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Descubra a Bateria e o seu Impacto

Descubra a Bateria e o seu Impacto 3/02/2021 Com toda essa tecnologia em nossas mãos estamos cada vez mais dependentes das baterias dos nossos equipamentos eletrônicos.E você já reparou quantas vezes você falou estou sem bateria? Mas você, obviamente, não estava se referindo a você, mas sim ao seu celular?Além disso, quantas vezes você já trocou de celular e quantas vezes você deu o descarte correto das baterias do seu celular?Isso mostra nossa dependência de um equipamento eletrônico que depende de uma bateria para funcionar.E as baterias também estão chegando ao mercado de energia solar fotovoltaica.Como a energia solar fotovoltaica é uma energia intermitente, ou seja, não é constante a bateria faz um ótimo casamento com esta tecnologia.Então como podemos perceber o alcance dos equipamentos eletrônicos está cada vez maior e com isso geramos cada vez mais lixo eletrônico.Você já chegou a pensar nisso?Pensando nisso resolvi escrever sobre as baterias e o seu processo de reciclagem. Mas o que são pilhas e baterias? De forma bem resumida, a pilha é um dispositivo que gera energia elétrica a partir da energia química.E a bateria é um conjunto de pilhas ligadas em série e/ou paralelo entre si.E hoje existem dois tipos básicos de pilha, as não recarregáveis e as recarregáveis, ou também conhecidas como primárias e secundárias, respectivamente.E as pilhas podem conter diversos tipos de componentes químicos, como Cádmio-Níquel, Prata-Níquel, Manganês-Cobre-Zinco, Íon-lítio e de chumbo ácido.As baterias de Níquel-Cadmio são as baterias que tem memória. Lembram dessa história? Aqui já entrega a minha idade né…*** Que era necessário acabar com a bateria antes de recarregar novamente, senão ela iria gravar que teria que carregar antes da hora e assim diminuiria sua vida útil.Outro ponto é que a vida útil desta bateria era bem curta além de ser extremamente poluidora e de difícil descarte.As baterias de Íon-Lítio são aquelas em formato de moeda que são comumente utilizadas em relógios.E essas baterias de Íon-Lítio evoluíram para as baterias dos nossos celulares.As baterias de Íon-Lítio possuem uma capacidade de armazenamento de energia 3x maior que as de Níquel-Cádmio e não contam com o efeito memória.O grande perigo desta bateria é o calor, pois elas são bem sensíveis a ele.Como você já deve ter visto, tivemos alguns eventos trágicos relacionados a explosões de celulares.Também temos a bateria de Íon-Polímero ou Lítio-Polímeros que também são baterias de Lítio.A vantagem é que são menores e mais flexíveis, porém são mais caras que a de Ion-Lítio.Outra bateria bem comum de encontrar é a bateria de Chumbo-Ácido que são aquelas utilizadas em automóveis e indústrias.No mercado de Energia Solar Fotovoltaico as baterias mais utilizadas são as baterias de Chumbo-Ácido e as de Íon-Lítio.Hoje existem diversas empresas e universidades pesquisando novas formas de armazenamento de energia.O intuito é sempre diminuir o custo, aumentar a capacidade de armazenamento e utilizar materiais mais abundantes na natureza.Para se ter uma ideia foi instalado na Austrália, pela TESLA, o maior banco de baterias de Íon-Lítio do mundo.É um banco de baterias com a capacidade de 100 MW de potência, ela pode alimentar 30 mil casas por uma hora sem nenhum tipo de ajuda de geração de energia. Você sabe de onde vem a energia elétrica? Você sabe de onde vem a energia elétrica? Hoje vamos… 100% de Energias Renováveis 100 % de Energias Renováveis Agora que já sabemos como… Por que investir em energia solar fotovoltaica? Por que investir em energia solar fotovoltaica? 08/11/2020 Um tempo… E o que esperar do futuro das baterias? Hoje existem diversos estudos sobre baterias acontecendo pelo mundo todo e aqui vou trazer algumas que são bem promissoras.A Bateria Lítio-Enxofre é a próxima que está por vir, e promete ser até 4x melhor que a de Íon-Lítio e muito menos poluidora.Outra bateria que está sendo desenvolvida são baterias de nano cabos de ouro cobertos por um gel de eletrólitos.Esta bateria foi testada e já passou por mais de 200 mil ciclos e só perdeu 5% da sua carga total.Porém ela está bem longe de chegar a virar popular, pois como a bateria é feita de ouro ela é extremamente cara. Mas o que acontece depois do uso destas baterias? Provavelmente você já deve ter escutado que o descarte incorreto de pilhas e baterias é extremamente prejudicial para o meio ambiente. O descarte incorreto é tão prejudicial, pois contém diversos materiais que se associam de forma fácil a compostos orgânicos. Os materiais contidos em pilhas como chumbo, cádmio, mercúrio, lítio, zinco, prata e diversos outros metais são extremamente tóxicos. Quando esses componentes são descartados de forma incorreta leva a poluição do solo, rios, lagos, lençóis freáticos e até a poluição atmosférica. E se estes metais estão na água, eles podem chegar até nós e causar danos ao nosso cérebro, pulmões, fígado, rins e até no sangue. E optando pelo descarte correto nós encontramos muitas vantagens no reaproveitamento destes materiais. Primeiro que nós deixamos de extrair recursos não renováveis da natureza. Segundo, quando descartado de forma correta não tem impacto negativo no meio ambiente Terceiro, impactamos de forma positiva a sociedade gerando mão de obra para uma infinidade de trabalhadores. Além disso, gera interesse financeiro para desenvolver novas pesquisas e libera “espaço” nos aterros sanitários. O Brasil foi o primeiro país da América Latina a definir regras para o descarte correto das pilhas através da Resolução CONAMA n 257 de 1999. Na verdade, a CONAMA 257 traz limites de metais pesados contidas nas pilhas e baterias. Em 2008 tivemos a atualização da resolução com a CONAMA 401 e essa atualização ocorreu devido a evolução de técnicas e processos mais limpos. Ainda é uma Resolução muito ampla que não especifica todos os tipos de pilhas e baterias e isso traz muita desinformação sobre o tema. Em 2010 tivemos a Política Nacional de Resíduos Sólidos que é a Lei n 12.305, de 2 de Agosto de 2010. Nesta lei a grande diferença é que ela traz o conceito de responsabilidade compartilhada e não apenas de uma parte ou de outra. Um dos grandes

