instalação do sistema solar fotovoltaico. Você já sabe que com este sistema você pode economizar muito financeiramente por muitos anos seguidos. Além desta economia financeira, você consegue transformar o sistema elétrico, em um sistema muito mais confiável. Confiável, pois a geração de energia elétrica é perto do seu consumo e além disso, o gasto com a transmissão é menor. Outro ponto, é o benefício ambiental por utilizar uma fonte que não traz nenhum dano ambiente durante a operação. Os descartes dos equipamentos também já são bem conhecidos, tendo empresas especializadas em reciclagem destes materiais. Estudos provam que os ambientes que estão instalados os painéis solares provocam uma queda na temperatura. Como vimos no último relatório do IPCC- Intergovernmental Panel on Climate Change, temos o risco do aumento da temperatura. O aumento de temperatura em 2°C nos próximos anos, o que poderia desencadear uma destruição em massa. São muitos benefícios, mas tem algo que possa impedir a instalação deste sistema? A energia solar possui alguns impedimentos para a instalação do sistema na sua residência ou comércio. O principal problema é a sombra sobre os painéis solares, que diminui drasticamente a eficiência. Outro ponto é a rede elétrica não estar qualificada para receber esta energia ativa. Também temos os problemas legislativos e burocráticos por outras partes. Ainda não está convencido da energia solar? Bom com a Sunset Energia além destes benefícios que a própria tecnologia te proporciona, nós somos uma empresa que pensa em toda uma economia regenerativa. Nós nos dedicamos, pelo menos, uma vez na semana a fazer trabalho voluntário para ajudar algumas causas que acreditamos. Além disso, nos asseguramos de diminuir toda nossa pegada de carbono e, além disso, plantamos árvores para compensar o CO2 que liberamos durante nosso processo de visita, vistoria, instalação e acompanhamento de nossos sistemas solares fotovoltaicos. Também garantimos que após a instalação de 250 kWp nós doamos um sistema de até 3kWp para alguma ONG, Fundação ou qualquer entidade. Também não cobramos fazer projetos para nenhuma entidade, ONG ou fundação que nos procure. Ainda em dúvida? Entre em contato e vamos bater um papo para você conhecer mais sobre esta incrível tecnologia. Vamos Mudar o Mundo

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Painel solar transformando a casa em 100% de energia renovável.

100% de Energias Renováveis

100 % de Energias Renováveis Agora que já sabemos como a energia é gerada, tanto no Brasil como no resto do mundo. Também conhecemos todos os gases do efeito estufa que a geração de energia elétrica tem soltado em nosso ambiente. Com todo este conhecimento, vemos a necessidade de mudar nossas fontes de energia elétrica e nossos hábitos de consumo. Sabendo disso, cidades inteiras estão mudando para energias renováveis e criando hábitos mais colaborativos. Temos diversas fontes de energia renováveis, tais como as hidroelétricas, solares, eólicas, geotérmicas e outros. Locais 100% de energias renováveis Pelo mundo todo vemos iniciativas buscando mudar toda a matriz energética (distribuição, transmissão e geração), ou pelo menos, em algumas cidades. Nos EUA, temos 6 cidades que já são abastecidas utilizando apenas energia renovável. As cidades americanas são essas: Aspen, Burlington, Georgetown, Greensburg, Kodiak Island e Rock Port. Além destas cidades temos diversos condados, 9 condados. E mais 84 cidades comprometidas a 100% energias renováveis até 2050. Mais que isso, os estados, Havaí e Califórnia, se comprometeram em usar 100% de energia renovável até 2045. Além dos EUA, temos Porto Rico, que após a catástrofe natural que o Furacão Maria causou, o país inteiro está mudando para 100% de energia renovável. Pelo mundo também temos outros exemplos, como a Ilha da Madeira e Porto Santo em Portugal. E diversos países como a Alemanha, Suécia, Costa Rica, Escócia, Uruguai e Dinamarca se comprometeram em mudar sua matriz energética. A Costa Rica já consegue por alguns meses ser sustentada apenas por energias renováveis. A Islândia, Paraguai e Albânia já utilizam energia elétrica a partir de fontes renováveis. Como esses país estão mudando? Para se obter esta mudança, é necessário um esforço de todos os envolvidos. Incentivos dos governos, investimentos das pessoas físicas e jurídicas, conscientização da população e diversos recursos tecnológicos. Aqui não vou discutir quais incentivos ou não o governo pode fazer, vou tratar apenas o que nós podemos fazer. A primeira mudança é a conscientização do uso da energia elétrica e o seu padrão de consumo. A energia elétrica é um bem onde na maior parte do tempo não nos preocupamos em como utilizar. Ainda mais por não saber como ela chega em nossas residências. Você que nos acompanha já tem mais consciência de como a energia elétrica é gerada no Brasil e no mundo. Com esta consciência, é possível saber as consequências de cada tipo de geração e ainda saber os benefícios. Utilizar de forma consciente e uma forma de ajudar o mundo a utilizar apenas energia elétrica de fontes 100% energias renováveis. Outra mudança necessária é a internet dos aparelhos eletrônicos, deixar tudo conectado e inteligente. Cidades inteligentes são capazes de solucionar problemas elétricos a distância, de forma ágil e imediata. Também torna a possibilidade de limitar menores áreas com o corte de luz, para manutenção ou problemas na rede. Além disso, o uso de dispositivos inteligentes e conectados, transforma a distribuição de energia elétrica mais equilibrada, diminuindo a perda e o uso irregular. Também possibilita a entrada de pequenos geradores com maior facilidade, sem muita burocracia. Com os geradores distribuídos pelas cidades a rede se torna descentralizada, dando uma maior confiabilidade ao sistema. A rede ficando inteligente, todo o sistema se torna rápido, instantâneo e muito mais dinâmico. E geração de energia elétrica sendo 100% de energias renováveis é confiável? Sim, como qualquer outra fonte de geração de energia ela tem seus benefícios e defeitos. Benefícios como, a não geração de gases poluentes e uso de combustíveis renováveis. Além disso, já temos exemplos como os países acima citados que já operam 100% de energias renováveis. E com um planejamento adequado e a descentralização da matriz energética, se torna ainda mais confiável. Assim, não ficamos totalmente dependentes de grandes geradores de energia elétrica. Mais que isso, eu acredito que podemos ter geração de energia elétrica 100% de energia renováveis como solar e eólica. E utilizando a energia das hidroelétricas em emergências, quando não existe sol e nem vento suficiente para todos. Esta mudança exige um esforço de toda população e não apenas do governo, como é realizado em sua maior parte. Para isso se tornar uma realidade, todas os estabelecimentos devem, quando possível, gerar sua própria energia elétrica. E ainda mais, produzir mais do que consome e vender o excedente para os estabelecimentos próximos. Também se faz necessário o uso de baterias para todos, assim cada um se tornando uma bateria. Também com o uso de veículos elétricos, transforma-los em grandes baterias ambulantes. Então com o conjunto de redes inteligentes, geração descentralizada, baterias e veículos elétricos é possível ter esta mudança. Não é simples e muito menos fácil, por isso eu acredito que a conscientização é o primeiro passo. Por este motivo escrevo neste blog, para tentar transmitir um pouco do meu conhecimento para o máximo de gente possível. Vamos fazer a nossa parte e mudar para um mundo mais energeticamente sustentável? Mude Agora

