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Energia Elétrica

Blog posts relacionados a Energia Elétrica e a Energia Solar Fotovoltaica.

Tarifa Branca

Tarifa branca: Conheça os 3 horários e os 3 valores

Tarifa branca: 3 horários 3 valores 18/04/2021 Você sabia que dependendo do horário que você consumir sua energia elétrica o valor pode ser diferente? Essa é a Tarifa Branca. Hoje nossa conta de luz parece uma sopa de letrinhas e ainda mais com todas as siglas que não estamos acostumados. Pior que isso é entender o quanto a gente paga por cada unidade de energia consumida no nosso dia a dia. Para nós, clientes de baixa tensão, estamos acostumados a pagar a tarifa convencional. A tarifa convencional é aquela que o custo da energia é igual independente do horário que utilizamos a eletricidade. Já imaginou pagar a conta de luz baseado no horário que você consome sua energia elétrica? Essa é a Tarifa Branca, mas o que é exatamente a tarifa branca? A tarifa Branca é uma forma diferente de consumir energia elétrica. É um modo diferente de pagarmos nossa conta de luz. Hoje nossa conta de luz é indiferente do horário que consumimos a energia elétrica. Na Tarifa Branca ela é separada em 3 tipos, horário Fora da Ponta, Horário Intermediário e Horário Ponta. Fora Ponta é o horário que o consumo de energia elétrica é menos consumido. Intermediário é o horário que o consumo está começando a aumentar ou diminuir. E o horário na Ponta é o horário com maior consumo de energia elétrica. Complicado né? Vou facilitar um pouco para vocês. É como o horário de Rush do trânsito. As ruas representam a rede elétrica e os carros a eletricidade. No horário da Fora Ponta é quando temos poucos carros na rua, ou seja, pouco uso da eletricidade. No horário Intermediário é o horário que os carros começaram a ir para a rua, e no caso da eletricidade, é quando começa o maior uso da energia elétrica. E o horário da Ponta é quando tem a maior quantidade de carros na rua, horário de rush, e isso quer dizer que é o momento que mais pessoas estão utilizando energia elétrica. Descubra a Cooperativa Solar 100% de Energias Renováveis Economizar com Energia Solar Fotovoltaica E quais são estes horários? O Horário de Ponta são 3 horas consecutivas durante os dias da semana. Portanto se o horário de Ponta inicia as 17:00 ele termina as 20:00. O Horário Intermediário é referente a 1 hora antes e depois do horário de Ponta. Como no exemplo anterior, se o horário de Ponta começa as 17:00 e termina as 20:00. O Horário Intermediário começa às 16:00 e vai até as 17:00 e o segundo horário intermediário começa as 20:00 e termina as 21:00. E o horário Fora Ponta é o restante do horário, ou seja, são os horários das 21:00 até as 16:00 do dia seguinte. Lembrando que nos finais de semana e nos feriados nacionais o custo é sempre do valor da tarifa Fora Ponta. Os feriados nacionais contemplados são estes: Quem define o horário de ponta são as próprias distribuidoras de energia, mas no Brasil sempre existem aquelas exceções. No caso da ENEL-SP o horário da ponta começa as 17:30 e termina as 20:30. Se quiser conhecer o horário de ponta para a sua distribuidora, segue o link para o site da ANEEL. E vale a pena? Essa é uma pergunta um pouco complexa para responder em apenas um sim ou não. Como você já percebeu, o custo da energia elétrica vai variar de acordo com o horário. Portanto você deve analisar o quanto de energia você está consumindo no horário de ponta e nos restantes dos horários. Uma maneira de fazer isso é acompanhar o seu medidor de energia nestes horários. Como assim? No caso da Enel, onde o horário começa as 17:30, você anota os dados apresentados no medidor de energia. E ao final do horário de ponta, as 20:30, anota novamente este valor. Se possível também anotar o valor dos horários intermediários. Após algumas semanas fazendo este tipo de análise você vai conseguir determinar se vale ou não a pena fazer a alteração. Vamos a um exemplo prático? Como estou usando o exemplo da ENEL-SP vou continuar com este mesmo dado. A ENEL-SP determinou que o horário de ponto tem início as 17:30 com fim para as 20:30. Hoje o valor da tarifa de energia convencional da distribuidora é de R$ 0,534 por kWh (quilowatt-hora). Agora para a Tarifa Branca nós temos os seguintes valores. Horário Fora Ponta: R$ 0,448 por kWh (-16%) Horário Intermediário: R$ 0,653 por kWh (+22%) Horário Ponta: R$ 1,004 por kWh (+88%) Todos estes valores estão sem impostos, portanto o valor real pode ter uma pequena diferença. Mas como você pode ver a porcentagem de economia máxima é de 16%, neste caso. E caso a mudança seja realizada e for calculado de forma errada, a conta de luz pode subir até 88%. Para facilitar ainda mais que tal um exemplo? Se considerarmos um ar-condicionado ligado por 8 horas por dia durante 20 dias no mês. E a cada hora este ar-condicionado consome 3 kWh. Tarifa Branca (3 horários) Horário Ponta = 3 horas * 20 dias = 60 horas Horário Intermediário = 2 horas * 20 dias = 40 horas Horário Fora Ponta = 3 horas * 20 dias = 60 horas Horário Ponta = 60 horas * 3 kWh = 180 kWh/mês Horário Intermediário = 40 horas * 3 kWh = 120 kWh/mês Horário Fora Ponta = 60 horas * 3 kWh = 180 kWh/mês Horário Ponta = 180 kWh/mês * R$ 1,004 = R$ 180,72 Horário Intermediário = 120 kWh/mês * R$ 0,653 = R$ 78,36 Horário Fora Ponta = 180 kWh/mês * R$ 0,448 = R$ 80,64 Total no mês = R$ 339,72 Tarifa Branca (Fora Ponta) 8 horas * 20 dias = 160 horas por mês 160 horas * 3 kWh = 480 kWh / mês 480 kWh/mês * R$ 0,448 = R$ 215,04 Tarifa Convencional 8 horas * 20 dias = 160 horas por mês 160 horas * 3 kWh = 480 kWh / mês 480

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Bandeira Tarifária - Barragem de usina