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Inversor Fotovoltaico

Inversor Fotovoltaico

Conheça as diferenças entre os Inversores Fotovoltaicos 02/02/2021 Todo sistema solar fotovoltaico é composto pelos mesmos componentes. Módulos fotovoltaicos, inversor, estrutura de fixação. string box, cabos elétricos, sistemas de proteção e diversos outros equipamentos. E os sistemas podem ser On-Grid, Off-Grid ou híbrido, mas independentemente do tipo de conexão, todos contam os mesmos equipamentos. O Off-Grid e o híbrido possuem um equipamento a mais, um banco de baterias. E o que significa On-Grid, Off-Grid ou Híbrido? On-Grid é quando o sistema está conectado na rede, Off-Grid é quando você tem um sistema isolada da rede de distribuição de energia. E o híbrido é quando você está conectado na rede elétrica e mesmo assim possui um banco de bateria. E uma coisa que todos sabemos é o quanto a energia solar fotovoltaica nos ajuda a economizar na nossa conta de luz.  Mais do que isso, sabemos o quanto a energia solar é socialmente justa e uma das fontes de energia menos poluentes do mundo. E um dos principais equipamentos que temos no sistema solar fotovoltaico é o inversor e pouco é falado sobre ele. A maior quantidade de informação que encontramos são sobre os módulos fotovoltaicos. E os inversores, são responsáveis pelo que? O inversor solar é responsável por converter a energia elétrica gerada pelos módulos fotovoltaicos. Ela converte a energia elétrica de corrente contínua (CC) para corrente alternada (CA), que é a energia que chega na nossa tomada. E todos os inversores possui essa mesma função, de deixar a energia elétrica gerada nos módulos fotovoltaicos própria para consumo. Hoje vou falar dos inversores que estão conectados na rede elétrica, por ser o mais utilizado nos dias de hoje. Os inversores conectados na rede elétrica possuem algumas funções a mais. Eles são responsáveis por garantir a segurança de todo sistema e o monitoramento da rede elétrica. Esse tipo de inversor faz a leitura da rede elétrica e a geração de energia dos módulos fotovoltaicos ficam na mesma frequência que a energia da rede elétrica. Veículos Elétricos Historia da Energia Solar Fotovoltaica Tudo que precisa saber sobre Energia Solar Fotovoltaica​ Mas você sabia que existem 3 categorias de inversores? ` Sim, existem 3 tipos de inversores: inversores string ou tradicionais, os micros inversores e inversores com otimizadores de potência. Agora vamos para as características de cada um. Inversor String ou tradicional Um inversor String é o inversor mais comuns instalado nos dias de hoje e foi a tecnologia que iniciou no mercado de inversores. Estes inversores funcionam com uma quantidade definida de módulos fotovoltaicos ligados em série. Isso quer dizer, uma sequência de módulos ligadas entre si, que também é conhecido como String. Por isso se chama inversor string.   E para alcançar a máxima geração existe uma tecnologia chamada MPPT – Maximum Power Point Tracking. O MPPT serve para maximizar o máximo de geração de energia que, nesse caso, a string pode gerar. Para simplificar é como se cada MPPT fosse um inversor diferente, desta forma aumenta as possibilidades de projetos. Os inversores de String podem possuir mais de um MPPT que trabalham de forma independentes. Micro Inversor A evolução dos inversores tradicionais são os micros inversores. Hoje, são os mais instalados no mercado americano. Este tipo de inversor não precisa de uma série de módulos fotovoltaicos conectados em série. É como se tivesse um inversor para cada módulo. A princípio era um micro inversor para cada módulo fotovoltaico, porém esse alto custo inviabilizava os projetos fotovoltaicos Hoje o mais comum e com melhor custo-benefício são os micros inversores para cada 4 módulos fotovoltaicos. E cada micro inversor pode possuir de 2 ou 4 MPPTs e isso torna os módulos muito mais independentes. E como os módulos fotovoltaicos são independentes, o sistema solar fotovoltaico apresenta melhor resultado. E isso acontece porque os efeitos negativos nos módulos acontecem de forma individual e não de uma string inteira. Inversores com otimizadores de potência Que são várias unidades consumidoras de mesma titularidade compartilham as centrais geradoras. E como no caso anterior as unidades consumidoras devem estar na área da mesma distribuidora de energia elétrica. No caso da EMUC e da geração compartilhada é necessário um termo jurídico para garantir a legalidade do compromisso entre os integrantes. E onde entra o sistema de compensação de energia? E esta também é a melhoria dos inversores tradicionais. Os inversores tradicionais possuem todo o seu sistema elétrico embutido em um único local, no inversor. Esse tipo de tecnologia dividiu o inversor tradicional em 2 partes e isso tornou o sistema muito mais inteligente. Essa tecnologia uniu o melhor dos dois anteriores, separou em otimizadores de potência e inversor. Vamos começar pelo inversor, que continua sendo responsável por transformar a corrente contínua em corrente alternada. E faz a leitura da rede de distribuição de energia, ou seja, coloca a energia na mesma frequência da rede elétrica. Já os otimizadores de potência são os MPPTs e toda segurança do sistema solar fotovoltaico. Os otimizadores conseguem tornar os módulos fotovoltaicos independentes mesmo utilizando um grande inversor. E quais as vantagens entre eles? Onde eu realmente vejo as maiores vantagens dos micros inversores e dos inversores com otimizadores em relação aos inversores tradicionais são: Segurança Controle Qualidade Longo prazo Vida útil E a maior vantagem do inversor tradicional é o preço e possuem uma leve eficiência maior que os outros dois. Para facilitar o entendimento, nós criamos esse infográfico abaixo comparando os 3 tipos de inversores. Quer o seu infográfico, preencha o formulário abaixo e receba por e-mail. Nome completo* E-mail* Telefone* Enviar Marketing por E o que é mais importante na escolha de um inversor fotovoltaico? Aqui não tem resposta certa, pois vai depender de diversos fatores para definir qual o melhor tipo de inversor. Deve ser levado em consideração o custo, facilidade de manutenção, garantia, sombreamento, possibilidade de ampliação e a eficiência. Na minha casa eu instalei um sistema com microinversores, e aqui vou listar os motivos da minha escolha. Maior garantia Versatilidade A longo prazo, o custo compensa

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Empregos Verdes - Uma mão segurando o Mundo

Empregos Verdes

A Revolução dos Empregos Verdes 17/01/2020 Você já ouviu falar em empregos verdes? Economia Sustentável? Economia Descarbonizada? A ONU diz que os empregos verdes são fundamentais para construir o novo modelo de negócio. E você já parou para analisar as novas empresas que estão surgindo no mercado? Muitas delas nascem com um propósito além do lucro. Já vou deixar claro logo no começo que o lucro não é ruim, o lucro é ótimo. Sem ele nenhuma empresa sobrevive. Mas muitas dessas empresas existem por um propósito muito maior, além disso essas empresas tentam minimizar todo seu impacto ambiental e social. E temos que concordar, a preservação do meio ambiente traz lucro, diminui o desemprego e garante o bem estar de hoje e das próximas gerações. Mas o que é um emprego verde? Os empregos verdes são empregos relacionados a empresas que ajudam a combater as mudanças climáticas e preservam o meio ambiente. O termo emprego verde surgiu em força conjunta da PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e da OIT – Organização Internacional do Trabalho. A primeira vez que ele veio a público foi em 2009 com o estudo “Empregos Verdes: trabalho decente em um mundo sustentável e com baixa emissões de carbono.”. E os empregos verdes são importantes? Bom a própria ONU estima que mais de 1,2 bilhão de pessoas no mundo dependem de recursos direto da natureza para trabalhar. E daqui 10 anos mais de 72 milhões de empregos serão perdidos por causa das mudanças climáticas. Não consegue ver isso? É tudo parece tão distante, mas vamos dar um exemplo que provavelmente você já viu em algum lugar. Quantas vezes você já viu na TV pessoas fugindo das suas casas para ir para outros lugares? Quantas vezes já viu a Euro ser “Invadida” por pessoas de outros países? Grande parte dessas pessoas saem da própria casa não porque elas querem, mas sim pela escassez da sua região. E essa escassez é causada, em grande parte, pelas mudanças climáticas. E hoje, além dos problemas ambientais, estamos vivendo tempos críticos com a pandemia do COVID-19, mas podemos olhar este cenário como um mar de oportunidades. Setembro de 2020 a própria representante da PNUMA – Programa da ONU para o Meio Ambiente no Brasil – Denise Hamú traz a declaração: Historia da Energia Solar Fotovoltaica Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica Ganhe dinheiro alugando o seu telhado “A recuperação econômica pós-pandemia precisa se basear na economia do futuro, que considera a dimensão ambiental de forma transversal. Para reconstruir melhor, é fundamental envolver todos os setores, ampliar a sustentabilidade nas formas de produção e consumo, investir em soluções baseadas na natureza e impulsionar a ação climática, priorizando a geração de empregos verdes.” Como a Denise falou, os empregos verdes estão distribuídos em todas as áreas, das mais poluidoras, como o setor de energia até nas áreas apenas burocráticas. Segundo a ONU até 2030 mais de 18 milhões de empregos verdes serão criados em todo o planeta. E certa de 15 milhões só na América Latina e Caribe, portanto aqui no Brasil é o grande nome do jogo. É estimado que só no Brasil vão ser criados cerca de 7 milhões de empregos nesta área. Para ficar mais claro vou citar alguns exemplos de como os empregos verdes estão distribuídos em diversas áreas. TRANSPORTE: São aqueles que trabalham com pesquisa ou trabalham com veículos elétricos e híbridos. Incentivo a transporte compartilhado, transporte coletivo com energia limpa ou setores logísticos para diminuir as distâncias.   CONSTRUÇÃO CIVIL: como o uso eficiente da luz solar para diminuir o uso de energia elétrica e a melhoria contínua em busca de edificações com zero emissão de carbono. Também a pesquisa e desenvolvimento de novos materiais com menor impacto ambiental e social.   VAREJO: Busca de produtos com selos verdes. Economia circular aplicada a toda cadeia e produtos de origem conhecida e orgânica.   AGRICULTURA: está é uma área super polêmica, porém que pode ser um grande salto para o Brasil. Existem diversos novos modelos que podem ser aplicados no Brasil para o desenvolvimento sustentável da agricultura Como a integração de lavoura-pecuária-floresta (ILPF) ou melhor ainda os sistemas Agro-Florestais. A implementação destes dois sistemas aumenta e melhora a produção, resgata carbono, protege o solo e a água e diminui o uso de pesticidas e adubos químicos.   PRESERVAÇÃO DIRETA: não posso deixar de citar o óbvio que são as empresas que trabalham com projetos de reflorestamento e gestão sustentável. Além disso também podemos ficar de olho nas empresas com certificações e selos verdes. Outro setor importante, é o setor da reciclagem.   INDÚSTRIA: que atuam com a eficiência energética e do próprio processo, controle dos impactos negativos e muitas outras ações sustentáveis.   SETOR ENERGÉTICO: Todos que trabalham com energias renováveis, como a energia solar fotovoltaica. Principalmente na geração de energia elétrica na forma distribuída, que desta forma evitamos e a destruição de grandes áreas. Como as grandes usinas hidrelétricas, que por mais que utilizem um recurso renovável, existe um desmatamento enorme por trás destas grandes obras.   Estes são alguns dos milhões de exemplos que podemos citar por aqui, e como podemos ver, tem muito espaço para todo mundo. Neste mesmo estudo a ONU diz que 7,5 milhões de empregos vão deixar de existir, principalmente na área da mineração, pecuária e combustíveis fósseis. Porém vão surgir mais de 22 milhões de empregos na agricultura, energia renovável, construção, manufatura e silvicultura. Agora vou dar um exemplo de uma ação que está envolvendo diversas comunidades e gerando um impacto positivo enorme no mundo. A Grande Muralha Verde Um grande exemplo de implementação de empregos verdes é um empreendimento criado pela União Africana, a Grande Muralha Verde. Essa iniciativa está localizada no extremo sul do deserto do Saara cobrindo 11 nações na África: Burkina Faso, Chade, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal e Sudão. Esta grande ação atinge uma área de 8.000 km de comprimento por 15 km de largura, ou