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Veículos elétricos sendo abastecidos

Veículos Elétricos

Veículos Elétricos Hoje nosso transporte é feito em quase sua totalidade por veículos baseados na combustão de derivados do petróleo. E temos visto o quanto o transporte afeta o mundo por causa da liberação dos gases de efeito estufa. Hoje ainda existe um longo caminho para percorrer, mas as mudanças já estão surgindo. Empresas como a TESLA, VOLVO, HONDA, FIAT, SUBARU, TOYOTA e PORCHE estão parando a produção de carros movidos a Diesel. A Subaru e FCA (Fiat, Chrysler Automobiles) vão parar de fabricar carros a Diesel até 2020. Já a Volvo já suspendeu todo desenvolvimento de motores a diesel. E estão totalmente comprometidos nos veículos elétricos. Mercado de veículos elétricos Como sabemos, ainda é um mercado novo, porém com um potencial enorme de crescimento. Tanto que as maiores empresas do ramo automobilístico, já estão mudando para produção total de veículos elétricos. Nos EUA o quinto carro mais vendido do mês de agosto foi um carro elétrico, TESLA Model 3. No mês de setembro foi o quarto carro mais vendido e o primeiro colocado em receita dos últimos três meses. De acordo com a The Eletric Vehicles World Sales DataBase (www.ev-volumes.com), o volume de carros tem crescido exponencialmente. Também podemos verificar um aumento significativo entre os países mais desenvolvido, tendo como principal a China. É esperado que seja vendido 500.000 a 1.100.000 unidades de veículos elétricos só na China. E mais 130.000 modelos da Tesla só nos EUA e no Canadá. Nos 6 primeiros meses de 2018 a China teve um aumento de 105% comparado ao mesmo período do ano passado. Outros países com alta taxa de crescimento são o Canadá, Holanda, Coréia do Sul, Espanha, Finlândia, Dinamarca, Portugal e Austrália. Alguns países com números realmente expressivos, como o crescimento da Dinamarca de 691%. A taxa de crescimento do Canadá é de 168%, Holanda 126%, Coréia do Sul (169%), Espanha (99%), Finlândia (148%), Portugal (119%) e Austrália (98%). Os benefícios dos carros elétricos Como dito, ainda é um mercado novo e em extrema ascensão. Porém o que já é bem conhecido é a eficiência do motor, ou seja, o motor elétrico é cerca de 90% mais eficiente que o regular. Os motores de combustão possuem uma eficiência média de 38%, pois boa parte é perdida com calor. Já os motores elétricos podem chegar até 95% de eficiência. Também sabemos que os carros elétricos reduzem extremamente a poluição sonora por possuírem motores muito silenciosos. Muito mais que isso, a condução e a aceleração têm se mostrado cada vez mais agradável e potente. Nem é preciso falar que a emissão de gases do efeito estufa é zero durante a operação. Outro ponto é o custo por quilometro rodado, que é bem mais baixo que dos motores a combustão. Com o uso de baterias cada vez menores e melhores, os próprios veículos elétricos se tornam baterias ambulantes. Ou melhor dizendo, os automóveis elétricos servem como geradores de energia elétrica para serem utilizados em lugares remotos. Além disso, se a geração da energia elétrica for por fontes renováveis, como a solar e eólica, este se torna ainda mais sustentável. Porém nem tudo é perfeito, então quais são os lados negativos? Um dos grandes pontos negativos é o valor de compra destes carros. Por este motivo, muitos governos oferecem isenção de alguns impostos. No Brasil os carros elétricos possuem pequenos incentivos, apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo e no Rio de Janeiro tem desconto no valor do IPVA, sendo até 40% e 1,5% respectivamente. E quem está em São Paulo também fica de fora do rodizio municipal. Para se conseguir obter um melhor valor de venda, é necessário aumentar a produção do mesmo para se ter escala. Com o aumento da escala é possível reduzir o custo e assim os veículos elétricos ficarem com preços mais acessíveis.  Outro ponto negativo é para a produção e descarte da grande quantidade de bateria que vai ser utilizada nestes carros. As baterias mais comuns utilizam o lítio e outros minerais raros, que sua extração não é benéfica ao meio ambiente. Temos que levar em consideração que estes materiais são bens finitos e que devem ser repensados em como devem ser utilizados e até reaproveitados. Mais que isso, os veículos elétricos possuem uma autonomia relativamente pequena, pela falta de lugares para recarga das baterias. Os veículos novos como o Nissan Leaf promete até 378 km de autonomia, o Chevrolet Bolt 383 km e o Tesla X promete 613 km por carga. Estes valores são semelhantes aos valores abastecidos com combustíveis comuns, porém não é possível encontrar um posto de abastecimento de energia elétrica no Brasil. Mais do que as vantagens e desvantagens, temos o avanço da tecnologia que segue junto com os veículos elétricos. Avanços tecnológicos. Hoje podemos ver o grande avanço e investimento que tem sido feito nas baterias. As baterias têm ficado cada vez menores, mais eficientes e muito tem se estudado para troca de materiais. Ainda não existem materiais para substituir o lítio com tamanha eficiência e custo viável. Mas as crescentes pesquisam se mostram positivas em relação as novas tecnologias e descobertas no mundo das baterias. Outra tecnologia que tem melhorado muito são os GPS – Global Position System, além de sensores de movimento. Tudo isso para tornar estes veículos elétricos em veículos autônomos, ou seja, que não necessitem de motoristas. Além dos avanços em localização e baterias junto com isso a fonte do combustível, energia elétrica, tem sofrido grandes avanços e mudanças. A eletrificação é um futuro próximo, ou distante, mas é um futuro que podemos já viver. Um dos modos de estar neste futuro é iniciar com a escolha da sua energia elétrica, você quer que seja infinita ou finita? Cidades inteiras têm mudado para utilizar apenas energias renováveis. E você, vai ficar fora dessa? Escolha a energia solar fotovoltaica com a Sunset Energia. Mude Agora