Desmitificando as 3 cores da Bandeira Tarifária

Desmitificando as 3 cores da Bandeira Tarifária 11/04/2021 Ninguém entende direito como funciona a bandeira tarifária, mas sabemos que temos que pagar, certo? Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL , as bandeiras tarifárias servem para te ajudar a economizar. Você acredita nisso? Então não é pra gente pagar mais, eles sobem o custo da nossa energia para nos ajudar a economizar. Piada né? A bandeira tarifária teve início no ano de 2015. E foram escolhidas as cores iguais as cores dos semáforos para facilitar a nossa vida. Então as cores verde, amarela e vermelha são as cores que indicam o quanto de acréscimo vamos ter no valor da energia elétrica. É parece algo muito complicado, mas fica tranquilo, nós vamos te ajudar a entender a bandeira tarifária E por qual motivo as bandeiras tarifárias foram criadas? Bom como você já sabe, nossa matriz energética é relativamente renovável, ou seja, grande parte da geração de eletricidade é de fonte renovável. E a principal fonte de geração de energia elétrica vêm das grandes hidroelétricas, ou seja, a nossa energia elétrica vem de fontes hídricas. Teoricamente essa é uma das fontes de energia com menor custo de produção, porém isso não quer dizer que o custo da eletricidade que pagamos seja baixo. Essa fonte de geração hídrica corresponde a cerca de 63% de toda nossa matriz energética. Depois das hídricas, temos as térmicas são responsáveis por 22%, seguida pelas eólicas 11%. As outras fontes como solar (2%), Nuclear (1%) e outras fontes completam o restante dos tipos de geração de energia. E como grande parte da nossa eletricidade vem da fonte hídrica, nós ficamos reféns deste tipo de geração de energia. Por causa desta dependência estamos totalmente vulneráveis ao clima, ficamos dependentes do São Pedro. Se chove muito, podemos ficar mais tranquilos, porém se tem pouca chuva os reservatórios das hidrelétricas ficam com pouca água. Isso quer dizer que o nível de água dos reservatórios fica baixo.   E o nível das usinas podem ser classificados em estados mais ou menos críticos. Então quando o nível está baixo o nível é considerado crítico. E quando o nível de água está baixo para gerar a quantidade de energia elétrica necessária, precisamos acionar as usinas térmicas. As usinas térmicas servem de apoio para todo o sistema de geração de energia elétrica. Essas usinas só funcionam quando todas os outros tipos de energia não conseguem gerar energia elétrica suficiente. O grande problema é que estas usinas térmicas são extremamente poluentes e a energia elétrica gerada é caríssima. Para isso é realizado um cálculo com base em históricos meteorológicos para determinar a previsão de chuva e de água nos reservatórios. Quem realiza esse cálculo é a ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico e através dele é indicado a cor da bandeira tarifária. Então a ANEEL usa as bandeiras tarifárias para sinalizar para nós consumidores que a nossa matriz energética está vulnerável ao clima. Basicamente a bandeira serve para sinalizar para nós que eles precisam ligar usinas térmicas para suprir toda necessidade de eletricidade da população. Desmitificando as 3 cores da Bandeira Tarifária Posso Instalar Energia Solar para o meu Ar-Condicionad Energia Solar Como Estratégia de Negócio E como estão as condições dos reservatórios de água no Brasil nos dias de hoje? Hoje estamos passando por 4 meses de bandeira amarela (03/2021) e os nossos reservatórios estão desta forma Subsistema Sudeste/ Centro-Oeste – 35,16% Subsistema Sul – 62,84% Subsistema Nordeste – 67,95% Subsistema Norte – 78,37% E a nossa capacidade máxima de armazenamento de água é predominantemente maior na região Sudeste/Centro-Oeste. Subsistema Sudeste/ Centro-Oeste – 203.567,08 MW mês Subsistema Sul – 19.897,05 MW mês Subsistema Nordeste – 51.602,07 MW mês Subsistema Norte – 15.164,89 MW mês De acordo com estes dados vemos a grande diferença de potência entre os subsistemas. E o subsistema com maior capacidade de geração de energia está com o menor volume de água nos reservatórios. Além disso, estamos entrando no período de secas, portanto a ONS já está se precavendo para futuras necessidades. Hoje na bandeira amarela estamos no período de atenção, devemos tomar cuidado e ficarmos atentos com os níveis de água nos reservatórios. Eu sei que temos que pagar as bandeiras tarifárias, mas existe um valor pré-definido? Sim, existe e eu já vou explicar isso para você. A bandeira Verde é o melhor dos casos, temos reservatórios cheios ou com grande previsão de chuva nos reservatórios. Ah isso mesmo, a chuva precisa acontecer nos reservatórios e não na cidade. Com a bandeira verde nós não precisamos pagar nenhum acréscimo na nossa conta de luz. Quando nos é sinalizado a bandeira amarela nossa tarifa de energia sofre um acréscimo de R$ 0,01343 a cada quilowatt-hora (kWh). A bandeira vermelha é dividida em dois patamares, isso quer dizer que a situação está crítica ou muito crítica em nossos reservatórios. A bandeira Vermelha – Patamar 1 temos um acréscimo de R$ 0,04169 por quilowatt-hora (kWh). Para a bandeira Vermelha – Patamar 2 temos um acréscimo de R$ 0,06243 por quilowatt-hora (kWh). Esses valores não consideram os tributos, ou seja, sem ICMS e PIS/COFINS. E dependendo do estado o acréscimo com tributo pode chegar até R$ 0,10 por kWh. Acredito que você está se perguntando, posso fazer algo para fugir disso? Sim, existem duas possibilidades para fugir desse acréscimo tarifário. Fazer a dança da chuva. Gerar a própria energia elétrica. Já está dançando? Hehhe Nós que geramos a nossa própria energia além de economizar com o custo da nossa conta de luz, temos também esse benefício adicional. E uma das formas de gerar a nossa própria energia é com a energia solar fotovoltaica ou outras fontes de energia renovável. E isso só é possível por causa da Resolução Normativa 482. Se você ainda não conhece a energia solar fotovoltaica ou a resolução 482 vou deixar aqui 2 links para você se familiarizar mais com elas. E quem gera a própria energia não precisa pagar a bandeira tarifária sobre todo o consumo

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Bateria Tesla

Descubra a Bateria e o seu Impacto

Descubra a Bateria e o seu Impacto 3/02/2021 Com toda essa tecnologia em nossas mãos estamos cada vez mais dependentes das baterias dos nossos equipamentos eletrônicos.E você já reparou quantas vezes você falou estou sem bateria? Mas você, obviamente, não estava se referindo a você, mas sim ao seu celular?Além disso, quantas vezes você já trocou de celular e quantas vezes você deu o descarte correto das baterias do seu celular?Isso mostra nossa dependência de um equipamento eletrônico que depende de uma bateria para funcionar.E as baterias também estão chegando ao mercado de energia solar fotovoltaica.Como a energia solar fotovoltaica é uma energia intermitente, ou seja, não é constante a bateria faz um ótimo casamento com esta tecnologia.Então como podemos perceber o alcance dos equipamentos eletrônicos está cada vez maior e com isso geramos cada vez mais lixo eletrônico.Você já chegou a pensar nisso?Pensando nisso resolvi escrever sobre as baterias e o seu processo de reciclagem. Mas o que são pilhas e baterias? De forma bem resumida, a pilha é um dispositivo que gera energia elétrica a partir da energia química.E a bateria é um conjunto de pilhas ligadas em série e/ou paralelo entre si.E hoje existem dois tipos básicos de pilha, as não recarregáveis e as recarregáveis, ou também conhecidas como primárias e secundárias, respectivamente.E as pilhas podem conter diversos tipos de componentes químicos, como Cádmio-Níquel, Prata-Níquel, Manganês-Cobre-Zinco, Íon-lítio e de chumbo ácido.As baterias de Níquel-Cadmio são as baterias que tem memória. Lembram dessa história? Aqui já entrega a minha idade né…*** Que era necessário acabar com a bateria antes de recarregar novamente, senão ela iria gravar que teria que carregar antes da hora e assim diminuiria sua vida útil.Outro ponto é que a vida útil desta bateria era bem curta além de ser extremamente poluidora e de difícil descarte.As baterias de Íon-Lítio são aquelas em formato de moeda que são comumente utilizadas em relógios.E essas baterias de Íon-Lítio evoluíram para as baterias dos nossos celulares.As baterias de Íon-Lítio possuem uma capacidade de armazenamento de energia 3x maior que as de Níquel-Cádmio e não contam com o efeito memória.O grande perigo desta bateria é o calor, pois elas são bem sensíveis a ele.Como você já deve ter visto, tivemos alguns eventos trágicos relacionados a explosões de celulares.Também temos a bateria de Íon-Polímero ou Lítio-Polímeros que também são baterias de Lítio.A vantagem é que são menores e mais flexíveis, porém são mais caras que a de Ion-Lítio.Outra bateria bem comum de encontrar é a bateria de Chumbo-Ácido que são aquelas utilizadas em automóveis e indústrias.No mercado de Energia Solar Fotovoltaico as baterias mais utilizadas são as baterias de Chumbo-Ácido e as de Íon-Lítio.Hoje existem diversas empresas e universidades pesquisando novas formas de armazenamento de energia.O intuito é sempre diminuir o custo, aumentar a capacidade de armazenamento e utilizar materiais mais abundantes na natureza.Para se ter uma ideia foi instalado na Austrália, pela TESLA, o maior banco de baterias de Íon-Lítio do mundo.É um banco de baterias com a capacidade de 100 MW de potência, ela pode alimentar 30 mil casas por uma hora sem nenhum tipo de ajuda de geração de energia. Você sabe de onde vem a energia elétrica? Você sabe de onde vem a energia elétrica? Hoje vamos… 100% de Energias Renováveis 100 % de Energias Renováveis Agora que já sabemos como… Por que investir em energia solar fotovoltaica? Por que investir em energia solar fotovoltaica? 08/11/2020 Um tempo… E o que esperar do futuro das baterias? Hoje existem diversos estudos sobre baterias acontecendo pelo mundo todo e aqui vou trazer algumas que são bem promissoras.A Bateria Lítio-Enxofre é a próxima que está por vir, e promete ser até 4x melhor que a de Íon-Lítio e muito menos poluidora.Outra bateria que está sendo desenvolvida são baterias de nano cabos de ouro cobertos por um gel de eletrólitos.Esta bateria foi testada e já passou por mais de 200 mil ciclos e só perdeu 5% da sua carga total.Porém ela está bem longe de chegar a virar popular, pois como a bateria é feita de ouro ela é extremamente cara. Mas o que acontece depois do uso destas baterias? Provavelmente você já deve ter escutado que o descarte incorreto de pilhas e baterias é extremamente prejudicial para o meio ambiente. O descarte incorreto é tão prejudicial, pois contém diversos materiais que se associam de forma fácil a compostos orgânicos. Os materiais contidos em pilhas como chumbo, cádmio, mercúrio, lítio, zinco, prata e diversos outros metais são extremamente tóxicos. Quando esses componentes são descartados de forma incorreta leva a poluição do solo, rios, lagos, lençóis freáticos e até a poluição atmosférica. E se estes metais estão na água, eles podem chegar até nós e causar danos ao nosso cérebro, pulmões, fígado, rins e até no sangue. E optando pelo descarte correto nós encontramos muitas vantagens no reaproveitamento destes materiais. Primeiro que nós deixamos de extrair recursos não renováveis da natureza. Segundo, quando descartado de forma correta não tem impacto negativo no meio ambiente Terceiro, impactamos de forma positiva a sociedade gerando mão de obra para uma infinidade de trabalhadores. Além disso, gera interesse financeiro para desenvolver novas pesquisas e libera “espaço” nos aterros sanitários. O Brasil foi o primeiro país da América Latina a definir regras para o descarte correto das pilhas através da Resolução CONAMA n 257 de 1999. Na verdade, a CONAMA 257 traz limites de metais pesados contidas nas pilhas e baterias. Em 2008 tivemos a atualização da resolução com a CONAMA 401 e essa atualização ocorreu devido a evolução de técnicas e processos mais limpos. Ainda é uma Resolução muito ampla que não especifica todos os tipos de pilhas e baterias e isso traz muita desinformação sobre o tema. Em 2010 tivemos a Política Nacional de Resíduos Sólidos que é a Lei n 12.305, de 2 de Agosto de 2010. Nesta lei a grande diferença é que ela traz o conceito de responsabilidade compartilhada e não apenas de uma parte ou de outra. Um dos grandes