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Por que investir em energia solar fotovoltaica?

Por que investir em energia solar fotovoltaica? 08/11/2020 Um tempo atrás eu escrevi uma matéria sobre por que não investir em energia solar fotovoltaica. Foi uma matéria que eu trouxe os principais motivos que a energia solar fotovoltaica não compensa. Ai eu fiquei pensando, eu já escrevi sobre por que vale a pena investir em energia solar fotovoltaica? E cheguei na resposta que NÃO, eu ainda não escrevi um específico sobre este assunto. E hoje com mais de 321.000 sistemas solares fotovoltaicos instalados em todo o Brasil. Fica até redundante escrever sobre isso, mas se pensar na escala Brasil, ainda sim vale muito a pena compartilhar esta informação. Na região metropolitana de São Paulo nós temos em torno de 2.500 unidades geradoras de energia solar fotovoltaica. Se for pensar ainda é muito pouco em relação ao tamanho de consumidores existentes na cidade de São Paulo. Então ainda é uma tecnologia que tem tudo para continuar crescendo como nos últimos anos. E temos a grande vantagem de morarmos em um dos países com o melhor recurso solar do planeta. Ah e já vou adiantar, aqui você não vai encontrar apenas a parte financeira como outros tantos que só falam disso. Se quiser ver apenas essa pequena parte, rola bem pra baixo que você chega lá. E para falar sobre os motivos de utilizar a energia solar fotovoltaica eu vou separar em 3 aspectos, Ambiental, Social e Financeiro. Quais os benefícios ambientais? Antes de falar do aspecto ambiental eu preciso contextualizar um pouco como a geração de energia impacta em nossa sociedade. Hoje cerca de 25% de todo gás do efeito estufa que emitimos está relacionado a geração de energia. E toda essa emissão é de grande parte da geração através do carvão e das fontes fósseis. A energia Solar fotovoltaica evitou mais de 630 mil toneladas de CO2 e isso equivale ao trabalho de mais de 4.578.000 árvores. E em 2016, só no Brasil, tivemos mais de 44.000 mortes devido a poluição atmosférica, segundo o PNAD. Quer saber um pouco mais sobre esse lado, eu escrevi um artigo específico sobre as mudanças climáticas. Portanto podemos perceber o quanto a geração de energia por fontes não renováveis prejudicam a nossa saúde. Além desta parte os módulos fotovoltaicos tem como componente principal o silício, que não é um bem renovável. Portanto é um bem finito, ou seja, não se renova em um curto espaço de tempo. Com o avanço da tecnologia os módulos fotovoltaicos possuem uma taxa de reciclabilidade de 96%. Outro ponto interessante são os IPTUs verde. Estes são benefícios municipais para imóveis relacionados a redução de recursos naturais. Na cidade de São Paulo o IPTU verde está tramitando faz mais de 2 anos e ainda não foi votado. Em Guarulhos e diversas cidades do ABC já possuem o IPTU verde, por exemplo. E ele pode chegar numa economia de até 50% no valor do IPTU. Você sabe como funciona a energia solar fotovoltaica? Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Você sabe de onde vem a energia elétrica? Qual o ganho social com o investimento em energia solar fotovoltaico? O setor de energia solar fotovoltaica está entre as fontes de geração de energia que mais empregam no mundo. O Brasil está entre os 8 países que mais possuem trabalhadores no setor de energia solar fotovoltaica. Só para se ter uma ideia foram criados mais de 90 empregos por dia relacionados à energia renovável. Outro ponto importante é que a cada 1 dólar investido em energia limpa e renovável existe um retorno positivo na sociedade. Este retorno positivo está dividido entre custos evitados e devolvidos para a sociedade. São aproximados 8 dólares evitados em custo com energia, mudança climática e poluição e 3 dólares devolvidos para a sociedade. E como isso acontece? A geração de emprego gera imposto que retorna para a sociedade e o dinheiro economizado na conta de luz retorna no movimento da economia. Diminuir a quantidade de grandes usinas geradoras de energia reduz um gasto enorme com a construção destas usinas. E como eu já trouxe no ponto anterior, apenas com energia solar foram evitadas mais de 630 mil toneladas de gases do efeito estufa. E também temos o grande benefício de diminuir a perda da energia gerada nas grandes usinas. Pois quando geramos a energia elétrica próximo do local que vai consumir a energia, evitamos todo o transporte dessa energia. E o lado financeiro? A energia solar fotovoltaica é um sistema que vai gerar energia elétrica através da radiação solar. E você vai utilizar a energia elétrica que você mesmo gerou. Ah, mas eu não consumo energia durante o dia, apenas no período noturno. Sem problemas, essa energia gerada vai ser “doada” para a distribuidora de energia. E depois você vai utilizar todo o crédito relacionado a toda energia elétrica que você gerou. Então você que gasta aproximadamente R$ 350,00 por mês vai economizar até R$ 3.720,00 por ano. E como os módulos fotovoltaicos possuem uma garantia de eficiência por pelo menos 25 anos, o total pode ser mais de R$ 93.000. E este valor eu não estou nem considerando os aumentos durante os 25 anos. Quer saber quanto vai economizar se eu considerar o aumento médio dos últimos 20 anos? R$ 409.000,00 é não se assuste. Mas pode chegar a isso mesmo daqui a 25 anos. E se compararmos com outros investimentos de renda fixa, como a poupança, CDB e o Tesouro Direto. Só para você ter uma ideia o rendimento da poupança neste ano de 2020 está aproximadamente 1,58% ao ano. O CDB está com um rendimento de 4,06% e o Tesouro Direto com um rendimento de 7,37% ao ano. Já com a energia solar fotovoltaica você chega a ter um rendimento de 20% por ano. Se quiser conhecer mais sobre essa comparação clique aqui. Outro grande ponto interessante é que você foge dos aumentos de preço do monopólio das distribuidoras de energia elétrica. E fica longe de um aumento por causa das bandeiras tarifárias que

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Destaque da classificação de eficiência energética de A a E. com uma casa ao fundo.