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Usinas termoelétricas

Mudança climática: Efeito estufa no Brasil e no Mundo

Mudança climática: Efeito estufa no Brasil e no Mundo Aqui você vai descobrir o que é o efeito estufa e quais são os principais gases do efeito estufa. Além disso, vai entender o que está sendo feito e quais medidas estão sendo tomadas para diminuir este efeito. Você sabe o que é o efeito estufa? O efeito estufa é um processo natural da terra, ou seja, é um processo que não foi criado pelo homem. Este efeito estufa é responsável por filtrar a quantidade de radiação que entra na superfície terrestre. Os raios solares entram na atmosfera terrestre e chegam em todas as superfícies. Algumas retém mais e outras menos radiação. Esta radiação é refletida, ou seja, ela retorna para o espaço. Assim o efeito estufa também é responsável por impedir a saída da radiação que deixaria nosso planeta Terra. Esta radiação fica retida nesta camada do efeito estufa, que é composta pelos gases do efeito estufa. Estes gases do efeito estufa absorvem esta radiação que retornaria para o espaço. Quando estes gases absorvem a radiação, tem se o efeito da geração de calor. E é este calor que mantém o planeta aquecido durante a noite para não congelarmos. O problema é que a quantidade de gases do efeito estufa estão aumentando, fazendo com que fique retido mais calor, criando assim um desequilíbrio ambiental. Como consequência disso existe a mudança climática. E quais são os gases do efeito estufa? Os principais gases são o gás carbônico (CO2), metano (CH4), óxidos nitrosos (NOx), Ozônio (O3) e Clorofluor-carbonetos (CFCs). Como podemos ver no gráfico o CO2 possui uma representatividade muito maior comparada aos outros gases. Porém, em comparação com os outros gases ele não é tão danoso, na questão de absorção do calor. Por exemplo, o metano produz 21 vezes mais calor que o gás carbônico. Já os óxidos nitrosos são 310 vezes mais absorventes que o CO2. Outro ponto que temos que levar em consideração é o tempo que cada um fica retido em nossa atmosfera. Temos o CO2, como o que permanece por mais tempo em nossa atmosfera, com uma permanência de até 200 anos. Logo depois o NOx, seguindo pelos CFCs e depois pelo metano com até 150, 100 e 10 anos, respectivamente. Como podemos observar, o CO2 possui um tempo de vida mais longo e uma quantidade muito maior que os outros gases. Tornando o gás carbônico como o principal gás do efeito estufa desequilibrado. E quais os principais emissores destes poluentes no Brasil? Recentes estudos mostram que grande parte das emissões destes gases se dá através da mudança de terra no país. O restante das emissões está dividido entre agropecuária, energia, processos industriais e resíduos. A mudança de uso da terra é o desmatamento para uso agropecuário, ou seja, toda área destruída para plantação ou criação de animais. Desta forma a agropecuária fica responsável por 75% de toda emissão de gases do efeito estufa realizado no Brasil. E este número vem crescendo com o aumento do desmatamento e a falta da preservação de nossas florestas nativas. Este aumento vem acontecendo após o Brasil assinar o acordo de Paris que prevê uma diminuição da temperatura mundial. O acordo de Paris foi assinado por 195 países se comprometendo a diminuir a emissão dos gases do efeito estufa. Com esta diminuição se espera manter a temperatura 2° C abaixo do que se comparado a temperatura da época pré-industrial. Junto com o acordo de Quioto, estes dois tratados são os mais enfáticos nas relações com o efeito estufa. Porém, o Brasil, em desacordo com estes pactos, vem aumentando o envio destes gases nos últimos 4 anos. E no resto do mundo? Segundo o último relatório desenvolvido pelo IPCC – Intergovernmental Panel on Climate Change, as emissões estão divididas da seguinte forma: Como podemos ver no gráfico, a maior parte das emissões dos gases do efeito estufa provém de fontes de energia. A energia elétrica é gerada através da queima de algum combustível fóssil, como o carvão, gás natural e óleo. Parte da emissão realizada pela indústria e pelos edifícios ocorre devido a queima dos combustíveis fosseis, tanto para geração de energia quanto para aquecimento. Outro aspecto crítico é o da agropecuária, pois além de gerar estes gases do efeito estufa, é responsável pelo desmatamento de grandes áreas verdes. Os maiores responsáveis pela emissão destes gases é a China, representando 30% de toda a emissão mundial. Isso devido a grande dependência da energia elétrica gerada por termoelétricas a carvão. Logo depois vem os EUA com 15%, em seguida da União Europeia com 9%, Índia, Rússia, Japão com 7%, 5% e 4%, respectivamente. O Acordo de Paris assinado no ano de 2015 marcou a retomada para a diminuição destas emissões. Lembrando que, o acordo de Paris, tem como meta manter a temperatura 2°C abaixo do que se comparado com a época pré-industrial, até o ano de 2030. Entretanto, de 2015 a 2018 obtemos um aumento nestas emissões, chegando a um nível recorde de concentração de CO2. Do ano de 2017 para agora a concentração do nível de CO2 do mundo aumentou em 2,2 partes por milhão (ppm), ou seja, foi de 403 ppm para 405 ppm. Devido a este aumento, a temperatura média do planeta também vem aumentando, de acordo com o aumento do CO2. Da época pré-industrial até agora a temperatura teve um aumento de 0,8°C. Além disso, em 2017 os EUA declararam sua saída do acordo de Paris. Determinando um marco negativo na luta contra o efeito estufa. E como combater o efeito estufa? Temos que lembrar que o efeito estufa não é ruim, é algo necessário para a existência de vida aqui na Terra. Porém, o desequilíbrio é algo que agride o meio ambiente e temos visto, a cada dia que passa, mais catástrofes naturais. Sabendo que o CO2 possui uma vida útil longa, precisamos de algo que retire ele de nossa atmosfera. Hoje está sendo estudado diversas tecnologias com este fim, porém nenhum ainda é viável para implantação

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Sustentabilidade pelas mãos cuidando da natureza