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Inversor Fotovoltaico

Inversor Fotovoltaico

Conheça as diferenças entre os Inversores Fotovoltaicos 02/02/2021 Todo sistema solar fotovoltaico é composto pelos mesmos componentes. Módulos fotovoltaicos, inversor, estrutura de fixação. string box, cabos elétricos, sistemas de proteção e diversos outros equipamentos. E os sistemas podem ser On-Grid, Off-Grid ou híbrido, mas independentemente do tipo de conexão, todos contam os mesmos equipamentos. O Off-Grid e o híbrido possuem um equipamento a mais, um banco de baterias. E o que significa On-Grid, Off-Grid ou Híbrido? On-Grid é quando o sistema está conectado na rede, Off-Grid é quando você tem um sistema isolada da rede de distribuição de energia. E o híbrido é quando você está conectado na rede elétrica e mesmo assim possui um banco de bateria. E uma coisa que todos sabemos é o quanto a energia solar fotovoltaica nos ajuda a economizar na nossa conta de luz.  Mais do que isso, sabemos o quanto a energia solar é socialmente justa e uma das fontes de energia menos poluentes do mundo. E um dos principais equipamentos que temos no sistema solar fotovoltaico é o inversor e pouco é falado sobre ele. A maior quantidade de informação que encontramos são sobre os módulos fotovoltaicos. E os inversores, são responsáveis pelo que? O inversor solar é responsável por converter a energia elétrica gerada pelos módulos fotovoltaicos. Ela converte a energia elétrica de corrente contínua (CC) para corrente alternada (CA), que é a energia que chega na nossa tomada. E todos os inversores possui essa mesma função, de deixar a energia elétrica gerada nos módulos fotovoltaicos própria para consumo. Hoje vou falar dos inversores que estão conectados na rede elétrica, por ser o mais utilizado nos dias de hoje. Os inversores conectados na rede elétrica possuem algumas funções a mais. Eles são responsáveis por garantir a segurança de todo sistema e o monitoramento da rede elétrica. Esse tipo de inversor faz a leitura da rede elétrica e a geração de energia dos módulos fotovoltaicos ficam na mesma frequência que a energia da rede elétrica. Veículos Elétricos Historia da Energia Solar Fotovoltaica Tudo que precisa saber sobre Energia Solar Fotovoltaica​ Mas você sabia que existem 3 categorias de inversores? ` Sim, existem 3 tipos de inversores: inversores string ou tradicionais, os micros inversores e inversores com otimizadores de potência. Agora vamos para as características de cada um. Inversor String ou tradicional Um inversor String é o inversor mais comuns instalado nos dias de hoje e foi a tecnologia que iniciou no mercado de inversores. Estes inversores funcionam com uma quantidade definida de módulos fotovoltaicos ligados em série. Isso quer dizer, uma sequência de módulos ligadas entre si, que também é conhecido como String. Por isso se chama inversor string.   E para alcançar a máxima geração existe uma tecnologia chamada MPPT – Maximum Power Point Tracking. O MPPT serve para maximizar o máximo de geração de energia que, nesse caso, a string pode gerar. Para simplificar é como se cada MPPT fosse um inversor diferente, desta forma aumenta as possibilidades de projetos. Os inversores de String podem possuir mais de um MPPT que trabalham de forma independentes. Micro Inversor A evolução dos inversores tradicionais são os micros inversores. Hoje, são os mais instalados no mercado americano. Este tipo de inversor não precisa de uma série de módulos fotovoltaicos conectados em série. É como se tivesse um inversor para cada módulo. A princípio era um micro inversor para cada módulo fotovoltaico, porém esse alto custo inviabilizava os projetos fotovoltaicos Hoje o mais comum e com melhor custo-benefício são os micros inversores para cada 4 módulos fotovoltaicos. E cada micro inversor pode possuir de 2 ou 4 MPPTs e isso torna os módulos muito mais independentes. E como os módulos fotovoltaicos são independentes, o sistema solar fotovoltaico apresenta melhor resultado. E isso acontece porque os efeitos negativos nos módulos acontecem de forma individual e não de uma string inteira. Inversores com otimizadores de potência Que são várias unidades consumidoras de mesma titularidade compartilham as centrais geradoras. E como no caso anterior as unidades consumidoras devem estar na área da mesma distribuidora de energia elétrica. No caso da EMUC e da geração compartilhada é necessário um termo jurídico para garantir a legalidade do compromisso entre os integrantes. E onde entra o sistema de compensação de energia? E esta também é a melhoria dos inversores tradicionais. Os inversores tradicionais possuem todo o seu sistema elétrico embutido em um único local, no inversor. Esse tipo de tecnologia dividiu o inversor tradicional em 2 partes e isso tornou o sistema muito mais inteligente. Essa tecnologia uniu o melhor dos dois anteriores, separou em otimizadores de potência e inversor. Vamos começar pelo inversor, que continua sendo responsável por transformar a corrente contínua em corrente alternada. E faz a leitura da rede de distribuição de energia, ou seja, coloca a energia na mesma frequência da rede elétrica. Já os otimizadores de potência são os MPPTs e toda segurança do sistema solar fotovoltaico. Os otimizadores conseguem tornar os módulos fotovoltaicos independentes mesmo utilizando um grande inversor. E quais as vantagens entre eles? Onde eu realmente vejo as maiores vantagens dos micros inversores e dos inversores com otimizadores em relação aos inversores tradicionais são: Segurança Controle Qualidade Longo prazo Vida útil E a maior vantagem do inversor tradicional é o preço e possuem uma leve eficiência maior que os outros dois. Para facilitar o entendimento, nós criamos esse infográfico abaixo comparando os 3 tipos de inversores. Quer o seu infográfico, preencha o formulário abaixo e receba por e-mail. Nome completo* E-mail* Telefone* Enviar Marketing por E o que é mais importante na escolha de um inversor fotovoltaico? Aqui não tem resposta certa, pois vai depender de diversos fatores para definir qual o melhor tipo de inversor. Deve ser levado em consideração o custo, facilidade de manutenção, garantia, sombreamento, possibilidade de ampliação e a eficiência. Na minha casa eu instalei um sistema com microinversores, e aqui vou listar os motivos da minha escolha. Maior garantia Versatilidade A longo prazo, o custo compensa

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12 vilões da energia elétrica