Eficiência Energética

Eficiência Energética 20/10/2020 Aqui no Brasil pouco é feito e falado em relação a eficiência energética. Em uma declaração dada pela ABESCO – Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia – temos uma perda de 12% em energia. Essa perda está diretamente ligada a processos, equipamentos, hábitos de consumo ineficiente e diversos outros fatores. E esse desperdício de energia resulta em um prejuízo de aproximadamente R$ 30 bilhões por ano. Esses R$ 30 bilhões estão influenciando diretamente nós consumidores e o governo.  Hoje no Brasil nosso consumo de energia pode ser dividido em 6 áreas: transporte, indústria, energia, residencial, comercial e agropecuário. O setor de transportes é responsável por 34,8% e o da industrial de 33,8% já o 31,4% estão distribuídos entre as outras áreas. Por curiosidade o consumo de energia no setor energético é de 11,2%, residencial de 10,6%, comercial de 5,2% e agropecuário com o restante de 4,4%. Além disso, eficiência energética está diretamente ligado a ações de sustentabilidade. Principalmente quando analisamos todos impactos causados por todos recursos do nosso dia a dia. Mas para começar, o que é Eficiência Energética? De forma bem resumida e clara é fazer mais com menos energia. São ações que visam melhorar todo nosso uso das fontes de energia e água, ou seja, buscar o mesmo resultado gastando menos energia. E neste ponto, cada um de nós pode fazer grande diferença, como buscar equipamentos mais eficientes. E se pensarmos cada dia mais tudo que utilizamos é ligado a alguma fonte de energia.   Ações como a troca de lâmpadas por Led são ações relacionadas a eficiência energética. E por que é melhor trocar para LED? Uma lâmpada tipo LED de 7W tem o mesmo nível de luminosidade que uma lâmpada incandescente de 60 W. Ou seja, economia de 53 Watts por hora ou quase 90% de economia apenas com a troca dessa lâmpada. Além disto, a vida útil do LED é 50 vezes maior e o calor que é transferido para o ambiente também é menor. Com isso também gastaremos menos energia com a climatização do ambiente e consequentemente obtém uma economia financeira ainda maior. Outro fator importante são os motores que utilizamos, é estimado que cerca de 70% da energia elétrica da indústria é consumida no motor. Então rever se ainda existe a necessidade de possuir o motor com essa mesma potência e/ou buscar equipamentos mais eficientes. Hoje já temos motores de alta eficiência que trazem uma economia em torno de 20% a 30% em comparação a um motor tradicional. Outro ponto que está conectado a todos os setores é o setor de climatização. Um retrofit (troca de um equipamento antigo por um novo) pode trazer uma economia de até 50% no custo com energia elétrica. Isso sem considerar custos de manutenção do equipamento. Outro ponto interessante a considerar é a proximidade em que os insumos estão sendo gerados. Se utilizarmos insumos gerados em Manaus e consumirmos em São Paulo temos um grande gasto energético envolvido. Temos o próprio custo energético industrial, transporte, tempo, financeiro e um maior risco embutido em todo o ciclo. Um bom jeito de saber quais equipamentos são mais eficientes que outros é o próprio programa criado pelo governo. Por não termos conhecimento técnico de todos equipamentos que vamos utilizar em nosso dia a dia o Inmetro criou o PBE. Para quem não sabe o PBE é o programa brasileiro de etiquetagem. Esse programa é aquele selo, que encontramos nas geladeiras, que vai de A até E, sendo A mais eficiente e E menos eficiente. Então se optarmos por equipamentos do grupo A de eficiência energética vamos trazer diversos benefícios para nós. Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor 5 Mitos e Verdades da Energia Solar Fotovoltaica Quais os impactos da falta de eficiência energética? Financeiro, o mais óbvio de todos, pois com toda a economia possível citada fica bem claro que impacta diretamente o seu bolso. Recursos naturais com a eficiência energética utilizamos todos os insumos de forma a obter o maior valor deste recurso natural. E desta forma gastamos muito menos recursos naturais. Infraestrutura, pois se não pensarmos de modo eficiente, existe a necessidade de construir mais linhas de transmissão e rodovias. E todo esse custo com certeza vai sair do nosso bolso. Socialmente, se considerarmos o cenário do cumprimento das metas do acordo de Paris para eficiência energética. Existe uma perspectiva de gerar em torno de 1.277.663 novos empregos diretos e indiretos até 2030. Portanto a eficiência energética tem grandes impactos diretos e indiretos em nossa vida. E como posso ser mais eficiente energeticamente? Sempre que esta pergunta me vem à cabeça me surge uma pergunta também “Qual a energia mais cara que utilizamos?” E a resposta que eu sempre encontro é aquela que geramos e não utilizamos. Por isso ter em mente que utilizar toda energia e não gerar desperdício é o princípio da eficiência energética. Agora vou citar 10 ações que podem ser realizadas para reduzir nosso consumo energético. Modernização dos equipamentos e materiais Melhorar e/ou aperfeiçoar um processo produtivo Utilização de técnicas de reuso, captação de água pluviais, instalação de terminais redutores Pesquisa para autoprodução de insumos Substituição de dispositivos de iluminação por outros materiais mais eficientes; Utilização de sistemas de automação, possibilitando maior produtividade, otimização de processo, comunicação entre equipamentos; Maior precisão no controle de dados e aumento da qualidade; Utilização de iluminação natural Reaproveitamento de energia em dissipação, como o uso da energia térmica de motores para aquecimento de água. Substituição da energia elétrica por energia solar fotovoltaica. E de bônus vamos citar uma que acreditamos ser muito importante para todas as outras 10 ações funcionarem. A mudança de comportamento. Este é um item que quase ninguém se preocupa, mas é ele que vai levar todos os outros ao sucesso. É uma simples mudança de processo e mudança no comportamento pode resultar enormes benefícios. E uma das mudanças que gostamos de trabalhar é a ideia de prosumidor. Que é