Sustentabilidade e a Energia Solar

Sustentabilidade e a Energia Solar Fotovoltaica Hoje vou falar um pouco sobre o termo tão conhecido: sustentabilidade e onde a energia solar se encaixa. Sustentabilidade é uma palavra que vem sendo quase obrigatória nas empresas nos dias de hoje. Empresas que não dizem ser sustentáveis, hoje não sobrevivem no mundo da informação. Mas você sabe se a empresa que você trabalha é sustentável? E sobre as empresas que prestam serviço para você ou as empresas que você compra seus produtos? Realmente são sustentáveis? Essas empresas são sustentáveis pontuais ou é algo contínuo? Bom é extremamente difícil saber se é ou não é e muitas vezes acreditamos no que vemos em propagandas. Eu acredito, e temos muitos exemplos de verdadeiras empresas sustentáveis, como a Apple, Natura, Honda e outras. Mas o que realmente significa sustentabilidade? Sustentabilidade é um conjunto de esforços e estratégias para que, neste caso, as empresas promovam um desenvolvimento sustentável. Para o desenvolvimento sustentável as empresas devem ser ecologicamente corretas, economicamente viáveis, socialmente justas e que promovam a diversidade. Para uma empresa ser ecologicamente sustentável ela deve conservar o meio ambiente, mantendo todo ecossistema em harmonia. No lado social, estas empresas devem promover o equilíbrio da sociedade, promovendo a diminuição da desigualdade e da violência. Já no âmbito econômico, as empresas devem ser lucrativas, respeitando todo lado humano e natural da empresa. Ou seja, para uma empresa realmente ser considerada sustentável ela deve atingir, no mínimo, estas três características. E onde surgiu este termo sustentabilidade? Este conceito teve início no século passado, na Confederação das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente em 1972. Conhecida como Conferência de Estocolmo, teve como principal discussão a degradação do meio ambiente e a poluição. 20 anos depois, na conhecida como ECO-92 ou RIO-92, foi de vez aceito o termo desenvolvimento sustentável. Desenvolvimento sustentável basicamente trata de um desenvolvimento a longo prazo sem esgotar todos os recursos naturais da humanidade. Nesta mesma conferência, foi criado a Agenda 21, onde estabelece a cooperação mundial para solucionar problemas socioambientais. As principais ações brasileiras eram para a inclusão social, preservação do meio ambiente, sustentabilidade urbana e rural e ética política. Em 2002 tivemos a Cúpula da Terra sobre o Desenvolvimento Sustentável que aconteceu em Joanesburgo, África do Sul. Neste encontro foi enfatizado estes comprometimentos e incluindo um maior envolvimento entre as três esferas: ambiental, social e econômica. Em 2012, o Rio+20, onde foi discutido o comprometimento político com o desenvolvimento sustentável. Neste ano a Dilma Roussef, presidente do Brasil, abriu com as seguintes palavras: “É possível fazer um país crescer respeitando o meio ambiente. Hoje, 20 anos depois da Rio-92, vamos dar um recomeço a este processo.” E toda vez que cita o respeito ao meio ambiente temos que lembrar sobre o protocolo de Quioto, 1997. Este protocolo é um compromisso entre 55 países que tem, por obrigação, diminuir os gases do efeito estufa em comparação aos níveis de 1990.  Em 2015 tivemos o Acordo de Paris que também tem por objetivo a diminuição dos gases do efeito estufa. Este também trata de manter a temperatura média global abaixo dos 2°C comparado aos níveis pré-industriais. Além da economia sustentável, surgiram diversos outros pensamentos como a economia solidárias, circular, criativa, regenerativa, colaborativa e outras. Talvez você ache interessante Por que investir em energia solar fotovoltaica? Read More Eficiência Energética Read More Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Read More Economia solidária É a economia que apoia o desenvolvimento local e que a atividade econômica é conduzida pela autogestão. Ou seja, todas as pessoas que trabalham são donos e são os trabalhadores ao mesmo tempo. Economia circular É a economia que olha toda a cadeia de produção. Do momento da extração até a reciclagem do produto. Toda vez que eu penso em economia circular eu me recordo dos tempos da faculdade, onde aprendi que nada se perde, tudo se transforma. Podemos dizer que é baseado no ciclo natural da vida, onde não existe nada que não possa ser reaproveitado. Economia criativa É a geração de valor baseado na experiência do cliente. Neste tipo de economia, além do produto ou serviço adquirido, é proporcionado um valor que não pode ser medido. Economia regenerativa Esta economia se baseia nos oito princípios: relacionamento, riqueza holística, inovação, participação, comunidade, diversidade, ciclo e equilíbrio. Além disso, é o sistema onde reconhece o valor que o sol e a Terra possuem como valores iniciais de toda cadeia produtiva. Economia colaborativa É fundamentado na divisão de bens e não no acumulo destes. É sobre o compartilhamento e a troca de bens e serviços. Para facilitar o entendimento, empresas como o Uber e Airbnb são empresas com este conceito. Além destas economias sustentáveis, cada qual com sua característica, temos os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. Objetivos de desenvolvimento sustentável, o que é isso? A ONU – Ogranização das Nações Unidas junto com mais 150 líderes determinaram 17 objetivos no ano de 2015. Estes 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), servem como um guia para estes países se tornarem mais igualitários. E como todo objetivo bom, o prazo estipulado para adotar todas estas medidas é até 2030. Os 17 ODS são: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares; Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável; Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades; Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas; Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos; Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos; Promover o crescimento econômico sustentado, incluso e sustentável, emprego pleno e trabalho decente para todos; Construir infraestrutura resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação; Reduzir a desigualdade dentro do país e entre eles; Tornar as cidades e os assentamentos

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Usinas térmicas soltando fumaça com um chamado de que é hora de repensar sobre o assunto de geração de energia elétrica. Mudar nossos hábitos de consumo de energia elétrica faz parte da mudança do mundo.

Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica

Aprenda sobre geração de energia elétrica Agora que você já sabe de onde vem a energia elétrica produzida no Brasil, vamos conhecer um pouco mais sobre os tipos de geração de energia elétrica. A geração de energia elétrica pode ser dividida em duas grandes áreas, entre renováveis e não renováveis. Dentro das energias renováveis estão as hidrelétricas, solares, eólicas, biomassa e outras, como a geotérmica e a marítima. Estas últimas duas não vão ser discutidas aqui, por terem poucos estudos dentro do Brasil. As energias não renováveis contam com as usinas termoelétricas e as nucleares, que representam 14% da matriz energética do país.   Se considerar as usinas de biomassa como usina termelétrica, este número sobe para 23%. Vou começar pelas que poluem mais. Fontes Termoelétricas Neste campo eu vou considerar a biomassa por se tratar de um processo similar as outras fontes não renováveis. É definido termoelétrica toda usina que queima algum combustível para gerar energia elétrica. No caso da biomassa, o combustível utilizado são resíduos da cana de açúcar, cascas de arroz, madeira e outros. Por utilizar resíduos renováveis, ela é considerada uma forma de geração de energia elétrica renovável. Já para as não renováveis os combustíveis são os óleos, carvões, gás natural e outros derivados do petróleo. Nos dois casos existe a queima do combustível que é utilizado para transformar a água em vapor. Este vapor passa por uma turbina ligada a um gerador que gera a energia elétrica. Estas usinas são usualmente utilizadas em casos de emergência, ou seja, em períodos que as usinas hidrelétricas estão gerando pouca energia elétrica. Qual as vantagens da biomassa? Ela emite menos poluentes, comparada com as termelétricas tradicionais, e normalmente é construído próximo do local onde vai ser utilizada a energia elétrica. Também é realizado o aproveitamento do que seria descartado em outras indústrias, tornando assim seu combustível muito mais barato. Fonte Nuclear A fonte nuclear pode ser considerada parte das termoelétricas, porém o combustível utilizado é um material radioativo. Dentro de um tanque isolado acontece um processo chamado de fissão, que é basicamente a divisão dos átomos radioativos. Quando o átomo se divide, ela gera uma grande quantidade de energia e esta energia gera calor. Para resfriar este reator, tanque isolado, se utiliza água. E esta é utilizada para transformar outra água em vapor. Então como as termelétricas, este vapor passa por uma turbina onde ocorre a geração de energia elétrica. Existem pessoas que consideram a energia nuclear como uma fonte limpa, por não emitir gases que provoquem o efeito estufa. Contudo, temos diversas catástrofes que aconteceram devido a problemas com este tipo de usina. Temos o desastre de Chernobyl, em 1986, que até hoje, não foi possível recuperar a cidade. Este acidente aconteceu durante um teste de “apagão” na usina. No decorrer do teste, houve uma falha de segurança. Por causa desta falha de segurança, ocorreu uma reação que não foi controlada que levou a água para o gerador, causando uma explosão. E nos últimos anos, o acidente nuclear de Fukushima. Este acidente foi causado por desastres naturais. Tudo começou com um terremoto. Logo após o terremoto, os reatores foram desativados e as fissões foram interrompidas. Porém a mesma usina sofreu com um tsunami que desligou os geradores de emergência, e estes funcionavam para resfriar os reatores. Com esta interrupção, os reatores não foram resfriados e eles derreteram causando as explosões. Fonte hidrelétrica No Brasil cerca de 68% da energia vem de fontes hidroelétricas, conforme visto anteriormente. A fonte hidroelétrica é dividia entre três tipos, usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas e centrais geradoras hidrelétricas. Estas são divididas de acordo com sua capacidade instalada, ou seja, sua potência de geração de energia elétrica. São consideradas Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH) as usinas com potência instalada de até 1 MW. Já as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) possuem uma potência instalada de 1,1 MW até 30 MW. Logo as usinas hidrelétricas (UHE), são as consideradas com a potência instalada maior que os 30 MW. A energia elétrica é produzida quando a água passa por uma turbina, que gera energia mecânica. Lembrando que esta turbina é diferente da turbina para o vapor d e água utilizado nas termelétricas. Esta turbina está ligada em um gerador que vai transformar esta energia mecânica em energia elétrica. Os modelos mais comuns de turbinas são as turbinas Pelton, Kaplan, Francis e Bulbo, sendo a última mais usada em usinas a fio d’água. Estas usinas possuem características semelhantes como a barragem, casa de força, canal de fuga e o vertedouro. A barragem serve para criar o reservatório de água, alterando o curso natural do rio. A casa de força é onde estão localizados as turbinas e os geradores. O canal de fuga é a saída da água da casa de força para voltar ao leito do rio. E o vertedouro serve para liberar o excesso de água do reservatório. Energia Eólica A energia elétrica é produzida a partir da transformação da energia dos ventos em energia elétrica através de aerogeradores. Os aerogeradores são como cata-ventos, as pás destes equipamentos giram e este movimento faz com que se gere energia elétrica. No Brasil esta energia representa 8% de toda nossa matriz energética, isso representa 12.309 MW em potência instalada. E para variar, a China tem a maior capacidade instalada do mundo, com 164.061 MW. Por curiosidade, a China tem mais potência instalada que as Américas, África, Oceania e Oriente médio juntos. E você sabe como surge o vento? O vento é um movimento constante que o ar faz devido a diferença de temperatura. Simplificando, o sol aquece todas as superfícies, porém algumas aquecem mais rápidas que as outras. Sendo assim, a superfície que aqueceu mais rápido obtém um ar mais quente. Este ar aquecido é mais leve que o ar mais frio. Então o ar quente é substituído por um ar mais frio que vem de outra região. E esta troca de ar quente/frio cria a ação que o ar faz que é chamada de vento. No final podemos

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Garoto na claraboia tocando no painel solar

Economizar com Energia Solar Fotovoltaica

Para começar, não vou falar que para economizar em energia elétrica você deve: Ficar menos temo no chuveiro; Apagar as luzes quando sair de qualquer cômodo da sua residência; Escolher equipamentos mais eficientes; Substituir as lâmpadas comuns por LEDs e; Desligar os aparelhos da tomada quando não estiver utilizando. Hoje vamos falar sobre como a energia solar fotovoltaica pode te ajudar a economizar e algumas outras formas de economia. Então, como a energia solar fotovoltaica pode te ajudar a economizar? No ano de 2012 houve uma grande revolução no modo como a população poderia ter relação com a energia elétrica. Conforme comentado no post sobre a história da energia solar, foi publicado a resolução normativa (RN) número 482. Tal resolução diz: Estabelece as condições gerais para o acesso de microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica, o sistema de compensação de energia elétrica, e dá outras providências. No dia 24 de novembro de 2015 foi publicado a resolução normativa número 687, que é uma revisão da RN482. Nesta última revisão descreve quem pode e quais os tipos de adesão, prazo para o consumo e qual benefício utilizamos. A ANEEL aderiu ao estilo Net Metering, ou seja, sistema de compensação de energia elétrica. Este sistema diz que toda energia elétrica gerada pelo consumidor é cedida a distribuidora e posteriormente compensada com o consumo. Isso quer dizer que, geramos energia elétrica, doamos esta energia e depois podemos utilizar a mesma quantidade sem nenhum custo. Além disso, é possível economizar com este sistema de compensação de energia elétrica em qualquer lugar do Brasil. E o que é microgeração e minigeração? Microgeração é um sistema de geração de energia elétrica que seja menor ou igual a 75 kW de potência instalada. Minigeração é a central geradora que seja maior que 75 kW e menor ou igual até 5 MW de potência instalada. Porém, para fontes hídricas a minigeração é até 3 MW em potência instalada. Nos dois casos só são contempladas cogerações qualificadas ou fontes renováveis de energia elétrica. As fontes de geração de energia são a hidráulica, solar, eólica e biomassa e obrigatoriamente devem estar conectadas a rede. Então na geração distribuída temos 5 possibilidades que são as duas citadas acima, microgeração e minigeração. Também temos o empreendimento com múltiplas unidades consumidoras, que é caracterizado por possuir diversos consumidores em um mesmo local. Para este tipo de empreendimento a central geradora deve estar instalada no mesmo local, ou numa área contigua. Além disso, temos a geração compartilhada, que é um consórcio ou cooperativa de pessoas físicas ou jurídicas. E estas possuam uma unidade central geradora em local diferente das unidades consumidoras. E para finalizar, há o autoconsumo remoto, que é ter uma central geradora que possua diversos locais consumidores de mesma titularidade. Ou seja, uma mesma pessoa pode instalar o sistema em uma região da cidade para consumir em outro local. Para todos estes sistemas estarem de acordo com a regra, devem estar na mesma área de concessão da distribuidora. Simplificando, a mesma empresa que recebe energia elétrica da central geradora deve fornecer para os demais locais. O que se trata geração distribuída? Geração distribuída é o nome dado para empreendimento que estão conectados direto no sistema elétrico de distribuição. Certo, agora me explica um pouco melhor o como posso economizar com o sistema de compensação de energia. Em nossa fatura de energia elétrica, mostra qual o valor total consumido de energia elétrico por mês. A quantidade é apresentada em kWh. A primeira análise que temos que fazer é o tipo de conexão, quer dizer, se é monofásico, bifásico ou trifásico. Cada tipo de conexão tem sua particularidade, além de cada um deles possuir uma taxa mínima obrigatória. Para monofásico a taxa mínima é do pagamento de 30 kWh. Já para bifásico e trifásico é de 50 kWh e de 100 kWh, respectivamente. Sabendo disso, o valor calculado para geração de energia é o seu consumo subtraído deste valor. Para facilitar, caso sua conexão seja monofásica e você consome 180 kWh por mês. Desta forma, vamos montar um sistema que faça você economizar até 150 kWh por mês. Caso você espere alguma mudança em seu padrão de consumo, que vá aumentar seu consumo médio mensal. Como por exemplo, a chegada de um filho, a ampliação de algum sistema elétrico ou compra de novos equipamentos. Podemos desenvolver um sistema um pouco maior que gere mais que a energia elétrica consumida atualmente. Esta energia excedente fica como crédito de energia elétrica, que pode ser consumido em até 60 meses seguintes. E qual o processo para instalar um sistema de energia solar fotovoltaico? Primeiro, você se cadastra em nosso site e  nós vamos entrar em contato com você para entender um pouco melhor sobre seu consumo. Depois de levantar todas as informações e entender suas particularidades, vamos desenvolver um sistema único para você. Enviamos a documentação para a concessionária de energia elétrica para aprovar e se prepararem para a nova central geradora. Depois disso, agendamos um horário para a entrega dos equipamentos e instalação do sistema solar fotovoltaico. Após a instalação, a distribuidora vai até o local realizar uma vistoria e trocar o medidor de energia elétrica. Logo que esta etapa for finalizada você já começa a sentir o efeito da economia. Além desta forma, tem alguma outra maneira de economizar? Tem sim. Hoje algumas distribuidoras de energia elétrica possuem programas de sustentabilidade. Alguns destes programas promovem a economia de energia, como a tarifa social de baixa renda e programas de reciclagem. A tarifa de baixa renda oferece desconto de até 65% em sua conta de luz criado pelo governo federal. E quem pode utilizar este benefício são as famílias inscritas no CadÚnico e beneficiários do BPC – Benefício de Prestação Continuada. Os programas de reciclagem foram criados por apenas algumas distribuidoras, como a Eletropaulo, COELBA e ENEL. Este programa funciona da seguinte forma. Primeiro você se cadastra em algum dos pontos de coleta. Os pontos de coleta estão no link