12 vilões da energia elétrica

Os 12 vilões da energia elétrica 24/01/2021 A cada dia que passa a tecnologia tem evoluído muito e está cada dia mais acessível para toda população. E a tecnologia está cada vez mais conectada, tanto na forma digital quanto na forma elétrica e novos vilões da energia elétrica surgem no nosso dia a dia. Se começarmos a pensar, muitas coisas que nossos avós, mesmo nossos pais faziam de forma manual, hoje está sendo feito por alguma máquina. E com esse aumento de aparelhos ligados na tomada, de forma automática a nossa conta de luz está aumentando. Mas não temos como negar que toda essa tecnologia nos ajuda muito a ter uma vida melhor. Toda essa tecnologia nos ajuda a gastar mais tempo com coisas que realmente importa para nós. Ou até mesmo proporcionar uma qualidade de vida melhor para todos nós. Outro ponto que não temos como negar é que toda vez que chega à conta de luz temos um receio em abri-la. Ainda mais nos dias que estamos vivendo, com aumentos constantes, bandeiras tarifárias que pioram ainda mais a situação. A conta Covid que está para chegar e  os vilões da energia elétrica sempre vão estar presentes na nossa vida. A melhor forma de controlarmos a conta de luz é saber de onde está o nosso maior gasto com energia elétrica. Existe uma forma bem simples de calcular o nosso consumo de energia elétrica. A fórmula é saber a potência do aparelho eletrônico e multiplicar pelo número de horas que é utilizado o equipamento. Com este cálculo simples nos descobrimos os vilões de energia elétrica e também entendemos como reduzir nossa conta de luz. E tudo isso está diretamente relacionado a eficiência energética de todos equipamentos que possuímos. Vou mostrar numa lista os 12 vilões de energia elétrica. Chuveiro elétrico Hoje os chuveiros mais comuns que encontramos a venda possuem uma potência entre 5.500 Watts (W) até 7.800 W. Se considerarmos o uso do chuveiro em médio por 1h30 por dia, ou seja, 45 horas por mês. Com este uso nós obtemos um consumo aproximado de 300 kWh por mês. Para diminuir o consumo de energia deste aparelho nós temos duas recomendações. Evitar utilizar o aparelho em potência máxima e outro é diminuir o tempo durante o banho. Essas duas ações podem ajudar muito a diminuir o gasto com energia elétrica do nosso maior vilão de energia elétrica. Ar Condicionado Como é bom trabalhar ou morar em um ambiente com a temperatura amena. Porém para conseguirmos isso de forma artificial temos que utilizar o ar condicionado. Se considerarmos um espaço de 9 metros quadrados é recomendado o uso de um ar condicionado de 9.000 BTUs. BTU significa British Thermal Unit e representa a capacidade térmica do aparelho. Os 9.000 BTU equivale a 2.637 W. Então se considerarmos o uso de aproximadamente 6 horas por dia, nosso consumo é de 450 kWh todo mês. Fogão elétrico (Cooktop) O fogão elétrico de 4 bocas tem uma potência máxima de 6.000 W, isso quer dizer que se ligado as 4 bocas vamos utilizar toda a potência. Estes fogões contam com 2 queimadores de 1.800 W outros 2 de 1.600 W. Para efeito de cálculo vou considerar que utilizamos o fogão com sua potência máximo por aproximadamente 2 horas pode dia. Com estas premissas temos um consumo aproximado de 360 kWh todos os meses Forno elétrico Fornos elétricos vão ser cada vez mais comuns nas casas nos próximos anos por vários motivos. Hoje estamos vivendo uma época em que o gás está cada dia mais caro então podemos começar a pensar nessa troca. Além disso, os fogões elétricos possuem um controle muito maior na temperatura interna e isso influencia muito na hora do preparo. E a potência média de um forno com 2 prateleiras é de 1860 W. E o mesmo cálculo utilizado para o fogão elétrico, podemos utilizar aqui, considerando um uso de 2 horas por dia. Parece muito, mas lembre-se é uma média, pois tem dia que usamos por muito mais tempo e outros quase não usamos. Então considerando esses valores temos um consumo aproximado de 111 kWh por mês. Aquecedores de ambiente Hoje existem diversos tamanhos de aquecedores de ambiente e com isso também diversas potências. Considerando um aquecedor de ambiente médio de 1.500 W. E utilizando este aquecedor por 6 horas por dia alcançamos um consumo médio de 2270 kWh por mês. Sustentabilidade e a Energia Solar Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica Economizar com Energia Solar Fotovoltaica Cafeteira As cafeteiras estão cada dia mais comuns em nossas residências e elas fazem parte do nosso cotidiano. Uma cafeteira tradicional possui uma potência média de 500 W. Então se utilizarmos por 1 hora todos os dias, para manter o café aquecido, temos um consumo de 15 kWh por mês. Geladeira A geladeira é um utensílio quase essencial nos dias de hoje, e possui um consumo relativamente baixo. Digo relativamente baixo, pois ela fica 100% do tempo ligado na tomada e o gasto é baixo comparado a outros aparelhos. O grande problema da geladeira é ficarmos abrindo e fechando a porta o tempo todo. Mas se considerarmos um uso padrão da geladeira ela é responsável rro aproximadamente 60 kWh todo mês. Ferro de passar O mesmo que o secador de cabelo, podemos falar sobre o ferro de passar. Por isso uma dica importante para o ferro de passar é junte o máximo de roupas que for possível e passe tudo de uma vez. E na última peça, tire o ferro da tomada e passe com o ferro desligado. Essas pequenas dicas podem ajudar na conta de luz no final do mês. Hoje um ferro tradicional tem uma potência de 1.200 W e se utilizado por 15h por mês equivale a um consumo de 18 kWh por mês. Secador de cabelo Não se deixe enganar, o secador de cabelo pode ser um grande vilão na nossa conta de luz. O secador de cabelo tem uma potência de 2.000 W.

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Por que investir em energia solar fotovoltaica?

Por que investir em energia solar fotovoltaica? 08/11/2020 Um tempo atrás eu escrevi uma matéria sobre por que não investir em energia solar fotovoltaica. Foi uma matéria que eu trouxe os principais motivos que a energia solar fotovoltaica não compensa. Ai eu fiquei pensando, eu já escrevi sobre por que vale a pena investir em energia solar fotovoltaica? E cheguei na resposta que NÃO, eu ainda não escrevi um específico sobre este assunto. E hoje com mais de 321.000 sistemas solares fotovoltaicos instalados em todo o Brasil. Fica até redundante escrever sobre isso, mas se pensar na escala Brasil, ainda sim vale muito a pena compartilhar esta informação. Na região metropolitana de São Paulo nós temos em torno de 2.500 unidades geradoras de energia solar fotovoltaica. Se for pensar ainda é muito pouco em relação ao tamanho de consumidores existentes na cidade de São Paulo. Então ainda é uma tecnologia que tem tudo para continuar crescendo como nos últimos anos. E temos a grande vantagem de morarmos em um dos países com o melhor recurso solar do planeta. Ah e já vou adiantar, aqui você não vai encontrar apenas a parte financeira como outros tantos que só falam disso. Se quiser ver apenas essa pequena parte, rola bem pra baixo que você chega lá. E para falar sobre os motivos de utilizar a energia solar fotovoltaica eu vou separar em 3 aspectos, Ambiental, Social e Financeiro. Quais os benefícios ambientais? Antes de falar do aspecto ambiental eu preciso contextualizar um pouco como a geração de energia impacta em nossa sociedade. Hoje cerca de 25% de todo gás do efeito estufa que emitimos está relacionado a geração de energia. E toda essa emissão é de grande parte da geração através do carvão e das fontes fósseis. A energia Solar fotovoltaica evitou mais de 630 mil toneladas de CO2 e isso equivale ao trabalho de mais de 4.578.000 árvores. E em 2016, só no Brasil, tivemos mais de 44.000 mortes devido a poluição atmosférica, segundo o PNAD. Quer saber um pouco mais sobre esse lado, eu escrevi um artigo específico sobre as mudanças climáticas. Portanto podemos perceber o quanto a geração de energia por fontes não renováveis prejudicam a nossa saúde. Além desta parte os módulos fotovoltaicos tem como componente principal o silício, que não é um bem renovável. Portanto é um bem finito, ou seja, não se renova em um curto espaço de tempo. Com o avanço da tecnologia os módulos fotovoltaicos possuem uma taxa de reciclabilidade de 96%. Outro ponto interessante são os IPTUs verde. Estes são benefícios municipais para imóveis relacionados a redução de recursos naturais. Na cidade de São Paulo o IPTU verde está tramitando faz mais de 2 anos e ainda não foi votado. Em Guarulhos e diversas cidades do ABC já possuem o IPTU verde, por exemplo. E ele pode chegar numa economia de até 50% no valor do IPTU. Você sabe como funciona a energia solar fotovoltaica? Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Você sabe de onde vem a energia elétrica? Qual o ganho social com o investimento em energia solar fotovoltaico? O setor de energia solar fotovoltaica está entre as fontes de geração de energia que mais empregam no mundo. O Brasil está entre os 8 países que mais possuem trabalhadores no setor de energia solar fotovoltaica. Só para se ter uma ideia foram criados mais de 90 empregos por dia relacionados à energia renovável. Outro ponto importante é que a cada 1 dólar investido em energia limpa e renovável existe um retorno positivo na sociedade. Este retorno positivo está dividido entre custos evitados e devolvidos para a sociedade. São aproximados 8 dólares evitados em custo com energia, mudança climática e poluição e 3 dólares devolvidos para a sociedade. E como isso acontece? A geração de emprego gera imposto que retorna para a sociedade e o dinheiro economizado na conta de luz retorna no movimento da economia. Diminuir a quantidade de grandes usinas geradoras de energia reduz um gasto enorme com a construção destas usinas. E como eu já trouxe no ponto anterior, apenas com energia solar foram evitadas mais de 630 mil toneladas de gases do efeito estufa. E também temos o grande benefício de diminuir a perda da energia gerada nas grandes usinas. Pois quando geramos a energia elétrica próximo do local que vai consumir a energia, evitamos todo o transporte dessa energia. E o lado financeiro? A energia solar fotovoltaica é um sistema que vai gerar energia elétrica através da radiação solar. E você vai utilizar a energia elétrica que você mesmo gerou. Ah, mas eu não consumo energia durante o dia, apenas no período noturno. Sem problemas, essa energia gerada vai ser “doada” para a distribuidora de energia. E depois você vai utilizar todo o crédito relacionado a toda energia elétrica que você gerou. Então você que gasta aproximadamente R$ 350,00 por mês vai economizar até R$ 3.720,00 por ano. E como os módulos fotovoltaicos possuem uma garantia de eficiência por pelo menos 25 anos, o total pode ser mais de R$ 93.000. E este valor eu não estou nem considerando os aumentos durante os 25 anos. Quer saber quanto vai economizar se eu considerar o aumento médio dos últimos 20 anos? R$ 409.000,00 é não se assuste. Mas pode chegar a isso mesmo daqui a 25 anos. E se compararmos com outros investimentos de renda fixa, como a poupança, CDB e o Tesouro Direto. Só para você ter uma ideia o rendimento da poupança neste ano de 2020 está aproximadamente 1,58% ao ano. O CDB está com um rendimento de 4,06% e o Tesouro Direto com um rendimento de 7,37% ao ano. Já com a energia solar fotovoltaica você chega a ter um rendimento de 20% por ano. Se quiser conhecer mais sobre essa comparação clique aqui. Outro grande ponto interessante é que você foge dos aumentos de preço do monopólio das distribuidoras de energia elétrica. E fica longe de um aumento por causa das bandeiras tarifárias que