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Energia Solar Fotovoltaica

Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor

Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Hoje escutamos muito sobre as mudanças climáticas serem o grande bicho papão e todo mal que estamos causando no mundo. Será que isso é verdade? Bom para início de conversa temos que entender o que é o efeito estufa para falar sobre o aquecimento global. O efeito estufa é um efeito natural da Terra e que sem ela nós, provavelmente, não estaríamos por aqui. O efeito estufa é responsável por manter nosso planeta aquecido e com isso atingirmos temperaturas para nossa sobrevivência. Esse calor vem da radiação solar, onde uma parte é refletida e outra parte entra em nossa atmosfera. A parte que entra é absorvida e outra é refletiva pela superfície terrestre. E a camada de efeito estufa retém uma parte da refletida pela superfície terrestre para manter o planeta aquecido. Então qual o problema do efeito estufa? O grande problema é que nós estamos emitindo muito mais gases causadores do efeito estufa que o planeta comporta. Para se ter uma ideia nós estamos emitindo cerca de 152 milhões de tonelada destes gases a cada 24 horas. E essa emissão vem de diversas fontes como transporte, queimadas, processos industriais, geração de energia e muitas outras fontes. Porém a principal fonte é a queima de combustíveis fósseis, que tem como principal uso a geração de energia elétrica. Cerca de 25% de todo gás do efeito estufa que emitimos está relacionado a geração de energia. Segundo James Hansen, ex diretor da Nasa, a energia que emitimos na atmosfera é equivalente a 500.000 bombas nucleares por dia. Bom se você não acha esse dado um absurdo, eu não sei o que você vai achar…. Continuando, uma curiosidade, nos 19 dos 20 anos mais quentes desde o ano de 1850 aconteceram de 2001 para cá. E os mais quentes, em ordem decrescente, são os anos de 2016, 2019, 2017, 2015 e 2018. Em 2019 a temperatura mais alta chegou a 52C. No ano de 2018 em Omã teve a temperatura mais quente no período noturno, 42C. Você imagina passar a noite com 42C? Outro ponto importante é que a maior parte do calor emitido pelos gases que nós geramos é armazenado nos oceanos. E com o aquecimento dos oceanos, temos mais evaporação e com isso aumenta o número de chuvas torrenciais. Além disso, com o aquecimento da superfície terrestre também mudamos as correntes de ar, que afetam diretamente todo clima mundial. Aumenta o número de desastres naturais como furacões, tsunamis, excesso de chuva, ventos e muitos outros. Já se perguntou quantos desastres naturais temos vivido nos últimos anos? E quantos você ouviu falar na sua infância? Não sei se você lembra, no começo desse ano tivemos uma enorme quantidade de chuvas em Belo Horizonte que causou mais de 30 mortes. Também tivemos as fortes ventanias no sul do Brasil. Esses desastres naturais custaram aproximadamente 2.5 trilhões de dólares nos últimos 10 anos. Quem não lembra no último ano que São Paulo as 3 horas da tarde ficou escuro por causa das queimadas na região central do País. Ou da grande queimada na Austrália, essas são mais alguns dos efeitos do aquecimento global. As mudanças climáticas afetam diretamente os setores de alimentação, água e da saúde. A pouco tempo atrás no Brasil vivemos uma grande estiagem de água, e isso afetou a toda a população. A falta de água afetou diretamente toda nossa indústria, agricultura, energia e nosso uso doméstico. Com o aumento da temperatura nós consumimos mais água, as plantações exigem mais água, usamos mais energia e assim por diante. Economizar com Energia Solar Fotovoltaica Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Veículos Elétricos Segundo a Pesquisa Nacional por amostra de Domicílios (PNAD) de 2019, um em cada dez domicílios falta água uma vez na semana. O abastecimento de água ajuda na higiene e na prevenção de doenças. Lavar as mãos com água e sabão está entre as recomendações para impedir o contágio pelo novo coronavírus. Então como devemos fazer se falta água em 10% das casas dos brasileiros? Outro ponto crítico são as mortes causadas pela poluição do ar. Para se ter uma ideia, no Brasil tivemos mais de 44.000 mortes só em 2016 causadas pela poluição atmosférica. Você se lembra da Olimpíadas da China, onde a poluição foi visível para todo o mundo? Outro grande ponto importante é o aumento no número de pessoas com doenças respiratórias como rinite, asma e muitas outras. Quem não conhece alguém com alguns destes problemas? No brasil também temos o grande problema da Dengue, que afeta diretamente a saúde da população. E como eu disse anteriormente, grande parte dos gases do efeito estufa estão “presos” nos oceanos. E estes gases fazem com que os oceanos fiquem acidificados, e essa acidificação afeta todo bioma marítimo. E o segundo maior causador dos gases do efeito estufa estão a mudança de solo que grande parte é para uso de plantação de monoculturas. No último ano fomos responsáveis por perder mais de 1 milhão de hectares de florestas no brasil. Mais do que perder 1 milhão de hectares de florestas, todo o bioma foi afetado de forma avassaladora. E uma das soluções para contornarmos esses problemas é o uso de energias renováveis. Energias como a eólica e a solar estão em crescimentos exponenciais nos últimos anos. Em 2002 a Bloomberg fez uma projeção de que o mercado de energia solar iria crescer cerca de 1GW por ano. À realidade foi 17 vezes maior que essa projeção e em 2019 foi 121 vezes maior, ou seja, o mundo está mudando para solar. E um dos grandes motivos é porque o custo da energia solar caiu drasticamente. Hoje o custo do módulo fotovoltaico por watt está em torno de 0,20 centavos de dólar. As energias renováveis também emitem uma quantidade significativa menor de CO2 em comparação a outras fontes. Outro ponto é que muitas das energias renováveis são possíveis de gerar a energia próxima do local do consumo da carga. E faz com que

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China

China: a Tendência da Energia Renovável Hoje estamos no meio de uma Pandemia que está assolando todo o Mundo. E uma das causas é a destruição de florestas nativas e a proximidade com animais selvagens. Cada dia mais estamos invadindo o meio natural e isso tem causado a maioria dos nossos últimos problemas de saúde. Segundo a Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) 70% das doenças modernas são causadas pelos animais. Além do poder destrutivo em massa das áreas verdes do mundo, nós também estamos cometendo um lento suicídio. Que é a grande quantidade de gases do efeito estufa que emitimos, diariamente, em nossa atmosfera. Como é de conhecimento geral, as mudanças climáticas são um dos graves problemas mundiais que enfrentamos nos dias de hoje. Ou você ainda acredita que a mudança climática é invenção e que a terra é plana? Rsss De acordo com World Resources Institute, as principais atividades geradoras de gases de efeito estufa no mundo são: Geração de Eletricidade e Calor (24,9%); Indústria (14,7%); Transporte (14,3%); Agricultura (13,8%); Mudanças no uso do solo (12,2%); Outros combustíveis (8,6%); Processos industriais (4,3%); Lixo (3,2%) A emissão de gases do Efeito Estufa da China continua a subir Hoje um dos maiores responsáveis pela emissão dos gases do efeito estufa do mundo é a China. Para se ter uma ideia, a China gera mais gases do efeito estufa que toda a Europa. Hoje a China emite cerca de 9.825,8 Milhões de Toneladas de CO2 e é responsável por 28,8% de todo gás carbônico emitido no mundo. Como podemos observar a tendência de emissão global dos países desenvolvidos está caindo. Porém a China, indo contra esta tendência pelo fato de mais pessoas terem acesso aos benefícios do mundo globalizado. Benefícios como acesso a energia elétrica, a tecnologias eletrônicas, automóveis e diversas outras tecnologias modernas. Já o índice no Brasil, continua em um patamar relativamente estável, indicando uma estagnação em níveis de emissão de CO2. E essa curva se explica quando analisarmos o volume do consumo de energia em nível local e mundial. Podemos verificar que o consumo de energia da China cresce drasticamente, enquanto a Europa e o EUA continuam no mesmo nível. No caso do Brasil, vemos um leve aumento no consumo energético do país, mas de baixa representatividade a nível mundial. A china é responsável por consumir 24,3% de toda energia gerada mundialmente, e a principal fonte de geração de energia é o Carvão. Porém quando analisamos o consumo per capita o cenário muda. Neste caso temos o EUA em primeiro lugar, depois a Europa, China e por último o Brasil. O EUA teve um consumo per capita de 287,9 GJ (GigaJoule), a Europa com 123,6 GJ, China de 98,8 GJ e o Brasil 58,8GJ. Como dito anteriormente, ainda na China temos diversas áreas com baixos índices socioeconômicos. Além disso, a China conta com uma população de 1,393 bilhão de pessoas, o que faz muita diferença na quantidade de energia necessária. Descubra a Bateria e o seu Impacto Inversor Fotovoltaico 12 vilões da energia elétrica E a geração de energia global está em declínio. Em 2019 tivemos um declínio no consumo energético mundial. E este declínio energético é principalmente por causa dos EUA, Rússia e Índia. Porém a China seguiu o ritmo oposto, aumentando o consumo de energia. Além do crescimento da China, o uso de carvão no mundo caiu pela 4 vez em 6 anos. E quando se trata de investimento em energia, a energia renovável representa 41% de toda energia nova no ano de 2019. E com este enorme crescimento, a energia renovável supera pela primeira vez a energia nuclear no mundo. No mundo o consumo de carvão teve uma queda de 0,6% e sendo a 4° vez que cai o consumo nos últimos 6 anos. E como resultado desta queda, o uso do carvão para geração de energia elétrica no mundo caiu para 27%, que é a menor taxa dos últimos 16 anos. Essa queda representa claramente o futuro da energia mundial. Porém na contramão do mundo a China, teve um aumento na demanda por energia, teve um crescimento de 1,8 EJ. E quando se trata de energia renovável, temos um crescimento enorme. Se considerarmos a energia solar, eólica e biomassa o investimento em energia renovável foi de 40% do ano de 2018 para 2019. Esse aumento representa um aumento de 0,5% no mix da matriz energética mundial. Parece muito pouco, mas representa 3,2EJ no mundo, sendo 1,4EJ de eólica e 1,2 EJ de solar. E a China também lidera neste ponto, com o maior aumento de energia renovável no mundo. Representando cerca de 0,8 EJ e tendo como a energia solar fotovoltaica responsável por 50% deste crescimento. A matriz Energética da China é uma das mais poluidoras do mundo. Em 2003, a matriz energética da China era dividida entre 3 grandes grupos, usinas térmicas, hidroelétricas e nucleares. E as usinas térmicas representavam 82,7% de toda matriz energética e 14,8% era de hidrelétricas. E em menos de 20 anos vemos uma grande evolução da energia renovável dentro da China. Ainda muito lenta, porém uma diferença enorme comparada com 2003. A china representa 23% do consumo mundial de energia renovável. De 2008 até 2018 a China teve um crescimento de energia renovável numa taxa de 36,6% Como podemos analisar pelo gráfico, a China está com um crescimento enorme no uso de energia renovável. Ainda está longe de ter uma matriz energética renovável, porém está migrando para este caminho. E em poucos anos vai ultrapassar toda geração de energia renovável da Europa. Hoje a China já é responsável por 26% de toda energia renovável do mundo. Além disso, o EUA, o segundo país com maior quantidade de energia renovável do planeta, tem 33% menos geração de energia. E se compararmos apenas da energia solar, a China tem mais que o dobro da geração de energia do que o segundo colocado, EUA. Além disso, a energia solar na China em 2019 teve um crescimento de

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Painel solar transformando a casa em 100% de energia renovável.