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Painéis solares refletindo a luz do por do sol

Historia da Energia Solar Fotovoltaica

História da energia solar fotovoltaica Para começar, a energia solar é utilizada desde a criação da terra como fonte de diversos tipos de energia. Já foi utilizada para aquecimento, cozimento, preparação de químicas e misturas e claro como iluminação. A energia solar também foi utilizada para criar ambientes controlados de temperatura e de umidade. Além disso também foi utilizado como relógio solar, que com a posição do sol indica, através da sombra, o horário. Efeito fotovoltaico. Já para a energia elétrica, a história se inicia com um francês chamado Edmond Becquerel. Que em 1839, este cientista observou o efeito fotovoltaico em eletrodos de platina ou prata sob exposição a luz. Mais tarde, em 1873, o engenheiro eletricista Willoughby Smith, descobriu que o selênio era capaz de produzir energia quando em contato com a luz solar. Logo em 1877, os cientistas William Grylls Adams e Richard Evans Day, desenvolveram o primeiro dispositivo fotovoltaico. Como resultado este dispositivo tinha uma eficiência para transformar energia do sol em energia elétrica por volta de 0,5%. Este dispositivo era feito com o depósito de selênio sobre uma placa de ferro com uma fina camada de ouro. Em 1884 a eficiência da célula dobrou, chegando a 1% com o cientista Charles Fritts, quando construída por camadas de selênio. Albert Einsten, em 1905, pela primeira vez, publicou um artigo sobre o efeito fotoelétrico, explicando o efeito destes materiais expostos a luz solar. E este artigo o presenteou com o primeiro prêmio Nobel. E os painéis solares? Anos depois, em 1954, três cientistas criaram a primeira célula fotovoltaica com base em silício, a mais utilizada até os dias de hoje. Foi desenvolvido devido a necessidade de substituir as baterias que se degradavam rapidamente em lugares úmidos. Foi então que no laboratório Bell, os cientistas Daryl Chapin, Calvin Fuller e Gerald Pearson criaram a célula de silício. Fuller estava produzindo barras de silício com uma pequena concentração de gálio e banhando a mesma em lítio. Esta nova célula encontrou diversos obstáculos, como a dificuldade de soldar contatos elétricos e a migração do lítio para seu interior. Porém, substituindo o gálio por arsênio e o lítio por boro foi possível superar estes obstáculos e como resultado obteve uma surpreendente eficiência de 6%. A primeira utilização de um painel solar foi em outubro de 1955 no estado da Georgia, em uma rede telefônica local. Entretanto, devido ao custo demasiado elevado, se via a viabilidade apenas em aplicações especiais, como na indústria espacial. Corrida espacial Em 1957 se deu início a corrida espacial, e em 1958 a NASA utilizou um painel solar fotovoltaico, como reserva de uma pilha convencional. A pilha não funcionou, mas o painel solar manteve o satélite Vanguard I em funcionamento por 8 anos. Por causa do Vanguard I,hoje todos os veículos espaciais fazem uso desta tecnologia, do Vanguard I até o Mars Rover. O Mars Rover é um robô enviado pela NASA que analisa a geologia de Marte. Este robô foi lançado em 2003 e está em funcionamento até hoje por causa dos painéis solares e das baterias. Devido a corrida espacial, as células solares sofreram grandes melhorias na redução de custos e melhoria na eficiência. Já em 1973, tivemos a primeira crise petrolífera que causou um aumento expressivo no investimento em programas solares. Tendo como resultado destes investimentos, em menos de uma década, a redução de custos foi de 80 $/Wp para 12 $/Wp. Nas décadas de oitenta e noventa tivemos outro salto de investimento devido as alterações climáticas causada por combustíveis fósseis. Nesta época é onde tem início das instalações de centrais geradoras e incentivos para programas de telhados solares. Onde posso utilizar a energia solar? Como dito anteriormente, a energia solar fotovoltaica teve início para sistemas isolados, passando para usos espaciais. Em 1981 foi construído o primeiro avião movido a energia solar, que voou da França até a Inglaterra. Este avião utilizou 1600 células fotovoltaicas e foi construído pelo engenheiro Paul MacCready. Logo depois, foi construído o primeiro carro na Austrália, e em 1986 as primeiras centrais de energia solar. E agora conseguimos acompanhar todo o aumento de escala da energia solar fotovoltaica, reduzindo assim, drasticamente o custo por watts. Com o custo reduzido, podemos ver o uso para residências, comércios, industrias e todos os demais usos que envolvam eletricidade. Além dessa redução, temos também um aumento da eficiência de conversão no decorrer dos anos. E quais são os incentivos solares existentes? Os incentivos solares tiveram inicio com a Alemanha em 1990 e depois com o Japão em 1993. Hoje existem diversos tipos de incentivos, tais como o Feed-In, Net Metering, redução de CO2 e de capital subsidiado. Vou comentar sobre dois destes incentivos, que atingem os consumidores de pequeno porte, tais como residencial e comercial. Feed-in Tarifs (FIT) Este é um incentivo para produção de energia elétrica por meio de fontes renováveis, onde possui três principais benefícios: Pagamento pela energia que você produz, mesmo aquela que você próprio utiliza; Bônus por produzir energia elétrica adicional; Redução do custo mensal da sua conta de energia elétrica, usando a própria energia produzida. Nos países que este incentivo é aplicado é válido para qualquer consumidor, como residenciais, comerciais e donos de terrenos. O Feed-In opera na Austrália, Austria, Irlanda, Alemanha, Canadá, Japão, Estados Unidos, Uruguay, Peru e diversos outros. Net Metering Este é o tipo de incentivo praticado no Brasil, junto com diversos outros países, tais como Bélgica, Espanha, Coréia do Sul, México e outros. O Net Metering é conhecido como sistema de compensação de energia elétrica. Este funciona como o próprio nome diz, por meio de compensação, ou seja, você compensa o que você utilizou com o que produziu. Simplificando, você produz sua própria energia a partir de fontes renováveis e abate da sua conta de luz o que você consumiu. No Brasil este incentivo teve início no ano de 2012 com a resolução normativa 482, publicada pela ANEEL. Alguns anos depois houve uma revisão, a resolução normativa 687 em 2015, que é válida até