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Módulos fotovoltaicos instalados em um telhado

Ganhe dinheiro alugando o seu telhado

Ganhe dinheiro alugando o seu telhado 29/10/2020 A energia solar fotovoltaica é uma energia realmente única. Ela é uma das únicas fontes de geração de energia que é possível gerar em quase todos os locais do planeta. Além disso, com ela é possível diversificar e trabalhar com vários modelos de negócios diferentes. Você sabia que a energia solar fotovoltaica é a energia que mais tem crescido nos últimos anos? Só para se ter uma ideia, de todo investimento realizado em energia elétrica no ano de 2019, 41% foi feito em energia renovável. No Brasil, no ano de 2018 tivemos cerca de 35.483 usinas instaladas e em 2019 chegamos a 120.504. Grande crescimento, não é mesmo? Hoje no Brasil nós temos mais de 3.800.000,00 kW de potência instalada só de energia solar fotovoltaica na geração distribuída. Mas todo esse montante não representa nem 1% de toda energia elétrica gerada no Brasil. Então, como podemos perceber, ainda temos um longo caminho para percorrer e transformar nossa matriz energética. Algo que poucos sabem, é a possibilidade de você conseguir alugar o seu telhado para outras pessoas. Mas antes de mais nada você precisa entender como funciona a energia solar fotovoltaica. De forma bem simples, a energia solar fotovoltaica funciona por causa do efeito fotovoltaico. A radiação solar chega nos módulos fotovoltaicos que transforma a energia da radiação do sol em energia elétrica. Essa energia elétrica gerada vai para um inversor que converte a energia de corrente contínua para corrente alternada. E neste momento nós consumimos a energia ou ela é cedida de forma gratuita para a distribuidora. Neste último caso, essa eletricidade cedida entra como crédito para você consumir nos próximos 60 meses. Se quiser conhecer tudo que você precisa saber sobre energia solar fotovoltaica, clique aqui. E esse setor é regulado pela resolução normativa 482, com outras duas atualizações. Nestas resoluções normativas traz 2 categorias microgeração distribuída e minigeração distribuída. A grande diferença é que na microgeração a potência máxima instalada é até 75 kWp e na minigeração são as usinas acima dos 75 kWp. Depois disso ele traz 4 modalidades para instalar o seu sistema solar fotovoltaico. Geração Junto a carga Como o próprio nome diz, é você ter o seu próprio sistema de geração no local que vai consumir essa energia gerada. Empreendimentos com Múltiplas Unidades Consumidoras Esta modalidade é gerar energia no próprio local que vai consumir a energia gerada, porém por diversas pessoas. Geração Remota É a possibilidade de você gerar energia em um local e consumir em diversos local, porém todos as unidades consumidoras devem ser do mesmo CPF ou CNPJ. Geração Compartilhada Aqui é onde uma usina pode fornecer energia elétrica para diversas CPFs ou CNPJs em diversos locais. Porém todos devem estar conectados na mesma distribuidora. O modelo de negócio trabalhado com aluguel de telhado é o da modalidade de geração compartilhada. Inversor Fotovoltaico Eficiência Energética Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Como funciona? Nesta modalidade podemos considerar 3 grandes nomes. O investidor, o locatário e o consumidor final. O investidor é aquele que vai fazer o aporte financeiro, ou seja, é ele que vai investir no sistema solar fotovoltaico. Lembrando que não é o investidor, pode ser a investidora, as investidoras ou os investidores. E esse pode ser até mesmo o dono do local que está alugando o terreno, que no caso para ele é um benefício em dobro. Que também pode ser o próprio Consumidor, que não tem espaço para instalar e usufruir da energia solar fotovoltaica. O locatário é o indivíduo que tem uma área disponível para fazer a instalação do sistema solar fotovoltaico. Neste caso pode ser uma grande área no chão, laje, telhado, galpões e diversos outras grandes áreas disponíveis. E por último, mas o mais importante, o Consumidor final. É ele que vai alugar o sistema solar fotovoltaico do investidor. Quando tratamos de geração compartilhada é preciso criar uma cooperativa ou um consórcio. Se quiser saber a grande diferença e como funciona, temos uma matéria escrita apenas sobre cooperativa solar. Mas como realmente funciona? Vai ser desenvolvido uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), é uma empresa com um objetivo bem específico. Que neste caso vai ser a geração de energia e a distribuição desta energia elétrica gerada. O próximo passo é instalar o sistema solar fotovoltaico na área concedida ou alugada. Após o comissionamento da distribuidora a usina solar fotovoltaica entra em operação. E agora toda a energia gerada vai ser distribuída entre todos os cooperados ou consorciados. E é possível distribuir este montante de energia em qualquer proporção. Como assim? Vamos imaginar que temos 20 cooperados e a distribuição não precisa ser de 5% para cada integrante. Pode ser 10% pra um 2% pra outro, 30% para outro e assim por diante. E como eu posso alugar o meu telhado? Como dito no começo desta matéria a energia solar fotovoltaica funciona através do efeito fotovoltaico. E este efeito acontece no contato com a radiação solar. Portanto o local ideia são aqueles que não possuem nenhum tipo de sombra. E eu digo nenhum mesmo, pois uma antena pode diminuir toda geração de energia. Existe também outra possibilidade de aluguel de telhado, quando o investidor é o próprio Consumidor. Que é a geração remota, pois o Consumidor vai buscar um local para instalar o próprio sistema solar fotovoltaico. Então neste caso a consumidora de energia elétrica que mora em um apartamento e não tem área para instalar o seu próprio sistema solar fotovoltaico. Ela pode alugar o telhado de outra pessoa e gerar a própria energia elétrica. Isso não é muito demais? Além de toda essa mobilidade energética ela traz enormes benefícios ambientais e sociais. Se você tem um telhado e quer alugá-lo, clique no botão abaixo. Quero alugar meu telhado Se você quer gerar a própria energia, mas não tem espaço, clique no botão abaixo. Preciso de um telhado Guia Prático Sobre Energia Solar Fotovoltaica Conheça as principais características sobre a geração de energia solar fotovoltaica, como

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Destaque da classificação de eficiência energética de A a E. com uma casa ao fundo.