100% de Energias Renováveis

100 % de Energias Renováveis Agora que já sabemos como a energia é gerada, tanto no Brasil como no resto do mundo. Também conhecemos todos os gases do efeito estufa que a geração de energia elétrica tem soltado em nosso ambiente. Com todo este conhecimento, vemos a necessidade de mudar nossas fontes de energia elétrica e nossos hábitos de consumo. Sabendo disso, cidades inteiras estão mudando para energias renováveis e criando hábitos mais colaborativos. Temos diversas fontes de energia renováveis, tais como as hidroelétricas, solares, eólicas, geotérmicas e outros. Locais 100% de energias renováveis Pelo mundo todo vemos iniciativas buscando mudar toda a matriz energética (distribuição, transmissão e geração), ou pelo menos, em algumas cidades. Nos EUA, temos 6 cidades que já são abastecidas utilizando apenas energia renovável. As cidades americanas são essas: Aspen, Burlington, Georgetown, Greensburg, Kodiak Island e Rock Port. Além destas cidades temos diversos condados, 9 condados. E mais 84 cidades comprometidas a 100% energias renováveis até 2050. Mais que isso, os estados, Havaí e Califórnia, se comprometeram em usar 100% de energia renovável até 2045. Além dos EUA, temos Porto Rico, que após a catástrofe natural que o Furacão Maria causou, o país inteiro está mudando para 100% de energia renovável. Pelo mundo também temos outros exemplos, como a Ilha da Madeira e Porto Santo em Portugal. E diversos países como a Alemanha, Suécia, Costa Rica, Escócia, Uruguai e Dinamarca se comprometeram em mudar sua matriz energética. A Costa Rica já consegue por alguns meses ser sustentada apenas por energias renováveis. A Islândia, Paraguai e Albânia já utilizam energia elétrica a partir de fontes renováveis. Como esses país estão mudando? Para se obter esta mudança, é necessário um esforço de todos os envolvidos. Incentivos dos governos, investimentos das pessoas físicas e jurídicas, conscientização da população e diversos recursos tecnológicos. Aqui não vou discutir quais incentivos ou não o governo pode fazer, vou tratar apenas o que nós podemos fazer. A primeira mudança é a conscientização do uso da energia elétrica e o seu padrão de consumo. A energia elétrica é um bem onde na maior parte do tempo não nos preocupamos em como utilizar. Ainda mais por não saber como ela chega em nossas residências. Você que nos acompanha já tem mais consciência de como a energia elétrica é gerada no Brasil e no mundo. Com esta consciência, é possível saber as consequências de cada tipo de geração e ainda saber os benefícios. Utilizar de forma consciente e uma forma de ajudar o mundo a utilizar apenas energia elétrica de fontes 100% energias renováveis. Outra mudança necessária é a internet dos aparelhos eletrônicos, deixar tudo conectado e inteligente. Cidades inteligentes são capazes de solucionar problemas elétricos a distância, de forma ágil e imediata. Também torna a possibilidade de limitar menores áreas com o corte de luz, para manutenção ou problemas na rede. Além disso, o uso de dispositivos inteligentes e conectados, transforma a distribuição de energia elétrica mais equilibrada, diminuindo a perda e o uso irregular. Também possibilita a entrada de pequenos geradores com maior facilidade, sem muita burocracia. Com os geradores distribuídos pelas cidades a rede se torna descentralizada, dando uma maior confiabilidade ao sistema. A rede ficando inteligente, todo o sistema se torna rápido, instantâneo e muito mais dinâmico. E geração de energia elétrica sendo 100% de energias renováveis é confiável? Sim, como qualquer outra fonte de geração de energia ela tem seus benefícios e defeitos. Benefícios como, a não geração de gases poluentes e uso de combustíveis renováveis. Além disso, já temos exemplos como os países acima citados que já operam 100% de energias renováveis. E com um planejamento adequado e a descentralização da matriz energética, se torna ainda mais confiável. Assim, não ficamos totalmente dependentes de grandes geradores de energia elétrica. Mais que isso, eu acredito que podemos ter geração de energia elétrica 100% de energia renováveis como solar e eólica. E utilizando a energia das hidroelétricas em emergências, quando não existe sol e nem vento suficiente para todos. Esta mudança exige um esforço de toda população e não apenas do governo, como é realizado em sua maior parte. Para isso se tornar uma realidade, todas os estabelecimentos devem, quando possível, gerar sua própria energia elétrica. E ainda mais, produzir mais do que consome e vender o excedente para os estabelecimentos próximos. Também se faz necessário o uso de baterias para todos, assim cada um se tornando uma bateria. Também com o uso de veículos elétricos, transforma-los em grandes baterias ambulantes. Então com o conjunto de redes inteligentes, geração descentralizada, baterias e veículos elétricos é possível ter esta mudança. Não é simples e muito menos fácil, por isso eu acredito que a conscientização é o primeiro passo. Por este motivo escrevo neste blog, para tentar transmitir um pouco do meu conhecimento para o máximo de gente possível. Vamos fazer a nossa parte e mudar para um mundo mais energeticamente sustentável? Mude Agora

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Veículos elétricos sendo abastecidos