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Três medidores de energia elétrica na sequência

Você conhece sua conta de luz?

Você Conhece Sua Conta de Luz? Todos os meses nós recebemos a nossa conta de luz, porém muitas vezes não entendemos nada do que está escrito. Então pagamos sem saber o que realmente estamos pagando.  Pensando nisso, resolvemos escrever este texto para tirar todas as dúvidas e trazer a transparência para vocês. Desta forma você consegue entender e começar a questionar o que as distribuidoras de energia impõe sobre nós. Para começar, você sabia que existem diversos tipos de consumidores? Todos nós que consumimos energia elétrica conectado a rede elétrica pagamos a fatura de energia elétrica, também conhecida como conta de luz. Os consumidores são divididos em dois grandes grupos, A e B. O grupo A são compostos por consumidores com fornecimento em tensão igual ou acima 2,3 kV ou sistemas subterrâneos, caracterizado pela tarifa binômia. Neste grupo ainda são subdivididos em A1, A2, A3, A3a, A4 e AS. O subgrupo A1 são os consumidores que recebem com tensão superior ou igual a 230 kV, A2 com tensão entre 88 kV e 138 kV, A3 até 69 kV. Do subgrupo A3a é de 30 kV até 44 kV, já o A4 é entre 2,3 kV e 25 kV. E do subgrupo AS com fornecimento inferior a 2,3 kV porém com um sistema de distribuição subterrâneo. O grupo B são os consumidores com fornecimento em tensão inferior a 2,3 kV ou sistemas subterrâneos, caracterizado pela tarifa monômia.  Como no grupo A, o grupo B é subdividido em B1, B2, B3 e B4. O subgrupo B1 são os consumidores residenciais, B2 os rurais , B3 as demais classes e o B4 iluminação pública. Portanto, hoje vou tratar do grupo B. No entanto, você entende tudo que está escrito na sua conta de luz Primeiro fui buscar algumas informações no site da Eletropaulo, porém, a página, entenda sua conta, não funciona. Na fatura de energia vem descrito todo os dados do consumidor, como  nome e o endereço do cliente. O número de instalação e o número do cliente são como o CPF e o RG da fatura de energia. O mês de referência é o mês que está sendo contabilizado na conta de luz e a data de vencimento.  Depois é apresentado um quadro de classificação da Unidade Consumidora, que é onde demonstra o grupo e o subgrupo que você está enquadrado. Logo em seguida são apresentados os dados de medição, que são os dados do medidor, sendo o número dele e a leitura atual e anterior e quando vai ser realizado a próxima leitura. Neste mesmo campo aparecem o fator multiplicador, o consumo total e os dias que foram contabilizados nesta conta de luz. Depois disso, vem o seu histórico de consumo dos últimos 12 meses e neste campo já é possível ver a sazonalidade do seu consumo. No histórico você consegue ver os meses com maior consumo e então determinar o motivo deste aumento ou se ele se manteve constante. E então, vem a parte de descrição de faturamento, informações, seguindo pelos dados técnicos da instalação, indicadores de qualidade do serviço e o valor total.   Descrição de faturamento, o que é isso? Neste campo estão os dados que são cobrados na sua fatura de energia.  Temos a TUSD que é referente a tarifa do uso do sistema de distribuição da energia, também a TE que é a tarifa de energia. Agora também existe o adicional de bandeira tarifária e mais impostos PIS/PASEP e COFINS. Também é descrito o valor utilizado para o cálculo de ICMS – Imposto sobre circulação de mercadorias e prestação de serviços e a alíquota. Este ICMS é calculado segundo o artigo 33 do convênio ICM 66/88 e ele vai variar com o seu consumo de energia e o lugar onde ele é utilizado. Esta alíquota pode ter isenção ou chegar até 30% do valor referente ao consumo. A fórmula utilizada para o cálculo da mesma é: Meu Sistema Solar Fotovoltaico Alguns municípios também pagam a COSIP que é uma contribuição para o custeio da iluminação pública de lei número 13.479/02. Neste caso, este valor não entra no cálculo do ICMS. Em certos momentos também vem uma penalidade que a concessionária sofre e é subtraída do valor total. Esta penalidade é referente a falta de energia. Descubra a Bateria e o seu Impacto Inversor Fotovoltaico 12 vilões da energia elétrica Certo, agora me fala, o que é esse adicional tarifário? Em 2015 foi divulgado na resolução normativa número 547/13 da ANEEL que o valor da energia vai mudar de acordo com a condição de geração da energia. Se você não sabe como funciona o sistema elétrico de energia, descubra aqui. Este adicional é dividido em três categorias: verde, amarelo e vermelho. Visto que na categoria verde não há nenhuma adição no valor já cobrado pelas concessionárias. Já na categoria amarela é adicionado um valor de R$ 0,013 para cada quilowatt-hora (kWh). No entanto na bandeira vermelha é dividido em dois patamares, onde no primeiro é adicionado R$ 0,04169 e no segundo R$ 0,06243 para cada kWh. E este adicional serve para todos os consumidores cativos das distribuidoras. E o fator multiplicador? O Fator multiplicador que vem descrito na sua conta de luz é característico do medidor de energia.  Esse fator multiplicador pode ser 1, 28, 40 ou qualquer número está aparecendo na sua conta de luz, porém não interfere na leitura real do seu consumo de energia. Este fator multiplicador é dependente do tipo de aparelho você possui instalado em sua unidade consumidora e a tensão de conexão. O fator multiplicador, no seu caso 10, é um valor para deixar todos medidores de energia na mesma base. Ou seja, se o seu fator multiplicador fosse 1 seu consumo de energia iria marcar 10x menos que você consome e isso não iria representar o seu consumo real. Outros dados que são importantes mencionar são a composição do fornecimento de energia. que inclui a geração, distribuição, transmissão, encargos, perdas e tributos. Mas este campo muda de empresa para empresa,

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duas mãos segurando o globo terrestre com a painéis solares fotovoltaicos, aerogeradores e flores.