Eficiência Energética

Eficiência Energética 20/10/2020 Aqui no Brasil pouco é feito e falado em relação a eficiência energética. Em uma declaração dada pela ABESCO – Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia – temos uma perda de 12% em energia. Essa perda está diretamente ligada a processos, equipamentos, hábitos de consumo ineficiente e diversos outros fatores. E esse desperdício de energia resulta em um prejuízo de aproximadamente R$ 30 bilhões por ano. Esses R$ 30 bilhões estão influenciando diretamente nós consumidores e o governo.  Hoje no Brasil nosso consumo de energia pode ser dividido em 6 áreas: transporte, indústria, energia, residencial, comercial e agropecuário. O setor de transportes é responsável por 34,8% e o da industrial de 33,8% já o 31,4% estão distribuídos entre as outras áreas. Por curiosidade o consumo de energia no setor energético é de 11,2%, residencial de 10,6%, comercial de 5,2% e agropecuário com o restante de 4,4%. Além disso, eficiência energética está diretamente ligado a ações de sustentabilidade. Principalmente quando analisamos todos impactos causados por todos recursos do nosso dia a dia. Mas para começar, o que é Eficiência Energética? De forma bem resumida e clara é fazer mais com menos energia. São ações que visam melhorar todo nosso uso das fontes de energia e água, ou seja, buscar o mesmo resultado gastando menos energia. E neste ponto, cada um de nós pode fazer grande diferença, como buscar equipamentos mais eficientes. E se pensarmos cada dia mais tudo que utilizamos é ligado a alguma fonte de energia.   Ações como a troca de lâmpadas por Led são ações relacionadas a eficiência energética. E por que é melhor trocar para LED? Uma lâmpada tipo LED de 7W tem o mesmo nível de luminosidade que uma lâmpada incandescente de 60 W. Ou seja, economia de 53 Watts por hora ou quase 90% de economia apenas com a troca dessa lâmpada. Além disto, a vida útil do LED é 50 vezes maior e o calor que é transferido para o ambiente também é menor. Com isso também gastaremos menos energia com a climatização do ambiente e consequentemente obtém uma economia financeira ainda maior. Outro fator importante são os motores que utilizamos, é estimado que cerca de 70% da energia elétrica da indústria é consumida no motor. Então rever se ainda existe a necessidade de possuir o motor com essa mesma potência e/ou buscar equipamentos mais eficientes. Hoje já temos motores de alta eficiência que trazem uma economia em torno de 20% a 30% em comparação a um motor tradicional. Outro ponto que está conectado a todos os setores é o setor de climatização. Um retrofit (troca de um equipamento antigo por um novo) pode trazer uma economia de até 50% no custo com energia elétrica. Isso sem considerar custos de manutenção do equipamento. Outro ponto interessante a considerar é a proximidade em que os insumos estão sendo gerados. Se utilizarmos insumos gerados em Manaus e consumirmos em São Paulo temos um grande gasto energético envolvido. Temos o próprio custo energético industrial, transporte, tempo, financeiro e um maior risco embutido em todo o ciclo. Um bom jeito de saber quais equipamentos são mais eficientes que outros é o próprio programa criado pelo governo. Por não termos conhecimento técnico de todos equipamentos que vamos utilizar em nosso dia a dia o Inmetro criou o PBE. Para quem não sabe o PBE é o programa brasileiro de etiquetagem. Esse programa é aquele selo, que encontramos nas geladeiras, que vai de A até E, sendo A mais eficiente e E menos eficiente. Então se optarmos por equipamentos do grupo A de eficiência energética vamos trazer diversos benefícios para nós. Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor 5 Mitos e Verdades da Energia Solar Fotovoltaica Quais os impactos da falta de eficiência energética? Financeiro, o mais óbvio de todos, pois com toda a economia possível citada fica bem claro que impacta diretamente o seu bolso. Recursos naturais com a eficiência energética utilizamos todos os insumos de forma a obter o maior valor deste recurso natural. E desta forma gastamos muito menos recursos naturais. Infraestrutura, pois se não pensarmos de modo eficiente, existe a necessidade de construir mais linhas de transmissão e rodovias. E todo esse custo com certeza vai sair do nosso bolso. Socialmente, se considerarmos o cenário do cumprimento das metas do acordo de Paris para eficiência energética. Existe uma perspectiva de gerar em torno de 1.277.663 novos empregos diretos e indiretos até 2030. Portanto a eficiência energética tem grandes impactos diretos e indiretos em nossa vida. E como posso ser mais eficiente energeticamente? Sempre que esta pergunta me vem à cabeça me surge uma pergunta também “Qual a energia mais cara que utilizamos?” E a resposta que eu sempre encontro é aquela que geramos e não utilizamos. Por isso ter em mente que utilizar toda energia e não gerar desperdício é o princípio da eficiência energética. Agora vou citar 10 ações que podem ser realizadas para reduzir nosso consumo energético. Modernização dos equipamentos e materiais Melhorar e/ou aperfeiçoar um processo produtivo Utilização de técnicas de reuso, captação de água pluviais, instalação de terminais redutores Pesquisa para autoprodução de insumos Substituição de dispositivos de iluminação por outros materiais mais eficientes; Utilização de sistemas de automação, possibilitando maior produtividade, otimização de processo, comunicação entre equipamentos; Maior precisão no controle de dados e aumento da qualidade; Utilização de iluminação natural Reaproveitamento de energia em dissipação, como o uso da energia térmica de motores para aquecimento de água. Substituição da energia elétrica por energia solar fotovoltaica. E de bônus vamos citar uma que acreditamos ser muito importante para todas as outras 10 ações funcionarem. A mudança de comportamento. Este é um item que quase ninguém se preocupa, mas é ele que vai levar todos os outros ao sucesso. É uma simples mudança de processo e mudança no comportamento pode resultar enormes benefícios. E uma das mudanças que gostamos de trabalhar é a ideia de prosumidor. Que é

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Energia Solar Fotovoltaica

Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor

Energia Solar Fotovoltaica a nosso favor Hoje escutamos muito sobre as mudanças climáticas serem o grande bicho papão e todo mal que estamos causando no mundo. Será que isso é verdade? Bom para início de conversa temos que entender o que é o efeito estufa para falar sobre o aquecimento global. O efeito estufa é um efeito natural da Terra e que sem ela nós, provavelmente, não estaríamos por aqui. O efeito estufa é responsável por manter nosso planeta aquecido e com isso atingirmos temperaturas para nossa sobrevivência. Esse calor vem da radiação solar, onde uma parte é refletida e outra parte entra em nossa atmosfera. A parte que entra é absorvida e outra é refletiva pela superfície terrestre. E a camada de efeito estufa retém uma parte da refletida pela superfície terrestre para manter o planeta aquecido. Então qual o problema do efeito estufa? O grande problema é que nós estamos emitindo muito mais gases causadores do efeito estufa que o planeta comporta. Para se ter uma ideia nós estamos emitindo cerca de 152 milhões de tonelada destes gases a cada 24 horas. E essa emissão vem de diversas fontes como transporte, queimadas, processos industriais, geração de energia e muitas outras fontes. Porém a principal fonte é a queima de combustíveis fósseis, que tem como principal uso a geração de energia elétrica. Cerca de 25% de todo gás do efeito estufa que emitimos está relacionado a geração de energia. Segundo James Hansen, ex diretor da Nasa, a energia que emitimos na atmosfera é equivalente a 500.000 bombas nucleares por dia. Bom se você não acha esse dado um absurdo, eu não sei o que você vai achar…. Continuando, uma curiosidade, nos 19 dos 20 anos mais quentes desde o ano de 1850 aconteceram de 2001 para cá. E os mais quentes, em ordem decrescente, são os anos de 2016, 2019, 2017, 2015 e 2018. Em 2019 a temperatura mais alta chegou a 52C. No ano de 2018 em Omã teve a temperatura mais quente no período noturno, 42C. Você imagina passar a noite com 42C? Outro ponto importante é que a maior parte do calor emitido pelos gases que nós geramos é armazenado nos oceanos. E com o aquecimento dos oceanos, temos mais evaporação e com isso aumenta o número de chuvas torrenciais. Além disso, com o aquecimento da superfície terrestre também mudamos as correntes de ar, que afetam diretamente todo clima mundial. Aumenta o número de desastres naturais como furacões, tsunamis, excesso de chuva, ventos e muitos outros. Já se perguntou quantos desastres naturais temos vivido nos últimos anos? E quantos você ouviu falar na sua infância? Não sei se você lembra, no começo desse ano tivemos uma enorme quantidade de chuvas em Belo Horizonte que causou mais de 30 mortes. Também tivemos as fortes ventanias no sul do Brasil. Esses desastres naturais custaram aproximadamente 2.5 trilhões de dólares nos últimos 10 anos. Quem não lembra no último ano que São Paulo as 3 horas da tarde ficou escuro por causa das queimadas na região central do País. Ou da grande queimada na Austrália, essas são mais alguns dos efeitos do aquecimento global. As mudanças climáticas afetam diretamente os setores de alimentação, água e da saúde. A pouco tempo atrás no Brasil vivemos uma grande estiagem de água, e isso afetou a toda a população. A falta de água afetou diretamente toda nossa indústria, agricultura, energia e nosso uso doméstico. Com o aumento da temperatura nós consumimos mais água, as plantações exigem mais água, usamos mais energia e assim por diante. Economizar com Energia Solar Fotovoltaica Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica Veículos Elétricos Segundo a Pesquisa Nacional por amostra de Domicílios (PNAD) de 2019, um em cada dez domicílios falta água uma vez na semana. O abastecimento de água ajuda na higiene e na prevenção de doenças. Lavar as mãos com água e sabão está entre as recomendações para impedir o contágio pelo novo coronavírus. Então como devemos fazer se falta água em 10% das casas dos brasileiros? Outro ponto crítico são as mortes causadas pela poluição do ar. Para se ter uma ideia, no Brasil tivemos mais de 44.000 mortes só em 2016 causadas pela poluição atmosférica. Você se lembra da Olimpíadas da China, onde a poluição foi visível para todo o mundo? Outro grande ponto importante é o aumento no número de pessoas com doenças respiratórias como rinite, asma e muitas outras. Quem não conhece alguém com alguns destes problemas? No brasil também temos o grande problema da Dengue, que afeta diretamente a saúde da população. E como eu disse anteriormente, grande parte dos gases do efeito estufa estão “presos” nos oceanos. E estes gases fazem com que os oceanos fiquem acidificados, e essa acidificação afeta todo bioma marítimo. E o segundo maior causador dos gases do efeito estufa estão a mudança de solo que grande parte é para uso de plantação de monoculturas. No último ano fomos responsáveis por perder mais de 1 milhão de hectares de florestas no brasil. Mais do que perder 1 milhão de hectares de florestas, todo o bioma foi afetado de forma avassaladora. E uma das soluções para contornarmos esses problemas é o uso de energias renováveis. Energias como a eólica e a solar estão em crescimentos exponenciais nos últimos anos. Em 2002 a Bloomberg fez uma projeção de que o mercado de energia solar iria crescer cerca de 1GW por ano. À realidade foi 17 vezes maior que essa projeção e em 2019 foi 121 vezes maior, ou seja, o mundo está mudando para solar. E um dos grandes motivos é porque o custo da energia solar caiu drasticamente. Hoje o custo do módulo fotovoltaico por watt está em torno de 0,20 centavos de dólar. As energias renováveis também emitem uma quantidade significativa menor de CO2 em comparação a outras fontes. Outro ponto é que muitas das energias renováveis são possíveis de gerar a energia próxima do local do consumo da carga. E faz com que