Veículos Elétricos

Veículos Elétricos Hoje nosso transporte é feito em quase sua totalidade por veículos baseados na combustão de derivados do petróleo. E temos visto o quanto o transporte afeta o mundo por causa da liberação dos gases de efeito estufa. Hoje ainda existe um longo caminho para percorrer, mas as mudanças já estão surgindo. Empresas como a TESLA, VOLVO, HONDA, FIAT, SUBARU, TOYOTA e PORCHE estão parando a produção de carros movidos a Diesel. A Subaru e FCA (Fiat, Chrysler Automobiles) vão parar de fabricar carros a Diesel até 2020. Já a Volvo já suspendeu todo desenvolvimento de motores a diesel. E estão totalmente comprometidos nos veículos elétricos. Mercado de veículos elétricos Como sabemos, ainda é um mercado novo, porém com um potencial enorme de crescimento. Tanto que as maiores empresas do ramo automobilístico, já estão mudando para produção total de veículos elétricos. Nos EUA o quinto carro mais vendido do mês de agosto foi um carro elétrico, TESLA Model 3. No mês de setembro foi o quarto carro mais vendido e o primeiro colocado em receita dos últimos três meses. De acordo com a The Eletric Vehicles World Sales DataBase (www.ev-volumes.com), o volume de carros tem crescido exponencialmente. Também podemos verificar um aumento significativo entre os países mais desenvolvido, tendo como principal a China. É esperado que seja vendido 500.000 a 1.100.000 unidades de veículos elétricos só na China. E mais 130.000 modelos da Tesla só nos EUA e no Canadá. Nos 6 primeiros meses de 2018 a China teve um aumento de 105% comparado ao mesmo período do ano passado. Outros países com alta taxa de crescimento são o Canadá, Holanda, Coréia do Sul, Espanha, Finlândia, Dinamarca, Portugal e Austrália. Alguns países com números realmente expressivos, como o crescimento da Dinamarca de 691%. A taxa de crescimento do Canadá é de 168%, Holanda 126%, Coréia do Sul (169%), Espanha (99%), Finlândia (148%), Portugal (119%) e Austrália (98%). Os benefícios dos carros elétricos Como dito, ainda é um mercado novo e em extrema ascensão. Porém o que já é bem conhecido é a eficiência do motor, ou seja, o motor elétrico é cerca de 90% mais eficiente que o regular. Os motores de combustão possuem uma eficiência média de 38%, pois boa parte é perdida com calor. Já os motores elétricos podem chegar até 95% de eficiência. Também sabemos que os carros elétricos reduzem extremamente a poluição sonora por possuírem motores muito silenciosos. Muito mais que isso, a condução e a aceleração têm se mostrado cada vez mais agradável e potente. Nem é preciso falar que a emissão de gases do efeito estufa é zero durante a operação. Outro ponto é o custo por quilometro rodado, que é bem mais baixo que dos motores a combustão. Com o uso de baterias cada vez menores e melhores, os próprios veículos elétricos se tornam baterias ambulantes. Ou melhor dizendo, os automóveis elétricos servem como geradores de energia elétrica para serem utilizados em lugares remotos. Além disso, se a geração da energia elétrica for por fontes renováveis, como a solar e eólica, este se torna ainda mais sustentável. Porém nem tudo é perfeito, então quais são os lados negativos? Um dos grandes pontos negativos é o valor de compra destes carros. Por este motivo, muitos governos oferecem isenção de alguns impostos. No Brasil os carros elétricos possuem pequenos incentivos, apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo e no Rio de Janeiro tem desconto no valor do IPVA, sendo até 40% e 1,5% respectivamente. E quem está em São Paulo também fica de fora do rodizio municipal. Para se conseguir obter um melhor valor de venda, é necessário aumentar a produção do mesmo para se ter escala. Com o aumento da escala é possível reduzir o custo e assim os veículos elétricos ficarem com preços mais acessíveis.  Outro ponto negativo é para a produção e descarte da grande quantidade de bateria que vai ser utilizada nestes carros. As baterias mais comuns utilizam o lítio e outros minerais raros, que sua extração não é benéfica ao meio ambiente. Temos que levar em consideração que estes materiais são bens finitos e que devem ser repensados em como devem ser utilizados e até reaproveitados. Mais que isso, os veículos elétricos possuem uma autonomia relativamente pequena, pela falta de lugares para recarga das baterias. Os veículos novos como o Nissan Leaf promete até 378 km de autonomia, o Chevrolet Bolt 383 km e o Tesla X promete 613 km por carga. Estes valores são semelhantes aos valores abastecidos com combustíveis comuns, porém não é possível encontrar um posto de abastecimento de energia elétrica no Brasil. Mais do que as vantagens e desvantagens, temos o avanço da tecnologia que segue junto com os veículos elétricos. Avanços tecnológicos. Hoje podemos ver o grande avanço e investimento que tem sido feito nas baterias. As baterias têm ficado cada vez menores, mais eficientes e muito tem se estudado para troca de materiais. Ainda não existem materiais para substituir o lítio com tamanha eficiência e custo viável. Mas as crescentes pesquisam se mostram positivas em relação as novas tecnologias e descobertas no mundo das baterias. Outra tecnologia que tem melhorado muito são os GPS – Global Position System, além de sensores de movimento. Tudo isso para tornar estes veículos elétricos em veículos autônomos, ou seja, que não necessitem de motoristas. Além dos avanços em localização e baterias junto com isso a fonte do combustível, energia elétrica, tem sofrido grandes avanços e mudanças. A eletrificação é um futuro próximo, ou distante, mas é um futuro que podemos já viver. Um dos modos de estar neste futuro é iniciar com a escolha da sua energia elétrica, você quer que seja infinita ou finita? Cidades inteiras têm mudado para utilizar apenas energias renováveis. E você, vai ficar fora dessa? Escolha a energia solar fotovoltaica com a Sunset Energia. Mude Agora

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Usinas termoelétricas

Mudança climática: Efeito estufa no Brasil e no Mundo

Mudança climática: Efeito estufa no Brasil e no Mundo Aqui você vai descobrir o que é o efeito estufa e quais são os principais gases do efeito estufa. Além disso, vai entender o que está sendo feito e quais medidas estão sendo tomadas para diminuir este efeito. Você sabe o que é o efeito estufa? O efeito estufa é um processo natural da terra, ou seja, é um processo que não foi criado pelo homem. Este efeito estufa é responsável por filtrar a quantidade de radiação que entra na superfície terrestre. Os raios solares entram na atmosfera terrestre e chegam em todas as superfícies. Algumas retém mais e outras menos radiação. Esta radiação é refletida, ou seja, ela retorna para o espaço. Assim o efeito estufa também é responsável por impedir a saída da radiação que deixaria nosso planeta Terra. Esta radiação fica retida nesta camada do efeito estufa, que é composta pelos gases do efeito estufa. Estes gases do efeito estufa absorvem esta radiação que retornaria para o espaço. Quando estes gases absorvem a radiação, tem se o efeito da geração de calor. E é este calor que mantém o planeta aquecido durante a noite para não congelarmos. O problema é que a quantidade de gases do efeito estufa estão aumentando, fazendo com que fique retido mais calor, criando assim um desequilíbrio ambiental. Como consequência disso existe a mudança climática. E quais são os gases do efeito estufa? Os principais gases são o gás carbônico (CO2), metano (CH4), óxidos nitrosos (NOx), Ozônio (O3) e Clorofluor-carbonetos (CFCs). Como podemos ver no gráfico o CO2 possui uma representatividade muito maior comparada aos outros gases. Porém, em comparação com os outros gases ele não é tão danoso, na questão de absorção do calor. Por exemplo, o metano produz 21 vezes mais calor que o gás carbônico. Já os óxidos nitrosos são 310 vezes mais absorventes que o CO2. Outro ponto que temos que levar em consideração é o tempo que cada um fica retido em nossa atmosfera. Temos o CO2, como o que permanece por mais tempo em nossa atmosfera, com uma permanência de até 200 anos. Logo depois o NOx, seguindo pelos CFCs e depois pelo metano com até 150, 100 e 10 anos, respectivamente. Como podemos observar, o CO2 possui um tempo de vida mais longo e uma quantidade muito maior que os outros gases. Tornando o gás carbônico como o principal gás do efeito estufa desequilibrado. E quais os principais emissores destes poluentes no Brasil? Recentes estudos mostram que grande parte das emissões destes gases se dá através da mudança de terra no país. O restante das emissões está dividido entre agropecuária, energia, processos industriais e resíduos. A mudança de uso da terra é o desmatamento para uso agropecuário, ou seja, toda área destruída para plantação ou criação de animais. Desta forma a agropecuária fica responsável por 75% de toda emissão de gases do efeito estufa realizado no Brasil. E este número vem crescendo com o aumento do desmatamento e a falta da preservação de nossas florestas nativas. Este aumento vem acontecendo após o Brasil assinar o acordo de Paris que prevê uma diminuição da temperatura mundial. O acordo de Paris foi assinado por 195 países se comprometendo a diminuir a emissão dos gases do efeito estufa. Com esta diminuição se espera manter a temperatura 2° C abaixo do que se comparado a temperatura da época pré-industrial. Junto com o acordo de Quioto, estes dois tratados são os mais enfáticos nas relações com o efeito estufa. Porém, o Brasil, em desacordo com estes pactos, vem aumentando o envio destes gases nos últimos 4 anos. E no resto do mundo? Segundo o último relatório desenvolvido pelo IPCC – Intergovernmental Panel on Climate Change, as emissões estão divididas da seguinte forma: Como podemos ver no gráfico, a maior parte das emissões dos gases do efeito estufa provém de fontes de energia. A energia elétrica é gerada através da queima de algum combustível fóssil, como o carvão, gás natural e óleo. Parte da emissão realizada pela indústria e pelos edifícios ocorre devido a queima dos combustíveis fosseis, tanto para geração de energia quanto para aquecimento. Outro aspecto crítico é o da agropecuária, pois além de gerar estes gases do efeito estufa, é responsável pelo desmatamento de grandes áreas verdes. Os maiores responsáveis pela emissão destes gases é a China, representando 30% de toda a emissão mundial. Isso devido a grande dependência da energia elétrica gerada por termoelétricas a carvão. Logo depois vem os EUA com 15%, em seguida da União Europeia com 9%, Índia, Rússia, Japão com 7%, 5% e 4%, respectivamente. O Acordo de Paris assinado no ano de 2015 marcou a retomada para a diminuição destas emissões. Lembrando que, o acordo de Paris, tem como meta manter a temperatura 2°C abaixo do que se comparado com a época pré-industrial, até o ano de 2030. Entretanto, de 2015 a 2018 obtemos um aumento nestas emissões, chegando a um nível recorde de concentração de CO2. Do ano de 2017 para agora a concentração do nível de CO2 do mundo aumentou em 2,2 partes por milhão (ppm), ou seja, foi de 403 ppm para 405 ppm. Devido a este aumento, a temperatura média do planeta também vem aumentando, de acordo com o aumento do CO2. Da época pré-industrial até agora a temperatura teve um aumento de 0,8°C. Além disso, em 2017 os EUA declararam sua saída do acordo de Paris. Determinando um marco negativo na luta contra o efeito estufa. E como combater o efeito estufa? Temos que lembrar que o efeito estufa não é ruim, é algo necessário para a existência de vida aqui na Terra. Porém, o desequilíbrio é algo que agride o meio ambiente e temos visto, a cada dia que passa, mais catástrofes naturais. Sabendo que o CO2 possui uma vida útil longa, precisamos de algo que retire ele de nossa atmosfera. Hoje está sendo estudado diversas tecnologias com este fim, porém nenhum ainda é viável para implantação