Você sabe de onde vem a energia elétrica?

Você sabe de onde vem a energia elétrica? Hoje vamos falar sobre um pouco sobre o mundo da energia elétrica. Nossa cadeia energética é composta por três grandes setores, a geração, a transmissão e a distribuição.  Cada qual tem seu papel de extrema importância para termos energia elétrica em nossas residências, comércios e indústria. O que é e quais são as responsabilidades de cada setor? A geração é responsável por gerar toda nossa energia elétrica através de fontes como hidroelétrica, termoelétricas, eólicas, nuclear, solar e outras. Segundo o Ministério de Minas e Energia, o Brasil possui uma capacidade instalada de 160.381 megawatts (MW), sendo deste montante 5.650 MW vindo do Paraguai e 200 MW da Venezuela.  Deste total, a geração distribuída representa apenas 0,2% da matriz energética com uma potência instalada de 378 MW atingindo um total de 31.332 unidades, sendo 31.136 destas unidades com sistemas solares instalado. A energia elétrica que utilizamos para alimentar todos nossos eletrodomésticos, utensílios, equipamentos eletrônicos e demais equipamentos elétricos provém em sua maior parte de uma fonte considerada renovável, as hidroelétricas. Hoje o Brasil conta com quase 67,8% de sua capacidade de geração de energia elétrica vinda de hidroelétricas, seguida das termoelétricas com 21,9%, depois 7,9% de eólicas (energia do vento), 1,3% de nuclear e apenas 0,6% de energia solar. E qual a maior usina de energia do Brasil? A maior usina do Brasil é a Usina Hidroelétrica Binacional de Itaipu, com capacidade instalada de 14.000 MW, esta possui uma área inundada de 1.350 km², ou seja, mais que o dobro da área inundada da usina de Belo Monte. Só para ter uma ideia, a cidade de São Paulo possui uma área total de 1.521 km².  Para se ter uma ideia, para a construção da usina de Belo Monte com uma capacidade instalada de 11.233 megawatts (MW) foi necessário inundar uma área de 516 km², ou seja, inundar o município de São João da Boa Vista ou um pouco mais de 72.268 campos de futebol.  E a lista de usinas hidroelétricas seguem com Usina hidroelétrica de São Luiz do Tapajós, Usina hidroelétrica de Tucuruí e mais 1.332 outras, incluindo usinas hidroelétricas, centrais geradoras hidroelétricas e pequenas centrais hidroelétricas. Qualquer pessoa pode construir uma usina e vender esta energia? Resumidamente, sim, todos podem construir uma usina e vender esta energia. Porém para vender é necessário participar de leilões de energia realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Este ano foi realizado um leilão de geração da ANEEL focado em energias renováveis, e neste, foram negociadas 41,659 MW de fontes hídricas, 61,800 MW de fontes de biomassa, 114,400 MW de fontes eólicas e 806,640 MW de fontes solares.  Isso mostra o quanto a energia solar é confiável e o quanto ela tem sentido como investimento de longo prazo, não apenas financeiramente, mas também para o meio ambiente e o futuro mundial.  A previsão é que em 2022 o cenário se altere para que 66% da nossa energia seja proveniente das hidroelétricas, 22% das termoelétricas, 9% de fontes eólicas, 2% de energia solar e o restante distribuído entre outras fontes, como nuclear e maremotriz. Entendi um pouco mais sobre a geração e a transmissão como funciona? A transmissão é responsável por conectar a geração com a distribuição, ou seja, toda energia gerada é transportada do local que é gerado até o local onde deve ser consumido.  Esta energia é transmitida em alta tensão pelo motivo de reduzir a perda durante esta etapa. Para se ter ideia, a energia elétrica chega em nossa residência a 110 V e/ou 220 V e a transmissão de energia elétrica em corrente alternada pode chegar até 750 kV ou 750.000 V e em corrente contínua até 800 kV. Toda esta geração e transmissão é monitorado pela ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico, sendo ela responsável por otimizar a operação do sistema elétrico, garantir o fornecimento de energia e contribuir para o crescimento do Sistema Interligado Nacional. E o que é o Sistema Interligado Nacional (SIN)?   O SIN é o conjunto da geração com a transmissão do país, interligados entre si.  O Brasil é dividido em quatro subsistemas, Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e grande parte da região Norte e esta interconexão é vantajosa, pois permite que todo o sistema de energia possa ser transmitido de um ponto a outro no Brasil, ou seja, a energia que é gerada na região Norte pode ser consumida/utilizada na região Sul.   Assim, quase em sua totalidade o sistema elétrico brasileiro é conectado. Já conheço a geração e a transmissão, me fale agora sobre a distribuição. Já a distribuição é o setor onde liga a transmissão com os consumidores finais, sendo eles residenciais, comercias e a indústria de pequeno porte.  É esta a responsável pelo nosso abastecimento de energia elétrica para suprir as necessidades diárias e a que culpamos por alguma queda de energia, algum aparelho queimado ou algum reajuste em nossa fatura de energia elétrica. O processo da distribuição se inicia no momento que a energia elétrica chega da transmissão e ela deixa adequada para o nosso consumo. Como um setor se interliga com outro? Além da parte física conectada, uma depende diretamente da outra para funcionar. Como assim? Em resumo a distribuidora de energia elétrica, faz um estudo prévio baseado em médias históricas de quanta energia ela vai precisar para distribuir para todos os seus consumidores finais, incluindo toda a gama de consumidores.  Com este estudo, ela compra a energia elétrica das geradoras e paga uma taxa para o transporte da energia elétrica para as transmissoras. Você comentou sobre a geração distribuída, o que é isso? Bem lembrado, temos as gerações distribuídas, como citado anteriormente, que é a geração de energia elétrica de baixa potência instalada que atua diretamente entre o consumidor e a distribuidora de energia. Hoje, ainda não é possível a negociação de compra e venda de energia elétrica para este tipo de geração com a distribuidora, porém depois da resolução normativa da ANEEL de n 482 de 17 de abril

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