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China

China: a Tendência da Energia Renovável Hoje estamos no meio de uma Pandemia que está assolando todo o Mundo. E uma das causas é a destruição de florestas nativas e a proximidade com animais selvagens. Cada dia mais estamos invadindo o meio natural e isso tem causado a maioria dos nossos últimos problemas de saúde. Segundo a Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) 70% das doenças modernas são causadas pelos animais. Além do poder destrutivo em massa das áreas verdes do mundo, nós também estamos cometendo um lento suicídio. Que é a grande quantidade de gases do efeito estufa que emitimos, diariamente, em nossa atmosfera. Como é de conhecimento geral, as mudanças climáticas são um dos graves problemas mundiais que enfrentamos nos dias de hoje. Ou você ainda acredita que a mudança climática é invenção e que a terra é plana? Rsss De acordo com World Resources Institute, as principais atividades geradoras de gases de efeito estufa no mundo são: Geração de Eletricidade e Calor (24,9%); Indústria (14,7%); Transporte (14,3%); Agricultura (13,8%); Mudanças no uso do solo (12,2%); Outros combustíveis (8,6%); Processos industriais (4,3%); Lixo (3,2%) A emissão de gases do Efeito Estufa da China continua a subir Hoje um dos maiores responsáveis pela emissão dos gases do efeito estufa do mundo é a China. Para se ter uma ideia, a China gera mais gases do efeito estufa que toda a Europa. Hoje a China emite cerca de 9.825,8 Milhões de Toneladas de CO2 e é responsável por 28,8% de todo gás carbônico emitido no mundo. Como podemos observar a tendência de emissão global dos países desenvolvidos está caindo. Porém a China, indo contra esta tendência pelo fato de mais pessoas terem acesso aos benefícios do mundo globalizado. Benefícios como acesso a energia elétrica, a tecnologias eletrônicas, automóveis e diversas outras tecnologias modernas. Já o índice no Brasil, continua em um patamar relativamente estável, indicando uma estagnação em níveis de emissão de CO2. E essa curva se explica quando analisarmos o volume do consumo de energia em nível local e mundial. Podemos verificar que o consumo de energia da China cresce drasticamente, enquanto a Europa e o EUA continuam no mesmo nível. No caso do Brasil, vemos um leve aumento no consumo energético do país, mas de baixa representatividade a nível mundial. A china é responsável por consumir 24,3% de toda energia gerada mundialmente, e a principal fonte de geração de energia é o Carvão. Porém quando analisamos o consumo per capita o cenário muda. Neste caso temos o EUA em primeiro lugar, depois a Europa, China e por último o Brasil. O EUA teve um consumo per capita de 287,9 GJ (GigaJoule), a Europa com 123,6 GJ, China de 98,8 GJ e o Brasil 58,8GJ. Como dito anteriormente, ainda na China temos diversas áreas com baixos índices socioeconômicos. Além disso, a China conta com uma população de 1,393 bilhão de pessoas, o que faz muita diferença na quantidade de energia necessária. Descubra a Bateria e o seu Impacto Inversor Fotovoltaico 12 vilões da energia elétrica E a geração de energia global está em declínio. Em 2019 tivemos um declínio no consumo energético mundial. E este declínio energético é principalmente por causa dos EUA, Rússia e Índia. Porém a China seguiu o ritmo oposto, aumentando o consumo de energia. Além do crescimento da China, o uso de carvão no mundo caiu pela 4 vez em 6 anos. E quando se trata de investimento em energia, a energia renovável representa 41% de toda energia nova no ano de 2019. E com este enorme crescimento, a energia renovável supera pela primeira vez a energia nuclear no mundo. No mundo o consumo de carvão teve uma queda de 0,6% e sendo a 4° vez que cai o consumo nos últimos 6 anos. E como resultado desta queda, o uso do carvão para geração de energia elétrica no mundo caiu para 27%, que é a menor taxa dos últimos 16 anos. Essa queda representa claramente o futuro da energia mundial. Porém na contramão do mundo a China, teve um aumento na demanda por energia, teve um crescimento de 1,8 EJ. E quando se trata de energia renovável, temos um crescimento enorme. Se considerarmos a energia solar, eólica e biomassa o investimento em energia renovável foi de 40% do ano de 2018 para 2019. Esse aumento representa um aumento de 0,5% no mix da matriz energética mundial. Parece muito pouco, mas representa 3,2EJ no mundo, sendo 1,4EJ de eólica e 1,2 EJ de solar. E a China também lidera neste ponto, com o maior aumento de energia renovável no mundo. Representando cerca de 0,8 EJ e tendo como a energia solar fotovoltaica responsável por 50% deste crescimento. A matriz Energética da China é uma das mais poluidoras do mundo. Em 2003, a matriz energética da China era dividida entre 3 grandes grupos, usinas térmicas, hidroelétricas e nucleares. E as usinas térmicas representavam 82,7% de toda matriz energética e 14,8% era de hidrelétricas. E em menos de 20 anos vemos uma grande evolução da energia renovável dentro da China. Ainda muito lenta, porém uma diferença enorme comparada com 2003. A china representa 23% do consumo mundial de energia renovável. De 2008 até 2018 a China teve um crescimento de energia renovável numa taxa de 36,6% Como podemos analisar pelo gráfico, a China está com um crescimento enorme no uso de energia renovável. Ainda está longe de ter uma matriz energética renovável, porém está migrando para este caminho. E em poucos anos vai ultrapassar toda geração de energia renovável da Europa. Hoje a China já é responsável por 26% de toda energia renovável do mundo. Além disso, o EUA, o segundo país com maior quantidade de energia renovável do planeta, tem 33% menos geração de energia. E se compararmos apenas da energia solar, a China tem mais que o dobro da geração de energia do que o segundo colocado, EUA. Além disso, a energia solar na China em 2019 teve um crescimento de

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Resolução Normativa 482 e 687

Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica

Resolução normativa 482 da energia solar fotovoltaica 27/07/2020 Hoje a maior fonte de energia do mundo é o carvão, uma fonte extremamente poluidora e maléfica para o mundo. E é muito compreensível o uso desta tecnologia nos anos que se passaram. Porém com o avanço das tecnologias da energia renovável, o uso do carvão já está obsoleto. Além de ser péssima para o meio ambiente, financeiramente já está no mesmo patamar das tecnologias renováveis. De energia renovável é possível utilizar a biomassa, água, vento e o sol. Parece aquele desenho Capitão Planeta, que era a união da força da terra, fogo, água, vento e coração. Já entrega a minha idade né (rsssss), mas pra mim tem tudo a ver com energia renovável e com as mudanças climáticas. Voltando ao assunto, hoje não existe mais necessidade de gerarmos energia elétrica a partir de fontes poluidoras. Ainda mais no Brasil, onde temos todas as renováveis em excesso. Como você já deve ter percebido, a energia solar fotovoltaica veio para ficar e mudar o seu relacionamento com a energia elétrica. Porém como a tecnologia ainda é “nova” no Brasil e para facilitar a entrada desta tecnologia para toda população. A ANEEL estabeleceu algumas regras para o uso destas energias renováveis em pequenos consumidores. E foi daqui que surgiu a Resolução Normativa 482 em 17 de abril de 2012. Até hoje eu lembro deste dia, foi uma comemoração no ambiente que eu trabalhava com um dos primeiros leilões para energia solar. Na época eu trabalhava com energia solar heliotérmica, que é a geração de energia elétrica por aquecimento de um fluido com o sol. Querem saber mais sobre esta tecnologia? Deixe um comentário que crio um outro post sobre o assunto. Então a Resolução Normativa veio para descrever todas regras para você conseguir gerar sua própria energia. A Resolução Normativa 482 foi uma mudança de paradigma no setor elétrico, porém em 2012 tudo ainda era muito novo. Portanto a tecnologia ainda era muito cara e era pouco acessível e muito desconhecida. Além disso, por ter sido uma regulamentação nova, as próprias distribuidoras de energia ainda não a conheciam completamente. Esta resolução trouxe pela primeira vez o conceito de microgeração e minigeração distribuída. Mas antes, o que é geração distribuída? De forma simples, geração distribuída é quando a energia elétrica é gerada próxima de onde ela vai ser utilizada.  E inserido na geração distribuída estão as duas modalidades citadas anteriormente, a microgeração e a minigeração distribuída. Sendo que a microgeração distribuída eram centrais geradoras abaixo de 100 kW instalados. Já a minigeração distribuída eram centrais geradoras de 100 kW até 1MW de potência instalada. Além deste conceito também inaugurava o sistema de compensação de energia elétrica. Sistema de Compensação de Energia Elétrica, também conhecido pelo termo em inglês net metering, é um incentivo para o uso de energia renovável. É um procedimento no qual um consumidor de energia elétrica instala pequenas centrais geradoras em sua unidade consumidora. E toda energia elétrica gerada é usada para abater o consumo de energia elétrica consumida da unidade. Mais a frente vou detalhar mais sobre este sistema de compensação de energia. No final deste mesmo ano, veio a Resolução Normativa 517 que alterou e adicionou alguns pontos da RESOLUÇÃO NORMATIVA 482. Um dos principais pontos adicionados nesta nova resolução foi o prazo limite de 36 meses para consumir a energia produzida. E muitas mudanças na redação da RESOLUÇÃO NORMATIVA 482, deixando-as mais claras e específicas.   Empregos Verdes Conheça os Tipo de Geração de Energia Elétrica Historia da Energia Solar Fotovoltaica Este é um exemplo de mudança de texto. “ III – sistema de compensação de energia elétrica: sistema no qual a energia ativa gerada por unidade consumidora com microgeração distribuída ou minigeração distribuída compense o consumo de energia elétrica ativa. III – sistema de compensação de energia elétrica: sistema no qual a energia ativa injetada por unidade consumidora com microgeração distribuída ou minigeração distribuída é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa dessa mesma unidade consumidora ou de outra unidade consumidora de mesma titularidade da unidade consumidora onde os créditos foram gerados, desde que possua o mesmo Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto ao Ministério da Fazenda. “ E 3 anos depois veio a grande mudança, a Resolução Normativa 687 de 24 de novembro de 2015 e logo depois a 786 em 17 de Outubro de 2017. Esta sim trouxe diversos adendos que trouxeram outros muitos novos modelos de negócio para este setor de energia renovável. Nesta nova resolução a microgeração é considerada até 75kW e não mais 100kW de potência instalada para as centrais geradoras. Já para minigeração distribuída aumentou de 1 MW para 5 MW de potência máxima instalada nas centrais geradoras. Como dito anteriormente o prazo limite era de 36 meses agora com esta nova resolução normativa foi alterado para 60 meses.  Agora vou citar 4 pontos importantes adicionados na Resolução Normativa 687 e 786 1. Melhoria e Reforço Na resolução normativa está citada em dois pontos separados, porém os dois tratam sobre o mesmo ponto. Trazendo a necessidade de se manter a qualidade na distribuição da energia elétrica. Neste caso, quando se trata de microgeração, a responsável é a distribuidora de energia. Porém quando se trata de minigeração o responsável pela adequação da rede de distribuição é o consumidor. 2. Empreendimento com Múltiplas Unidades Consumidoras também conhecida como EMUC É a possibilidade de instalar centrais geradoras que a energia elétrica pode ser compartilhada entre diversos consumidores. Um ótimo exemplo é a possibilidade de construir centrais geradoras em um condomínio e compartilhar entre os moradores e as áreas comuns. Único ponto é que todas as unidades consumidoras devem estar localizadas na mesma área. 3. Geração compartilhada Nesta se enquadra onde as centrais geradoras distribuem energia para diversas unidades consumidoras. E todas as unidades consumidoras devem estar na mesma área da distribuidora de energia elétrica. 4. Autoconsumo remoto

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Investir em Energia Solar Fotovoltaica

Investir em Energia Solar Fotovoltaica vs 3 investimentos

Investir em energia solar fotovoltaica VS. 3 investimentos Investir nos dias de hoje é quase uma obrigação, nós não podemos mais depender apenas da aposentadoria que o governo nos “dá”. E por isso neste post vou trazer uma comparação de investir em energia solar com outros investimentos. Para começar esse assunto não consigo deixar de comentar que nossa expectativa de vida está cada vez maior. E ela tem aumentado de forma muito rápida com o avanço da medicina e da tecnologia.  Hoje o país com a maior expectativa de vida é o Japão com 84 anos, seguido pela Coréia do Sul com 82 anos e em terceiro a Inglaterra com 81 anos. No Brasil a expectativa de vida é de 72 anos, onde a expectativa de vida das mulheres é de 76 anos e dos homens de 69. Essa expectativa é considerada a partir do ano de 1543 até 2015. Isso quer dizer que de 2015 para 2020, com certeza esse número já subiu. Então, não tem como não falar, investir vai ter que fazer parte da nossa vida e do nosso cotidiano. Sem falar que existe uma grande chance dos mais jovens não chegarem a receber a aposentadoria como ela é conhecida atualmente. Mas isso é assunto para outra conversa. Como você já sabe investir em energia solar tem um retorno garantido e só isso já é um ótimo motivo para você investir em energia solar. Além de ter um retorno garantido, você diminui expressivamente a conta de energia elétrica e não se preocupa com mais nenhum aumento. E investir em energia solar traz enormes benefícios ambientais, como não utilizar energia de fontes não renováveis. Então já imaginou, olhar para sua conta de luz e saber que você está trazendo enormes benefícios para a sociedade? Por que investir em energia solar e não em outros investimentos? Dia 17 de junho de 2020 o Comitê de Política Monetária, diminui a taxa básica de juros para 2,25% ao ano. Estamos no menor patamar da história da taxa Selic e isso impacta diretamente todos investimentos conservadores. Os investimentos conservadores vão começar a obter retornos reais igual a zero ou até negativo. Isso quer dizer que a inflação vai estar no mesmo nível dos seus investimentos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, hoje nós temos uma inflação acumulada dos últimos 12 meses de 1,88%. Isso quer dizer que se você tem um rendimento 100% da Selic, você vai ter um ganho real de 0,37% no ano. Parece piada, mas não é. Você vai ter um rendimento pífio e vamos começar a ver cada vez mais isso. Por este motivo é cada vez mais necessário diminuir os nossos gastos fixos e melhorar nossos conhecimentos no setor financeiro. Lembrando que, não estou dizendo para você não investir em rendimentos considerados seguros. Uma vantagem de se obter uma taxa de juros tão baixa é que teoricamente os juros para empréstimos também vai cair. Mas a realidade é um pouco diferente, nós não conseguimos ver nenhum posicionamento dos bancos em diminuir essas taxas. Investir em Energia Solar ou na Popança? A caderneta de poupança é um dos investimentos mais conhecidos dos brasileiros e é considerada uma das mais seguras. Toda essa “segurança” resulta em um rendimento pequeno. Existem duas fórmulas para calcular o rendimento da poupança. Se a Selic estiver maior que 8,5%, o rendimento é o seguinte: 0,5% ao mês + TR Se a Selic estiver menor ou igual a 8,5%, o rendimento passa para: 70% da Selic + TR. Como podemos ver, hoje estamos enquadrados na segunda opção e temos uma Taxa Referencial – TR em 0,00%. Bom com esses dados você já consegue ver o quanto vai “lucrar” no ano com a poupança. Poupança é 0,70* 2,25% (SELIC) + 0,00% (TR) que resulta em 1,575% ao ano, ou seja, menor que a inflação. Isso quer dizer que se você deixar seu dinheiro investido na inflação você vai perder poder de compra. Por que investir em energia solar fotovoltaica? Ganhe dinheiro alugando o seu telhado Eficiência Energética Investir em Energia Solar ou em CDB? Certificados de depósitos bancários ou CDBs são títulos que o banco emite para “pedir” um empréstimo para a população. Então resumindo, CDB é um empréstimo que você faz para o banco. Hoje temos linhas de CDBs de 91,5% do CDI até 140% do CDI, e no dia que estou escrevendo este post o CDI está em 2,90% ao ano. Um pouco melhor que a Poupança, a primeiro momento, pois temos um ganho anual de 2,6535% ao ano até 4,06% ao ano. Obs.: Aqui não estou considerando as taxas de manutenção e Imposto de renda sobre estes investimentos. Então essas são as taxas que você cobra para emprestar dinheiro ao banco. Investir em Energia Solar ou Tesouro Direto O tesouro direto é um programa oferecido pelo Governo Federal em parceria com a BM&FBovespa. Com o tesouro direto podemos adquirir títulos da dívida federal, ou seja, emprestar dinheiro para o governo. E este é o investimento mais seguro que temos no Brasil, pois temos o próprio país como segurança deste crédito. O investimento inicial no tesouro direto é de R$ 36,00, ou seja, bem viável para toda a população brasileira. No tesouro direto é possível fazer 3 tipos de investimentos prefixado, IPCA+ e Selic. Cada um tem suas próprias características, mas vou trazer três exemplos e vou considerar os mais próximos dos 25 anos da data de 2020. Então com isso temos, Tesouro IPCA+ 2045, Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2031 e Tesouro Selic 2025. As taxas de rendimento de cada investimento são de IPCA+4,16, 7,37 e Selic+0,03, respectivamente, todos eles são em porcentagem ao ano. Como você já sabe o Índice de Preço do Consumidor Amplo é a inflação portanto as taxas resultam em 6,04%, 7,37% e 2,28% ao ano. As taxas estão melhores que muitos CDBs e extremamente melhor que a poupança, não é mesmo? Nós temos outros diversos investimentos como CDI, LCA, LCI, COE, Ações, Opções, Aluguéis,

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