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Painéis solares com aerogerador ao fundo

Conheça os Impactos Ambientais da Energia Solar

Hoje já conseguimos encontrar grandes usinas de energia solar fotovoltaica pelo Brasil.
A matriz energética do Brasil possui 952 MW de potência instalada de energia solar, sendo 405 MW em geração distribuída.
Em comparação com as usinas de energia elétrica tradicional as usinas solares fotovoltaicas utilizam muito mais área.
Por este motivo o uso desta terra também deve ser escolhido com cautela, pois estamos trocando uma terra produtiva por geração de energia elétrica.
Outro ponto é a mudança do microclima do local onde estão as usinas solares fotovoltaicas.
Um estudo realizado em 2016 pela pesquisadora Alona Armstrong chegou a conclusão que a temperatura muda de acordo com a estação do ano.
No verão a temperatura cai em torno de 5,2°C e no inverno até 1,7°C, também afetando a umidade.
Mas por ainda ser uma tecnologia recente em comparação com as tradicionais, ainda não temos certeza de como vai afetar todo ambiente local.
Ainda não existem muito estudos neste aspecto, porém sabemos que é possível transformar estas terras improdutivas em produtivas.
Com a sombra que os painéis solares vão criar, é possível obter um solo mais úmido criando ambientes mais propícios para o cultivo.
Outro ponto que deve ser levado em consideração é a mudança da paisagem natural para uso das usinas solares.
E hoje já existem projetos que estão sendo construídos com imagens desejadas, como pandas ou diamantes.
Então pode ser considerado uma forma de utilizar este espaço de uma forma lúdica também.
Um impacto que quase não é considerado é o da liberação dos gases do efeito estufa.
Outro ponto é a instalação em telhados, onde é considerado um espaço morto.
Assim aproveitamos para diminuir a temperatura local e utilizar um espaço onde não é utilizado.

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Sustentabilidade pelas mãos cuidando da natureza

Sustentabilidade e a Energia Solar

Sustentabilidade e a Energia Solar Fotovoltaica Hoje vou falar um pouco sobre o termo tão conhecido: sustentabilidade e onde a energia solar se encaixa. Sustentabilidade é uma palavra que vem sendo quase obrigatória nas empresas nos dias de hoje. Empresas que não dizem ser sustentáveis, hoje não sobrevivem no mundo da informação. Mas você sabe se a empresa que você trabalha é sustentável? E sobre as empresas que prestam serviço para você ou as empresas que você compra seus produtos? Realmente são sustentáveis? Essas empresas são sustentáveis pontuais ou é algo contínuo? Bom é extremamente difícil saber se é ou não é e muitas vezes acreditamos no que vemos em propagandas. Eu acredito, e temos muitos exemplos de verdadeiras empresas sustentáveis, como a Apple, Natura, Honda e outras. Mas o que realmente significa sustentabilidade? Sustentabilidade é um conjunto de esforços e estratégias para que, neste caso, as empresas promovam um desenvolvimento sustentável. Para o desenvolvimento sustentável as empresas devem ser ecologicamente corretas, economicamente viáveis, socialmente justas e que promovam a diversidade. Para uma empresa ser ecologicamente sustentável ela deve conservar o meio ambiente, mantendo todo ecossistema em harmonia. No lado social, estas empresas devem promover o equilíbrio da sociedade, promovendo a diminuição da desigualdade e da violência. Já no âmbito econômico, as empresas devem ser lucrativas, respeitando todo lado humano e natural da empresa. Ou seja, para uma empresa realmente ser considerada sustentável ela deve atingir, no mínimo, estas três características. E onde surgiu este termo sustentabilidade? Este conceito teve início no século passado, na Confederação das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente em 1972. Conhecida como Conferência de Estocolmo, teve como principal discussão a degradação do meio ambiente e a poluição. 20 anos depois, na conhecida como ECO-92 ou RIO-92, foi de vez aceito o termo desenvolvimento sustentável. Desenvolvimento sustentável basicamente trata de um desenvolvimento a longo prazo sem esgotar todos os recursos naturais da humanidade. Nesta mesma conferência, foi criado a Agenda 21, onde estabelece a cooperação mundial para solucionar problemas socioambientais. As principais ações brasileiras eram para a inclusão social, preservação do meio ambiente, sustentabilidade urbana e rural e ética política. Em 2002 tivemos a Cúpula da Terra sobre o Desenvolvimento Sustentável que aconteceu em Joanesburgo, África do Sul. Neste encontro foi enfatizado estes comprometimentos e incluindo um maior envolvimento entre as três esferas: ambiental, social e econômica. Em 2012, o Rio+20, onde foi discutido o comprometimento político com o desenvolvimento sustentável. Neste ano a Dilma Roussef, presidente do Brasil, abriu com as seguintes palavras: “É possível fazer um país crescer respeitando o meio ambiente. Hoje, 20 anos depois da Rio-92, vamos dar um recomeço a este processo.” E toda vez que cita o respeito ao meio ambiente temos que lembrar sobre o protocolo de Quioto, 1997. Este protocolo é um compromisso entre 55 países que tem, por obrigação, diminuir os gases do efeito estufa em comparação aos níveis de 1990.  Em 2015 tivemos o Acordo de Paris que também tem por objetivo a diminuição dos gases do efeito estufa. Este também trata de manter a temperatura média global abaixo dos 2°C comparado aos níveis pré-industriais. Além da economia sustentável, surgiram diversos outros pensamentos como a economia solidárias, circular, criativa, regenerativa, colaborativa e outras. Talvez você ache interessante Por que investir em energia solar fotovoltaica? Read More Eficiência Energética Read More Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Read More Economia solidária É a economia que apoia o desenvolvimento local e que a atividade econômica é conduzida pela autogestão. Ou seja, todas as pessoas que trabalham são donos e são os trabalhadores ao mesmo tempo. Economia circular É a economia que olha toda a cadeia de produção. Do momento da extração até a reciclagem do produto. Toda vez que eu penso em economia circular eu me recordo dos tempos da faculdade, onde aprendi que nada se perde, tudo se transforma. Podemos dizer que é baseado no ciclo natural da vida, onde não existe nada que não possa ser reaproveitado. Economia criativa É a geração de valor baseado na experiência do cliente. Neste tipo de economia, além do produto ou serviço adquirido, é proporcionado um valor que não pode ser medido. Economia regenerativa Esta economia se baseia nos oito princípios: relacionamento, riqueza holística, inovação, participação, comunidade, diversidade, ciclo e equilíbrio. Além disso, é o sistema onde reconhece o valor que o sol e a Terra possuem como valores iniciais de toda cadeia produtiva. Economia colaborativa É fundamentado na divisão de bens e não no acumulo destes. É sobre o compartilhamento e a troca de bens e serviços. Para facilitar o entendimento, empresas como o Uber e Airbnb são empresas com este conceito. Além destas economias sustentáveis, cada qual com sua característica, temos os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. Objetivos de desenvolvimento sustentável, o que é isso? A ONU – Ogranização das Nações Unidas junto com mais 150 líderes determinaram 17 objetivos no ano de 2015. Estes 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), servem como um guia para estes países se tornarem mais igualitários. E como todo objetivo bom, o prazo estipulado para adotar todas estas medidas é até 2030. Os 17 ODS são: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares; Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável; Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades; Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas; Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos; Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos; Promover o crescimento econômico sustentado, incluso e sustentável, emprego pleno e trabalho decente para todos; Construir infraestrutura resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação; Reduzir a desigualdade dentro do país e entre eles; Tornar as cidades e os assentamentos

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